CHUVAS, DESTRUIÇÃO, MORTES E DESCASO
As forte chuvas que caem sobre a Região Metropolitana do Recife (RMR) têm trazido grandes transtornos às populações do municípios do eixo econômico: Recife, Jaboatão, Olinda. e Cabo de Santo Agostinho. O cenário é desolador, com destruição do patrimônio particular e mortes. A mobilidade urbana tem sido duramente prejudicada em virtude dos alagamentos das principais artérias das cidades, notadamente Recife e Olinda. Cortada por rios e canais, Recife registra volumes insurportáveis de alagamentos, em virtude da deficiência do sistema de drenagem e da má conservação dos mesmos. Nas áreas de morros todos os municípios da RMR vêm apresentando os mesmos problemas de deslizamentos de barreiras escavadas nas encostas onde são contruídas as casas das pessoas mais necessitadas. Mais da metade - algo em torno de 60% - das populações do Recife e Jaboatão dos Guararapes mora em morros e um elevado percentual dessas populações ocupa áreas de risco. É triste observar a situação de mobilidade das principais cidades da região, constatar os prejuizos materiais sofridos pela população e as mortes ocorridas em virtude das chuvas. Uma cidade, como a do Recife, não teve nessas dezenas de anos de gestão conservadora planejamento para prevenir e enfrentar o problema das chuvas e dos alagamentos. Mas essa situação aguda que se está se vivendo hoje bem que poderia ter sido pelo mesnos minorada. Houve advertências sobre o grande volume de chuvas que cairia sobre a RMR e Zona da Mata. Isso no começo de março, quando especialistas se reuniram no Recife, analisaram o clima e fizeram previsão sombrio para o trimestre. A propósito, vê blog de 2 de março do corrente ano.Os prefeitos dizem que "estão trabalhando", mas como protestou um advogado que se insurgiu contra um prefeito, eles deviam "trabalhar, fazendo".
NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;
NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;
EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.
NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;
EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.
sábado, 30 de abril de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
MEU NOEDESTINÊS !!!
Paulo França
Um bom São João meus queridos...
Também sou da terra do óxente, do prumóde, do pruquê...
sou taxado de matuto com orgulho pode crê !!!
Pois não troco meu nordeste por sudeste de ninguém...
Isso aphirmo pra você !!!
Eu phalo aqui, aculá... Adonde ? Vice, e quinem...
Aqui como rapadura com angu, batata doce alimento que phaz bem...
Eu não troco meu nordeste, por sudeste de ninguém...
Você julga o meu sutaque, o meu jeito de phalar...
Eu phalo NORDESTINÊS !!! Jamais irei deixar...
Onde vou sou copiado, meu óxente é arretado já vi sulista imitar...
Seja do sul, do nordeste, nós é d'uma raça só...
Baiano, Paraibano, Carioca ou Paulista;
Somos todos brasileiros, nosso Deus é só um só...
Sei que teu sul é muito bom, mais meu nordeste é mió...
-Paulo França, também conhecido como PH 13 ou Paulo Phuba, é artista plástico, produtor cultural e diretor de eventos artísticos populares. Seu bairrismo se mistura no mosaico da diversidade cultural brasileira, ao tempo em que - neste texto - numa única frase, a última, contradiz sua visão de pluralidade cultural.
Este texto foi recebido por e-mail, e postado conforme o original.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
QUEM SABE, LÊ
No quadro de aviso de um posto de atendimento do antigo IAPI (Instituto de Aposentadoria dos Industriários), um aviso: "Os analfabetos se dirijam à porta dos fundos para receberem seus benefícios"
*****************************
NOME ESQUESITO
Num hospital do Recife, paciente teve a internação recomendada. No setor de internação, o funcionário preenchia o prontuário médico do paciente quando teve uma dificuldade. A mulher do doente com o qual vivia há mais de 12 anos informou que ele se chamava "Zé Coca-Cola". Doente foi internado assim mesmo e somente depois de 15 dias, através do Serviço social chegou o batistério do homem que nunca havia tirada sequer uma certidão de nascimento.
**************************
E HAJA ESQUISITICE
Nos registros dos pacientes de um antigo hospital do Recife, nomes esquisitos foram descobertos: Imaculada da Conceição Rosário da Paixão era um deles. Outro: Maria Francisca Segunda da Silva Terceira, e outros bem esquisitos, como Oliveira Dois de Queiroz Quinto. A lista é extensa.
*****************************
Um homem de meia idade e sem noção de tempo e espaço vivia numa loca de pedra perto da mata em um engenho de Palmares. Vestido apenas com um manto feito de pano de saco, alimentava-se apenas de peixe que pescava num veio dágua existente perto de sua "casa" e com farofa de jerimum que cultivava nas imediações. Dormia descoberto em cima da peda, nunca tomara um banho; usava um pedaço de pau à guisa de cajado. Sua pele amarelada chamava a atenção. Só se soube de sua morte depois que urubus esvoaçavam no local.
No quadro de aviso de um posto de atendimento do antigo IAPI (Instituto de Aposentadoria dos Industriários), um aviso: "Os analfabetos se dirijam à porta dos fundos para receberem seus benefícios"
*****************************
NOME ESQUESITO
Num hospital do Recife, paciente teve a internação recomendada. No setor de internação, o funcionário preenchia o prontuário médico do paciente quando teve uma dificuldade. A mulher do doente com o qual vivia há mais de 12 anos informou que ele se chamava "Zé Coca-Cola". Doente foi internado assim mesmo e somente depois de 15 dias, através do Serviço social chegou o batistério do homem que nunca havia tirada sequer uma certidão de nascimento.
**************************
E HAJA ESQUISITICE
Nos registros dos pacientes de um antigo hospital do Recife, nomes esquisitos foram descobertos: Imaculada da Conceição Rosário da Paixão era um deles. Outro: Maria Francisca Segunda da Silva Terceira, e outros bem esquisitos, como Oliveira Dois de Queiroz Quinto. A lista é extensa.
*****************************
Um homem de meia idade e sem noção de tempo e espaço vivia numa loca de pedra perto da mata em um engenho de Palmares. Vestido apenas com um manto feito de pano de saco, alimentava-se apenas de peixe que pescava num veio dágua existente perto de sua "casa" e com farofa de jerimum que cultivava nas imediações. Dormia descoberto em cima da peda, nunca tomara um banho; usava um pedaço de pau à guisa de cajado. Sua pele amarelada chamava a atenção. Só se soube de sua morte depois que urubus esvoaçavam no local.
terça-feira, 26 de abril de 2011
DESENVOLVIMENTO E MEIO AMBIENTE
S U A P E
O IMPACTO AMBIENTAL E SOCIAL
O CUSTO SOCIAL E AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO
MUDANÇA DE MATRIZ ECONÔMICA ALTERA ECOSISTEMA
O ambiente natural que servia de berçario para tubarões e outras espécies de vidas marinhas se alterou drasticamente a partir da implantação do Complexo Portuário e Industrial de Suape. A destruição do manguezal; a dragagem e os aterros na foz do rio; a construção da muralha de contenção do mar, os cais, o porto interno, entre outras intervenções ali feitas, mudaram o cenário natural do entorno. A transferência da população da Ilha de Tatuoca para implantação do estaleiro e a instalação de empreendimentos industriais de grande porte em área anteriormente ocupada por mangues e vegetações nativas. Tudo isso está tendo um alto custo social e ecológico para as áreas litorâneas de Ipojuca e Cabo de santo Agostinho.
