NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

                           CRISE ECONÔMICA
         Oportunidade para refletir e se reinventar

A crise econômica visível em qualquer setor da vida ativa do País chegou pesada. E embora não tenha chegado pra ficar, deixará vestígios (não diríamos sequelas) que se incorporarão ao modo de vida dos brasileiros. O hábito individual de agir começa a ser compartilhado entre as pessoas. A contingência nos forçou a sermos entes mais sociáveis. As famílias se unem para dividir despesas e reduzir o tamanho do peso da crise. O mercado de trabalho não voltará a ser o mesmo depois dessa crise. As empresas investirão cada vez mais em tecnologia e a automação tomará vagas na linha de produção. A requalificação técnica e o aprimoramento na própria função levará o trabalhador a investir mais em si mesmo. Os cursos técnicos surgem com rapidez quase voraz, e cada vez mais terá aumentado  seu contingente de alunos. A universidade investirá no ensino de altas tecnologias e privilegiará conhecimentos em  áreas digital, ambiental e estruturadora.

Embora o ambiente cinzento que vive o Brasil, é importante dizer que a crise não é privilégio nosso e que o País tem condições de sair dela mais cedo do que se supõe. A Venezuela, grande exportadora de petróleo, o Chile, o Peru, a Colômbia, a Bolívia e o México bem que gostariam de ter os fundamentos sólidos da economia brasileira e a reserva estratégica de moedas que o País possui. Vamos pra frente; chegaremos lá.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

O ONTEM SEMPRE PRESENTE
Como é bom viver um amor proibido
Melhor quando esse amor é antigo
Trinta anos, mãos finas e delicadas
Blusa azul, timidez, Vontade de te tocar e beijar
Silêncio
Cumplicidade
Drama
Disfarce
Fuga
Dor
Silêncio como um grito no deserto
E o desejo de dizer como te amo
 Passado e presente
Vida e morte, Insônia
Ruim é não poder dormir, convulsões da mente..
Como é bom viver um amor proibido
Melhor quando esse amor é antigo.



domingo, 26 de julho de 2015

Costumava visitar a casa dela, ela gostava das minhas visitas.
De repente, não mais do que de repente, a vida dela mudou. Um dia ela estava no dentista, outro dia estava no salão de beleza, e em quase todos os dias da semana tinha um motivo pra não estar em casa. Nos finais de semana, então, ela ia pra balada. estaria numa viagem chique ou simplesmente queria ficar só.
Entendi o recado, e nunca mais apareci lá.
Acredito que ela gostou.
Pois nunca mais fez referência a minha ausência.
Para um entendedor mediano, uma palavra basta; imagina uma sucessão de foras.

sábado, 25 de julho de 2015


SOL ABENÇOADO

Maria Betânia


O guardiã da noite se despede da noite 
E no seu quarto escuro 
É o sol lhe dá dom dia !!!
mais a noite por mais temerosa que seja ,
o seu escuro vem a desvendar com a luz do dia
É o sol lhe saudando
É o dia começando
E vc a reverenciar
com essa luz que de tão divina ,
penetrando no seu olhar
Você levanta sem questionar
mais com uma simples meditação
Eu Reverencio e propago ,
em cada janela que é fechada
em cada porta que é trancada
em cada coração machucado
em cada desentendimento que passou
Hoje é um novo dia
E vamos saudar
Esse sol espetacular .

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Boa tarde, amigos.
O blog esteve em recesso por esses dias. Motivos técnicos, uns e pessoais, outros.
Agora o blog usa uma nova máquina, mais ágil de operar e de resultados mais rápidos.
Nessa nova fase, gostaríamos de contar com a colaboração de amigos interessados em discutir temas diversos, desde que não resvalem para a polêmica improdutiva e desnecessário.
Esportes, política comunitária, economia, sociedade e outros.
É só mandar seus scripts para nossa caixa restante; faremos a análise e editaremos, se for o caso.
Obrigado pela colaboração.

DEVAGAR EU CHEGO LÁ
O caminho é longe,
Não preciso correr;
Meus passos são longos,
Devagar eu chego lá.
As pedras  do caminho não me atropelam:
Aprendi a conviver em situações extremas,
Por isso não me afobo
E não me apresso não;
Devagar eu chego lá.
Meus caminhos não se cruzam com os teus,
Mas meus pensamentos te acompanham,
Te seguem, eu te observo
De longe;
De vagar eu chego lá.
E se desta vez não chegar, volto a procura
Por montes, várzeas, campinas,
Sou persistente,
Quase   uma perseguição!
Podes não gostar, mas continuo  te procurando;
Devagar eu chego lá.