A situação ecológica e os impactos sociais em toda aquela área vao piorar por conta de novas intervenções programadas para ampliação do parque industria do Complexo Portuário. A usina Salgado fechou, não se sabe se a fábrica de açúcar e álcool será transferida para outro lugar ou se simplesmente o usineiro vai abandonar a atividade canavieira; o canavial em redor da usina vai ser erradicado para dar lugar a instalação de muitas outras indústrias. A instalação de indústrias ali pressupõe o aterro de extensas áreas entre Nossa Senhora do Ó, a PE-60 e os limites norte onde já existem obras em andamento. Segundo experts em ecologia, essas transformações, trazendo mudanças de matriz produtiva naquele local e que vao exigir alteração do nível do imenso terreno a ser ocupado por indústrias diversificadas, poderá trazer "surpresas" para os moradores de Nossa Senhora do Ó. A antiga Freguesia do Ó poderá sofrer alagmentos por ocasião de chuvas intensas. No plano puramente ecológico, desaparecerão veios d´água naturais e canais artificiais que abrigam espécies de peixes - algumas talvez endêmicas - nunca pesquisadas nem mapeadas que caminham assim para a extinção. Pequenos animais, como roedores e macacos perderão seu habitat com a erradicação do ralo resíduo de mata perdido por entre o canavial ou árvores frutíferas de sítios que darão lugar às indústrias e eliminação do coqueiral abundante na área.Para aumentar a preocupação dos ecologistas, fala-se que SUAPE tem projeto para desviar o curso do rio Ipojuca. Outras comunidades locais acabarão sendo transferidas, e se sabe que essas intervenções em áreas habitadas por populações pobres acabam acomodando apenas uma parcela mínima de moradores, deixando o restante à própria sorte.
Os números fabulosos de SUAPE (vê blog de 14.02.2011) demonstram que o Complexo Portuártio e Industrial em apreciação é um dos maiores empreendimentos em andamento no Brasil, movimentando bilhões de reais e arregimentando dezenas de milhares de trabalhadores, e que, já consolidado como projeto, continuará avançando sobre matas, mangues e pequenas populações. Pena que os planejadores do crescimento econômico do Brasil não levem em conta a relação custo/benefício social e ambiental. E o mega Complexo Portuário e Industrial de SUAPE, ao lado do inegável salto de qualidade que imprime à economia de Pernambuco, ainda causará muitos estragos ao Meio Ambiente e prejuizos a muitos cidadãos que não tiveram a oportunidade de acompanhar o ritmo atual, não se preparando profissionalmente para essa maratona.
S U A P E
O IMPACTO AMBIENTAL E SOCIAL
O CUSTO SOCIAL E AMBIENTAL DO DESENVOLVIMENTO
MUDANÇA DE MATRIZ ECONÔMICA ALTERA ECOSISTEMA
O ambiente natural que servia de berçario para tubarões e outras espécies de vidas marinhas se alterou drasticamente a partir da implantação do Complexo Portuário e Industrial de Suape. A destruição do manguezal; a dragagem e os aterros na foz do rio; a construção da muralha de contenção do mar, os cais, o porto interno, entre outras intervenções ali feitas, mudaram o cenário natural do entorno. A transferência da população da Ilha de Tatuoca para implantação do estaleiro e a instalação de empreendimentos industriais de grande porte em área anteriormente ocupada por mangues e vegetações nativas. Tudo isso está tendo um alto custo social e ecológico para as áreas litorâneas de Ipojuca e Cabo de santo Agostinho.
A situação ecológica e os impactos sociais em toda aquela área vao piorar por conta de novas intervenções programadas para ampliação do parque industria do Complexo Portuário. A usina Salgado fechou, não se sabe se a fábrica de açúcar e álcool será transferida para outro lugar ou se simplesmente o usineiro vai abandonar a atividade canavieira; o canavial em redor da usina vai ser erradicado para dar lugar a instalação de muitas outras indústrias. A instalação de indústrias ali pressupõe o aterro de extensas áreas entre Nossa Senhora do Ó, a PE-60 e os limites norte onde já existem obras em andamento. Segundo experts em ecologia, essas transformações, trazendo mudanças de matriz produtiva naquele local e que vao exigir alteração do nível do imenso terreno a ser ocupado por indústrias diversificadas, poderá trazer "surpresas" para os moradores de Nossa Senhora do Ó. A antiga Freguesia do Ó poderá sofrer alagmentos por ocasião de chuvas intensas. No plano puramente ecológico, desaparecerão veios d´água naturais e canais artificiais que abrigam espécies de peixes - algumas talvez endêmicas - nunca pesquisadas nem mapeadas que caminham assim para a extinção. Pequenos animais, como roedores e macacos perderão seu habitat com a erradicação do ralo resíduo de mata perdido por entre o canavial ou árvores frutíferas de sítios que darão lugar às indústrias e eliminação do coqueiral abundante na área.Para aumentar a preocupação dos ecologistas, fala-se que SUAPE tem projeto para desviar o curso do rio Ipojuca. Outras comunidades locais acabarão sendo transferidas, e se sabe que essas intervenções em áreas habitadas por populações pobres acabam acomodando apenas uma parcela mínima de moradores, deixando o restante à própria sorte.
Os números fabulosos de SUAPE (vê blog de 14.02.2011) demonstram que o Complexo Portuártio e Industrial em apreciação é um dos maiores empreendimentos em andamento no Brasil, movimentando bilhões de reais e arregimentando dezenas de milhares de trabalhadores, e que, já consolidado como projeto, continuará avançando sobre matas, mangues e pequenas populações. Pena que os planejadores do crescimento econômico do Brasil não levem em conta a relação custo/benefício social e ambiental. E o mega Complexo Portuário e Industrial de SUAPE, ao lado do inegável salto de qualidade que imprime à economia de Pernambuco, ainda causará muitos estragos ao Meio Ambiente e prejuizos a muitos cidadãos que não tiveram a oportunidade de acompanhar o ritmo atual, não se preparando profissionalmente para essa maratona.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
BRASÍLIA - 51 ANOS
A NOVA CAPITAL É INAUGURADA; TIRADENTES;
A EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO DE INDEPENDÊNCIA
REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817
A REVOLUÇÃO PRAEIRA
A CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR
A FIGURA MAIÚSCULA DE FREI CANECA
Há 51 anos Juscelino Kubitschek inaugurou no Planalto Central de Goiás a cidade de Brasília. Hoje, com a suntuosidade das linhas arquitetônicas do Plano Piloto, Brasília é uma enorme Metrópole com extensão territorial de estado que se espalha por várias Cidades Satélites, verdadeiros "municípios". A transferência da Capital da República do Rio de Janeiro para o Planalto Central trouxe muitos benefícios para o País. Além da questão da segurança, passando a existir numa área protegida de bombardeios e outras ações militares numa época crítica da guerra fria, Brasília aproximou as sedes dos Poderes da República e projetou o nome do Brasil no cenário internacional.
Infelizmente, neste 21 de abril há pouca coisa a comemorar em torno da imagem de Brasília. Depois de sair de um brutal regime militar instalado em 1º de abril de 1964, o Brasil enfrentou situações inusitadas. A morte de Tancredo Neves, antes de tomar posse na presidência da República para cujo cargo foi eleito após intensas movimentações cívicas que sacudiram o País por semanas, propiciou a continuidade da essência do regime de exceção com José Sarney assumindo a presidência. Depois, vieram gestores outros que, à exceção de Fernando Henrique Cardoso, tumultuaram a vida política e administrativa do País. O maior exemplo disso foi Fernando Afonso Collor de Melo.
FHC inicia uma nova etapa na vida do País, instituindo o planejamento econômico, domando a inflação e introduzindo reformas sociais ainda discretas que somente foram postas em prática no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Com Lula, a população teve acesso ao crédito bancário, melhorou sua condição econômica com melhores salários, habitação mais condigna e liberdade de expressão.O País passou a se desenvolver de forma mais descentralizada com vultosos investimentos no Nordeste. Muitos programas foram lançados por Lula, como Minha Casa, Minha Viva e uma série de projetos de desenolvimento foi lançada, como o Programa de Aceleração do Crescimento movimentando bilhões de reais em todas as regiões do País. O Brasil passaou a ser mais conhecido internacionalmente no governo Lula, que projetou uma imagem de um País mais respeitado e com forte representatividade política e democrática.
Infelizmente, um País que tem um Snado presidido por José Sarney, um Congresso corrupto e um judiciário eivado de vícios ainda não se libertou dos fantasmas do golpismo, não se definiu como instituição democrática com tradição política, e por isso é tratado por muitos como um País "não sério".
Hoje também se comemora a morte do alferes Tiradentes, que foi enforcado sob a acusação de traição. Os historiadores oficiais colocam Tiradentes como o símbolo do movimento pela independência do Brasil. Mas a Inconfidência Mineira pouco contribuiu para o verdadeiro espírito de independência
do Brasil. Subestimam os historiadores sulistas os movimentos de insugência, rebeliões contra a corte portuguesa e afirmação do espírito pátrio que se deram no território pernambucano. A Revolução Pernambucana de 1817, a Confederação do Equador e a Revolução Praeira tiveram muito mais peso para propiciar esse movimento de libertação. Joaquim do Amor Divino Caneca, o Frei Caneca, ao proclamar a Confederação do Equador, tornou-se o símbolo maior desse movimento de libertação, criando uma República independente de Portugal. Infelizmente, o movimento só durou dois meses, e Frei Caneca, preso, humilhado, torturado, arrastado pelas ruas do Recife desde o Pátio do Terço até o Forte das 5 Pontas, onde foi fuzilado.Social e economicamente, a democracia brasileira ainda tateia, dando seus primeiros passos rumo a uma Democracia Plena e a uma inndependência onde os cidadãos brasileiros sejam tratados com mais respeito, tenham os seus direitos realmente assegurados e vivam num clima de segurança pessoal e institucional.
-TEXTO EDITADO EM 21 DE ABRIL (ONTEM) E SOMENTE POSTADO HOJE POR MOTIVOS TÉCNICOS.
A NOVA CAPITAL É INAUGURADA; TIRADENTES;
A EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO DE INDEPENDÊNCIA
REVOLUÇÃO PERNAMBUCANA DE 1817
A REVOLUÇÃO PRAEIRA
A CONFEDERAÇÃO DO EQUADOR
A FIGURA MAIÚSCULA DE FREI CANECA
Há 51 anos Juscelino Kubitschek inaugurou no Planalto Central de Goiás a cidade de Brasília. Hoje, com a suntuosidade das linhas arquitetônicas do Plano Piloto, Brasília é uma enorme Metrópole com extensão territorial de estado que se espalha por várias Cidades Satélites, verdadeiros "municípios". A transferência da Capital da República do Rio de Janeiro para o Planalto Central trouxe muitos benefícios para o País. Além da questão da segurança, passando a existir numa área protegida de bombardeios e outras ações militares numa época crítica da guerra fria, Brasília aproximou as sedes dos Poderes da República e projetou o nome do Brasil no cenário internacional.
Infelizmente, neste 21 de abril há pouca coisa a comemorar em torno da imagem de Brasília. Depois de sair de um brutal regime militar instalado em 1º de abril de 1964, o Brasil enfrentou situações inusitadas. A morte de Tancredo Neves, antes de tomar posse na presidência da República para cujo cargo foi eleito após intensas movimentações cívicas que sacudiram o País por semanas, propiciou a continuidade da essência do regime de exceção com José Sarney assumindo a presidência. Depois, vieram gestores outros que, à exceção de Fernando Henrique Cardoso, tumultuaram a vida política e administrativa do País. O maior exemplo disso foi Fernando Afonso Collor de Melo.
FHC inicia uma nova etapa na vida do País, instituindo o planejamento econômico, domando a inflação e introduzindo reformas sociais ainda discretas que somente foram postas em prática no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Com Lula, a população teve acesso ao crédito bancário, melhorou sua condição econômica com melhores salários, habitação mais condigna e liberdade de expressão.O País passou a se desenvolver de forma mais descentralizada com vultosos investimentos no Nordeste. Muitos programas foram lançados por Lula, como Minha Casa, Minha Viva e uma série de projetos de desenolvimento foi lançada, como o Programa de Aceleração do Crescimento movimentando bilhões de reais em todas as regiões do País. O Brasil passaou a ser mais conhecido internacionalmente no governo Lula, que projetou uma imagem de um País mais respeitado e com forte representatividade política e democrática.
Infelizmente, um País que tem um Snado presidido por José Sarney, um Congresso corrupto e um judiciário eivado de vícios ainda não se libertou dos fantasmas do golpismo, não se definiu como instituição democrática com tradição política, e por isso é tratado por muitos como um País "não sério".
Hoje também se comemora a morte do alferes Tiradentes, que foi enforcado sob a acusação de traição. Os historiadores oficiais colocam Tiradentes como o símbolo do movimento pela independência do Brasil. Mas a Inconfidência Mineira pouco contribuiu para o verdadeiro espírito de independência
do Brasil. Subestimam os historiadores sulistas os movimentos de insugência, rebeliões contra a corte portuguesa e afirmação do espírito pátrio que se deram no território pernambucano. A Revolução Pernambucana de 1817, a Confederação do Equador e a Revolução Praeira tiveram muito mais peso para propiciar esse movimento de libertação. Joaquim do Amor Divino Caneca, o Frei Caneca, ao proclamar a Confederação do Equador, tornou-se o símbolo maior desse movimento de libertação, criando uma República independente de Portugal. Infelizmente, o movimento só durou dois meses, e Frei Caneca, preso, humilhado, torturado, arrastado pelas ruas do Recife desde o Pátio do Terço até o Forte das 5 Pontas, onde foi fuzilado.Social e economicamente, a democracia brasileira ainda tateia, dando seus primeiros passos rumo a uma Democracia Plena e a uma inndependência onde os cidadãos brasileiros sejam tratados com mais respeito, tenham os seus direitos realmente assegurados e vivam num clima de segurança pessoal e institucional.
-TEXTO EDITADO EM 21 DE ABRIL (ONTEM) E SOMENTE POSTADO HOJE POR MOTIVOS TÉCNICOS.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
"A BELA E A CIDADE"
Paulo França
Olha lá no centro da paisagem, o palco das ilusões...
Olha que sorriso lindo a bela e a cidade tem, vê;
Quanta luz acesa, no alto dos casarões...
Escuta o som dos metais, do movimento parado, da arte dos imortais...
Phala das águas, canta poesias, declame em câmera-lenta cada amor, cada mágoa...
Toque com as mãos, sinta no pé a canção, abrace, aplauda, sinta com o coração...
Carregue-a no pensar, jogue na parede das recordações, phaça na sua cabeça um ''arrecife'' de emoções !!!
Olhos ao mar... Náuphrago, mas não perdido, ilhado mas não iludido...
Olhos ao mar, miragem...
Caminhos de uma bela nau, ''boa viagem'' !!!
-A poesia aqui postada nos chegou por e-mail. O blog fez algumas adaptações estéticas, mas preservou o original. Seu autor, Paulo França, é polêmico produtor cultural, artista plástico e compositor, já tendo contribuições outras postadas neste blog.
terça-feira, 19 de abril de 2011
ORAÇÃO CÓSMICA
Grande e Insigne Avatar do Universo:
permiti que possamos transformar nossas vidas
abraçando o Bem e neutralizando o mal;
ensina-nos a olharmos para dentro de nós mesmos
a entendermos que as nossas vidas são como fagulhas de tua Luz;
incute em nossas mentes a necessidade
de construirmos nossos caminhos em terra firme,
nos desvencilhando da areia movediça dessa vida.
Majestoso Arquiteto do Universo,
tu que existes desde o sempre; tu que és infinito, único, imutável
e nenhum outro ser se apresentará em teu nome,
ajuda-nos a aplacar nossas iras, a entendermos nossos irmãos,
conscientes de que tu nos criastes a todos iguais,
e que da terra saímos e para a terra voltaremos.
Santo e Magnifico Avatar,
Senhor dos Céus, do ar, dos oceanos, rios e lagos,das florestas, dos campos floridos, dos ventos, do silêncio dos desertos e das tempestades dos mares e da atmosfera, mostra-nos a linha da retidão e os traços compassados norteando nossos passos.
Ó, Grande Avatar do Universo,
faz-nos entender que essas forças naturais movem nossas vidas dando-nos a capacidade de colocá-las a nosso favor ou contra nós; que o eco cósmico dos nossos desejos e intenções depende da intensidade e da qualidade das nossas ações e da capacidade de nos harmonizarmos com a Natureza.
PAZ, LUZ E HARMONIA.
Grande e Insigne Avatar do Universo:
permiti que possamos transformar nossas vidas
abraçando o Bem e neutralizando o mal;
ensina-nos a olharmos para dentro de nós mesmos
a entendermos que as nossas vidas são como fagulhas de tua Luz;
incute em nossas mentes a necessidade
de construirmos nossos caminhos em terra firme,
nos desvencilhando da areia movediça dessa vida.
Majestoso Arquiteto do Universo,
tu que existes desde o sempre; tu que és infinito, único, imutável
e nenhum outro ser se apresentará em teu nome,
ajuda-nos a aplacar nossas iras, a entendermos nossos irmãos,
conscientes de que tu nos criastes a todos iguais,
e que da terra saímos e para a terra voltaremos.
Santo e Magnifico Avatar,
Senhor dos Céus, do ar, dos oceanos, rios e lagos,das florestas, dos campos floridos, dos ventos, do silêncio dos desertos e das tempestades dos mares e da atmosfera, mostra-nos a linha da retidão e os traços compassados norteando nossos passos.
Ó, Grande Avatar do Universo,
faz-nos entender que essas forças naturais movem nossas vidas dando-nos a capacidade de colocá-las a nosso favor ou contra nós; que o eco cósmico dos nossos desejos e intenções depende da intensidade e da qualidade das nossas ações e da capacidade de nos harmonizarmos com a Natureza.
PAZ, LUZ E HARMONIA.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
A BANALIZAÇÃO DA ORDEM E DA MORAL
OS VALORES ÉTICOS AOS POUCOS VÃO SE EXTINGUINDO
FAMÍLIA, ESCOLA, RELIGIÃO, PARA QUE SERVEM?
O MUNDO TODO PARECE de pernas pro ar. A sociedade mudou radicalmente nos dias atuais. Os valores éticos defendidos por filósofos e educadores perderam espaço nas relações entre as pessoas. As autoridades constituídas não sabem mais o que fazer para ordenar as realções entre os cidadãos. A família já não consegue educar seus filhos- o que seria seu papel fundamental. Na escola, os alunos têm estranhos hábitos comportamentais, dão pouco valor a aquisição do conhecimento e menos ainda a qualquer linha de conduta ética. Por sua vez, os professores demonstram pouca apetência para exercer a missão grandiosa de transmitir, renovar e aperfeiçoar o conhecimento que lhe é inerente. E a religião? Ah!, a religião esqueceu sua significação, perdeu de vista o religare e se transformou em motivo de discórdia. As várias denominações brigam entre si e instigam nas pessoas e grupos a disputa por espaço.
PARA ONDE ESTAMOS CAMINHANDO? Filósofos da "modernidade" insinuam que a sociedade está passando por um período de transição. E que novos tempos trarão melhores dias para a humanidade. Esse discurso de transformação social começou com as contestações da sociedade e da ordem vigente feitas pelos jovens desde meados da década de 50 do século passado. E se ampliou como rastilho de pólvora mundo afora. A consumação desse novo ideal se dá em Woodstock, em agosto de 1969, cujo festival de música popularizou os hippies, deu a arrancada para a liberalização sexual, a resistência às mposições sociais e ao império das liberdades individuais sem limites. Esse movimento de Woodstock tem reflexos nos costumes e principalmente a música sofreu sua influência com o rock se tornando a coqueluche mundial. É a época de difusão de grupos musicais, pontificando os Beatles. Os acontecimentos que se seguiram a Woodstock mudaram a face do mundo ocidental. A mulher se emancipou, o movimento feminista se transformou numa força política de grande relevância; os costumes passaram por transformações radicais. As leis dos países ocidentais foram adaptadas a essa nova realidade e a sociedade teve uma nova formatação. Mudou a família, mudou a escola, mudaram as pessoas. Infelizmente, as pessoas não souberam aproveitar esse fluxo de liberdade e fizeram com que a sociedade se tornasse libertina. A indústria do sexo, a produção de bebidas alcoólicas, a propaganda aberta de coisas mais íntimas como langerie, a profusão dos motéis, o prazer como opção maior, a prostituição aberta, tudo isso descambou para o uso de drogas, que por sua vez multiplica esses fatores de riscos sociais e fomenta a violência. A criminalidade crescente assusta as pessoas comuns. Mas essas mesmas pessoas não percebem que suas maneiras de viver alimentam a violência dentro de casa, na escola e nas ruas.Nunca se matou tanto, nunca se precisou tanto de mais presídios; e os recursos que são destinados a administrar essa enorme catarse social faltam na educação, na saúde, na segurança e na prevenção de catástrofes naturais. Jovens são mortos por qualquer coisa; no trânsito, as discussões e brigas acabam não rato em mortes. Moças são abordadas e estupradas por criminosos dentro dos próprios campos universitários. Mulheres são cada vez mais vítimas da violência de um mudo sem rumos. Adolescentes e crianças são mortos por colegas dentro dos estabelecimentos escolares.Mentes doentias invadem escolas e matam colegas, crianças e adolescentes indefessos. Columbia (USA) e Realengo (RJ) são pontas de um mesmo novelo a se desfiar diante de uma sociedade perplexa. Homens e mulheres programam a morte do companheiro que deviam amar. Os crimes cibernéticos se avolumam numa velocidade que assusta. O espaço de tempo entre os eventos de violência se reduziu de uma forma tal que em vez de falar na construção de novas escolas para atender à crescente demanda populacional as autoridades estão empenhadas na construção de mais presídios de segurança máxima para a contenção da violência e na elaboração de novas leis capazes de reduzir os efeitos da criminalidade.
FALAMOS ATÉ AQUI DO MUNDO OCIDENTAL. Mas a avalanche de violência se espalha por todos os continentes e civilizações. No Oriente Médio ena África do note, principalmente nos centros de fé muçulmana, a apartação social entre os grupos em que se divide a sociedade islâmica, também apresenta seu viés de violência. Costumes seculares em que a sucessão política se fazia de forma patriarcal são agora contestados pela população desprovida de emprego, renda e escola aberta a todos. As insurgências nos países dessas regiões assumem caráter de discidências irreconciliáveis e a população armada busca alijar do poder os líderes que ali estão há décadas. Em outras partes da Ásia, onde a cultura também é islâmica, os fatos se repetem. Grupos armados querem derrubar seus líderes e facções mais mais radicais disseminam o terror entre seus semelhantes. Tanto lá como aqui, os mandamentos sagrados estão sendo jogados na lata de lixo. O que a Bíblia recomenda é o inverso do que se pratica na sociedade ocidental. E no oriente islâmico, grupos políticos e facções paramilitares não seguem a mensagem de paz transmitada através do Alcorão.
FINALMENTE, é preocupante o cenário político e social da humanidade. Todas essas mudanças têm inspiração capitalista. No Ocidente a palavra pluralizada reformas tem sido ditada pelo capitalismo que quer reduzir os direitos sociais das classes trabalhadoras para aumentar os lucros dos bancos, das grandes indústrias, dos fazendeiros e dos comerciantes. A sustentabilidade econômica pregada pelos economistas é uma falácia; o economês é uma lingua que busca explicar tudo o que é do interesse capitalista, ainda que essas coisas nunca sejam devidamente explicadas. No Oriente Médio, Ásia e África islamicos os interesses corporativos do grande capital ocidental estão por trás das insurgências que varrem essas regiões. A luta dos insurgentes, embora merecedora de todo apoio do espirito democrático ocidental, tem sido insuflada pelas potências ocidentais ávidas pelo petróleo de lá. Os grupos em litígios têm rendido excelentes lucros às fábricas de armas e munições do Ocidente, que os armaou Tanto lá como aqui, a religião se acomodou aos ditames econômicos, e caminha a reboque dos interesses corporativos dos grandes centros desenvolvidos do mundo. A ordem e a moral passam a ser refrões dos interesses de um mundo convulso, de rumos incertos e de consequências ainda não devidamente dimensionada.
-Comentário do leitor/seguidor: "AS PESSOAS VIVEM COMO SE NÃO HOUVESSE O AMANHÃ, COMO SE SUAS ATITUDES NÃO REFLETISSEM MAIS ADIANTE. EXISTE SIM, A LEI DA AÇÃO E DA REAÇÃO, TUDO QUE VAI, VOLTA: PALAVRAS, ATITUDES, ENFIM ESTAMOS INTERLIGADOS".
-Profª Solange Pereira da Silva
OS VALORES ÉTICOS AOS POUCOS VÃO SE EXTINGUINDO
FAMÍLIA, ESCOLA, RELIGIÃO, PARA QUE SERVEM?
O MUNDO TODO PARECE de pernas pro ar. A sociedade mudou radicalmente nos dias atuais. Os valores éticos defendidos por filósofos e educadores perderam espaço nas relações entre as pessoas. As autoridades constituídas não sabem mais o que fazer para ordenar as realções entre os cidadãos. A família já não consegue educar seus filhos- o que seria seu papel fundamental. Na escola, os alunos têm estranhos hábitos comportamentais, dão pouco valor a aquisição do conhecimento e menos ainda a qualquer linha de conduta ética. Por sua vez, os professores demonstram pouca apetência para exercer a missão grandiosa de transmitir, renovar e aperfeiçoar o conhecimento que lhe é inerente. E a religião? Ah!, a religião esqueceu sua significação, perdeu de vista o religare e se transformou em motivo de discórdia. As várias denominações brigam entre si e instigam nas pessoas e grupos a disputa por espaço.
PARA ONDE ESTAMOS CAMINHANDO? Filósofos da "modernidade" insinuam que a sociedade está passando por um período de transição. E que novos tempos trarão melhores dias para a humanidade. Esse discurso de transformação social começou com as contestações da sociedade e da ordem vigente feitas pelos jovens desde meados da década de 50 do século passado. E se ampliou como rastilho de pólvora mundo afora. A consumação desse novo ideal se dá em Woodstock, em agosto de 1969, cujo festival de música popularizou os hippies, deu a arrancada para a liberalização sexual, a resistência às mposições sociais e ao império das liberdades individuais sem limites. Esse movimento de Woodstock tem reflexos nos costumes e principalmente a música sofreu sua influência com o rock se tornando a coqueluche mundial. É a época de difusão de grupos musicais, pontificando os Beatles. Os acontecimentos que se seguiram a Woodstock mudaram a face do mundo ocidental. A mulher se emancipou, o movimento feminista se transformou numa força política de grande relevância; os costumes passaram por transformações radicais. As leis dos países ocidentais foram adaptadas a essa nova realidade e a sociedade teve uma nova formatação. Mudou a família, mudou a escola, mudaram as pessoas. Infelizmente, as pessoas não souberam aproveitar esse fluxo de liberdade e fizeram com que a sociedade se tornasse libertina. A indústria do sexo, a produção de bebidas alcoólicas, a propaganda aberta de coisas mais íntimas como langerie, a profusão dos motéis, o prazer como opção maior, a prostituição aberta, tudo isso descambou para o uso de drogas, que por sua vez multiplica esses fatores de riscos sociais e fomenta a violência. A criminalidade crescente assusta as pessoas comuns. Mas essas mesmas pessoas não percebem que suas maneiras de viver alimentam a violência dentro de casa, na escola e nas ruas.Nunca se matou tanto, nunca se precisou tanto de mais presídios; e os recursos que são destinados a administrar essa enorme catarse social faltam na educação, na saúde, na segurança e na prevenção de catástrofes naturais. Jovens são mortos por qualquer coisa; no trânsito, as discussões e brigas acabam não rato em mortes. Moças são abordadas e estupradas por criminosos dentro dos próprios campos universitários. Mulheres são cada vez mais vítimas da violência de um mudo sem rumos. Adolescentes e crianças são mortos por colegas dentro dos estabelecimentos escolares.Mentes doentias invadem escolas e matam colegas, crianças e adolescentes indefessos. Columbia (USA) e Realengo (RJ) são pontas de um mesmo novelo a se desfiar diante de uma sociedade perplexa. Homens e mulheres programam a morte do companheiro que deviam amar. Os crimes cibernéticos se avolumam numa velocidade que assusta. O espaço de tempo entre os eventos de violência se reduziu de uma forma tal que em vez de falar na construção de novas escolas para atender à crescente demanda populacional as autoridades estão empenhadas na construção de mais presídios de segurança máxima para a contenção da violência e na elaboração de novas leis capazes de reduzir os efeitos da criminalidade.
FALAMOS ATÉ AQUI DO MUNDO OCIDENTAL. Mas a avalanche de violência se espalha por todos os continentes e civilizações. No Oriente Médio ena África do note, principalmente nos centros de fé muçulmana, a apartação social entre os grupos em que se divide a sociedade islâmica, também apresenta seu viés de violência. Costumes seculares em que a sucessão política se fazia de forma patriarcal são agora contestados pela população desprovida de emprego, renda e escola aberta a todos. As insurgências nos países dessas regiões assumem caráter de discidências irreconciliáveis e a população armada busca alijar do poder os líderes que ali estão há décadas. Em outras partes da Ásia, onde a cultura também é islâmica, os fatos se repetem. Grupos armados querem derrubar seus líderes e facções mais mais radicais disseminam o terror entre seus semelhantes. Tanto lá como aqui, os mandamentos sagrados estão sendo jogados na lata de lixo. O que a Bíblia recomenda é o inverso do que se pratica na sociedade ocidental. E no oriente islâmico, grupos políticos e facções paramilitares não seguem a mensagem de paz transmitada através do Alcorão.
FINALMENTE, é preocupante o cenário político e social da humanidade. Todas essas mudanças têm inspiração capitalista. No Ocidente a palavra pluralizada reformas tem sido ditada pelo capitalismo que quer reduzir os direitos sociais das classes trabalhadoras para aumentar os lucros dos bancos, das grandes indústrias, dos fazendeiros e dos comerciantes. A sustentabilidade econômica pregada pelos economistas é uma falácia; o economês é uma lingua que busca explicar tudo o que é do interesse capitalista, ainda que essas coisas nunca sejam devidamente explicadas. No Oriente Médio, Ásia e África islamicos os interesses corporativos do grande capital ocidental estão por trás das insurgências que varrem essas regiões. A luta dos insurgentes, embora merecedora de todo apoio do espirito democrático ocidental, tem sido insuflada pelas potências ocidentais ávidas pelo petróleo de lá. Os grupos em litígios têm rendido excelentes lucros às fábricas de armas e munições do Ocidente, que os armaou Tanto lá como aqui, a religião se acomodou aos ditames econômicos, e caminha a reboque dos interesses corporativos dos grandes centros desenvolvidos do mundo. A ordem e a moral passam a ser refrões dos interesses de um mundo convulso, de rumos incertos e de consequências ainda não devidamente dimensionada.
-Comentário do leitor/seguidor: "AS PESSOAS VIVEM COMO SE NÃO HOUVESSE O AMANHÃ, COMO SE SUAS ATITUDES NÃO REFLETISSEM MAIS ADIANTE. EXISTE SIM, A LEI DA AÇÃO E DA REAÇÃO, TUDO QUE VAI, VOLTA: PALAVRAS, ATITUDES, ENFIM ESTAMOS INTERLIGADOS".
-Profª Solange Pereira da Silva
quarta-feira, 13 de abril de 2011
OS ESTADOS UNIDOS EXPORTAM TERROR
A UNIÃO EUROPÉIA TAMBÉM PARTICIPA DESSA CENA
GOVERNOS ÁRABES SÃO CÚMPLICES DESSA TRAIÇÃO
POR TRÁS DE TUDO ISSO HÁ UM BEM:PETRÓLEO
E A RÚSSIA, QUE PAPEL TEM NESSA "NOVA ORDEM"?
AS GUERRAS DE INSURGÊNCIA que vem dominando o noticiário internacional foram planejadas há muito tempo. Os Estados Unidos e a União Européia carecem cada vez mais do precioso petróleo produzido no Oriente Médio e no norte da África. De há muito, as potências ocidentais planejam uma forma de manter aberto um corredor por onde seja escoado o petróleo produzido naquelas regiões. Manter aberto esse corredor não tem preço. O Ocidente é responsável por muitas das ditaduras que massacraram populações árabes e africanas. Esses governos ditatoriais foram armados pelas potências ocidentias, muitas vezes de forma leviana. O embuste está presente nas relações diplomáticas que os países desenvolvidos do Ocidente vêm mantendo ao longo dos anos com governos que apoiam as ações dos Estados Unidos e Europa no Oriente Médio, África e em grande parte da Ásia. Essas relações promíscuas permitiram que esses governos se armassem para se materem no poder. O caso típico do Egito,que em seis décadas recebeu volumosos recursos dos Estados Unidos para manter uma posição de hegemonia numa determinada faixa do Oriente Médio, viabilizando a passagem pelo Canal de Suez do petróleo produzido na região com destino ao Ocidente. Nessas décadas, apenas dois governantes ocuparam o poder no Egito: Anuar Sadat, assassinado por membros de sua própria segurança durante evento em praça pública e Hosmi Mubarack, recentemente defenestrado do poder por ações de grupos insugentes. Anuar Sadat sucedeu a Abdel Nasser, depois de um período de intensa islamização do Egito. Há evidências de que os Estados Unidos estavam por trás dessas manobras revisionist
AS AÇÕES DAS POTÊNCIAS OCIDENTAISA, principalmente os Estados Unidos no caso do Egito, promoveram mudanças substanciais na política do Oriente Médio e África. As reações de países árabes mais radicais que prejudicavam os interesses ocidentais no Oriente Médio levaram a uma intervenção militar das potências ocidentais com interesses na região. Uma coalizão de vários países ocidentais(Estados Unidos, França, Inglaterra, entre outros) bombardeou o canal de Suez, inviabiizando-o por algum tempo. A economia dos países árabes entrou em colapso. Uma ação urdida nos gabinetes do Ocidente acabou encontrando uma solução que interessava às grandes potências e aos países desenvolvidos do Ocidente. Foi realizada uma limpesa e a reabertura do Canal de Suez. Desde então o fornecimento de petróleo foi normalizado e os países árabes se acomodaram a nova situação.
QUANDO KADAFI, na década de 80 tomou medidas extremadas que ameaçavam a livre circulação do petróleo pelas passagens estratégicas do Canal de Suez/Mar Vermelho/Golfo de Aden para os países estrangeiros, os Estados Unidos utilizaram sua frota no Mediterrâneo, e a partir de bases móveis (porta-aviões) atacaram as posições militares líbias, destruindo as forças de segurança da Líbia. Os foguetes teleguiados americanos acertaram alguns palácios de Kadafi, que por um triz não foi morto. Essas mesma ações militares da coalizão ocidental que no momento dizimam a Líbia com bombadeio por mar e ar têm relação direta com a política diplomática e os interesses econômicos do Ocidente no petróleo da Líbia. E na intenção de impedir que o governo de Kadafi possa fazer alguma coisa para dificultar a circulação dos petroleiros ocidentais pela parte do Mediterâneo que vai se afunilando para o Mar Vermelho, através do Canal de Suez. A "ação humanitária" dessa coalizão ocidental que bombardeia as posições de Kadafi para evitar que o sanguinário ditador continue massacrando a população civil é uma falácia do Ocidente. Os bombardeios da coalizão ocidental continuam matando civis inocentes na Líbia, incentivando grupos radicais que não medem consequências nas suas ações. Kadafi foi declarado "inimigo da humanidade". Tudo bem! E Busk, o filho, por que também não foi indicado como criminoso e levado ao Tribunal Internacional de Haia? O mesmo tratamento poderia também ser dispensado a Stalin. A questão é que a força do poder é que conta a história que ela urdiu. Os poderosos do Planeta, apoiados na força da economia e das armas, independentemente dos crimes que tenham praticado, sempre ficam impunes
NOS TEMPOS DA UNIÃO SOVIÉTICA, para balancear o poderio militar no Oriente Médio, norte da África e Ásia, a URSS infiltrou agentes nessas regiões, negociou acordos que beneficiavam os comunitstas. Através dessa estratégia, a URSS introduziu armas na região que foram parar nas mãos de grupos adversários das potências ocidentais. Em contrapartida, a indústria armementista do Ocidente vendeu armas a outros grupos antagônicos aos soviéticos e essas armas acabaram nas mãos de grupos de guerrilhas do Oriente. Pior: os Estados Unidos e países europeus armaram os países do Oriente Médio e norte da África, numa manobra em que os intermediários desse rendoso negócios de armas ficaram à vontade para venderem seus rifles, fuzis, morteiros, bazucas, granadas, aviões de combate e caça, bombas de toda espécie e munições para todo tipo de armas. Comprava mais quem tinha mais dinheiro. E os petrodólares dos árabes falaram mais alto. O Oriente Médio tornou-se uma panela de pressão preste a explodir. E essa panela de pressão está chiando nesses tempos de incertezas, e pode explodir nas mãos dos mais ousados e incautos. A longa guerra do Afeganistão permitiu que armas poderosas chegassem às mãos de grupos extremados que não medem consequências para impor suas ideologias. A guerra do Afeganistão deixou de ser uma luta provincial, quando a antiga URSS pretendia extender seu domínio, saiu da guerra diante da iminência de uma derrota desastrosa, e passou a ser uma guerra econômica, agora patrocinada pelos Estados Unidos e países europeus para assegurar uma rota de escoamento do petróleo do Azerbaidjão ainda não explorado e cobiçado pelo Ocidente e pela Russia. A guerra de fundo religioso que terminou na divisão da Índia criou uma situação inusitada naquela área. O Paquistão se afirmou como nação independente e passou a ter papel importante na Àsia. Governo manipulado pelos Estados Unidos, o Paquistão se tornou um aliado perigoso. Desenvolvendo armas nucleares, vivendo convulsões internas, o Paquistão de repente se transformou numa ponte entre os radicais islâmicos locais e os ultraconservadores afegãos do Taleban chefiados pelo Mular Omar. Já imaginou o Paquistão cair nas mãos desses radicais islâmicos do movimento religioso do Taleban? Bombas atômicas ou mesmo bombas sujas podem mudar o panorama dessa parte da Àsia e contaminar o Oriente Médio e boa parte da África. A Índia e a China, embora suas divergências políticas e suas intenções expansionistas, têm papel preponderante no equilíbrio desse cenário que se descortina na imaginação dos analistas políticos.
AS SUCESSIVAS INSURGÊNCIAS recentemente ocorridas em países da África do norte e Oriente Médio não têm nada de novo. São a continuidade dessa política de dominação patrocinada pelos Estados Unidos através do trabalho ousado e meticuloso da CIA e pelos países da Europa. Os mesmos ditadores que agora estão sendo varridos do poder nessas regiões esgotaram suas capacidades de servirem aos Estados Unidos e aos europeus. Enfraqueceram diante da insatisfação popular com os sistemas econômicos que oprimiam e continuam oprimindo as populações desses países. Numa manobra politico-diplomática, as potências ocidentais encontraram um meio de esvasiarem ainda mais esses governos que elas mesmas criaram e manteram no poder por tanto tempo. Agora, por meios que a imprensa internacional não divulga, armaram os insugentes e utiizando um antigo e já manjado planejamento estratégico bombardeiam as posições de defesa militar da Líbia , abrindo caminho para o avanço dos insurgentes. Difícil prever como isso tudo vai acabar. Mas uma coisas é certa: o poder de "convencimento" das potências ocidentais se estriba na força que elas sabem usar quando e como querem.
Quando George W. Bush invadiu o Iraque na verdade os Estados Unidos já haviam dizimado o país através de bombadeios secretos e seletivos das bases militares de Sadan Hussein que não eram divulgados pela mídia. Os tanques, os aviões, os depósitos de armamentos, a infraestrutura produtiva do Iraque já haviam sido totalmente destruidos quando as tropas americanas chegaram lá. As armas de destruição em massa que teriam legitimado a invasão e que teriam sido produzidas por Sadan Hussein foram um pretexto fajuto para a invasão do Iraque, posterior prisão do mandatário e seu enforcamento em praça pública.
NA LÍBIA, O QUADRO não é diferente. Como não é diferente no Egito, na Jordânia, na Arábia Saudita e não foi nos outros países da África e do Oriente Médio que ainda vivem os efeitos da insugência. Na verdade, manobras das potências ocidentais para manter abertas as vias de escoamento do rico petróleo que alimenta o parque industrial do Ocidente. Não se isente de culpa aqui a Rússia. Depois do fim da URSS, Moscou continuou com a mesma política agressiva e sorrateira do antigo sistema político. Mas a situação da Rússia não é nada confortável. Cercada de nações de cultura muçulmana, Moscou precisa estar vigilante para não ser atingida em cheio por atos terroristas que destruam sua já enfraquecida infraestrutura industrial.
RESTA LEMBRAR UM DETALHE de suma importância imbutido nas seguintes perguntas: a convulsão políica e social porque passa atualmente o Oriente Médio e parte da África Islâmica é isso mesmo que está sendo noticiado pelas agências? Ou há por trás disso um movimento revisionista, de reafirmação dos valores islâmicos, com redifinição das posições desses países com relação ao Ocidente? E a dsputa entre Israel e os Palestinos, como vai se acomodar? É esperar a marcha dos acontecimentos para saber o que está acontecendo de fato.
A UNIÃO EUROPÉIA TAMBÉM PARTICIPA DESSA CENA
GOVERNOS ÁRABES SÃO CÚMPLICES DESSA TRAIÇÃO
POR TRÁS DE TUDO ISSO HÁ UM BEM:PETRÓLEO
E A RÚSSIA, QUE PAPEL TEM NESSA "NOVA ORDEM"?
AS GUERRAS DE INSURGÊNCIA que vem dominando o noticiário internacional foram planejadas há muito tempo. Os Estados Unidos e a União Européia carecem cada vez mais do precioso petróleo produzido no Oriente Médio e no norte da África. De há muito, as potências ocidentais planejam uma forma de manter aberto um corredor por onde seja escoado o petróleo produzido naquelas regiões. Manter aberto esse corredor não tem preço. O Ocidente é responsável por muitas das ditaduras que massacraram populações árabes e africanas. Esses governos ditatoriais foram armados pelas potências ocidentias, muitas vezes de forma leviana. O embuste está presente nas relações diplomáticas que os países desenvolvidos do Ocidente vêm mantendo ao longo dos anos com governos que apoiam as ações dos Estados Unidos e Europa no Oriente Médio, África e em grande parte da Ásia. Essas relações promíscuas permitiram que esses governos se armassem para se materem no poder. O caso típico do Egito,que em seis décadas recebeu volumosos recursos dos Estados Unidos para manter uma posição de hegemonia numa determinada faixa do Oriente Médio, viabilizando a passagem pelo Canal de Suez do petróleo produzido na região com destino ao Ocidente. Nessas décadas, apenas dois governantes ocuparam o poder no Egito: Anuar Sadat, assassinado por membros de sua própria segurança durante evento em praça pública e Hosmi Mubarack, recentemente defenestrado do poder por ações de grupos insugentes. Anuar Sadat sucedeu a Abdel Nasser, depois de um período de intensa islamização do Egito. Há evidências de que os Estados Unidos estavam por trás dessas manobras revisionist
AS AÇÕES DAS POTÊNCIAS OCIDENTAISA, principalmente os Estados Unidos no caso do Egito, promoveram mudanças substanciais na política do Oriente Médio e África. As reações de países árabes mais radicais que prejudicavam os interesses ocidentais no Oriente Médio levaram a uma intervenção militar das potências ocidentais com interesses na região. Uma coalizão de vários países ocidentais(Estados Unidos, França, Inglaterra, entre outros) bombardeou o canal de Suez, inviabiizando-o por algum tempo. A economia dos países árabes entrou em colapso. Uma ação urdida nos gabinetes do Ocidente acabou encontrando uma solução que interessava às grandes potências e aos países desenvolvidos do Ocidente. Foi realizada uma limpesa e a reabertura do Canal de Suez. Desde então o fornecimento de petróleo foi normalizado e os países árabes se acomodaram a nova situação.
QUANDO KADAFI, na década de 80 tomou medidas extremadas que ameaçavam a livre circulação do petróleo pelas passagens estratégicas do Canal de Suez/Mar Vermelho/Golfo de Aden para os países estrangeiros, os Estados Unidos utilizaram sua frota no Mediterrâneo, e a partir de bases móveis (porta-aviões) atacaram as posições militares líbias, destruindo as forças de segurança da Líbia. Os foguetes teleguiados americanos acertaram alguns palácios de Kadafi, que por um triz não foi morto. Essas mesma ações militares da coalizão ocidental que no momento dizimam a Líbia com bombadeio por mar e ar têm relação direta com a política diplomática e os interesses econômicos do Ocidente no petróleo da Líbia. E na intenção de impedir que o governo de Kadafi possa fazer alguma coisa para dificultar a circulação dos petroleiros ocidentais pela parte do Mediterâneo que vai se afunilando para o Mar Vermelho, através do Canal de Suez. A "ação humanitária" dessa coalizão ocidental que bombardeia as posições de Kadafi para evitar que o sanguinário ditador continue massacrando a população civil é uma falácia do Ocidente. Os bombardeios da coalizão ocidental continuam matando civis inocentes na Líbia, incentivando grupos radicais que não medem consequências nas suas ações. Kadafi foi declarado "inimigo da humanidade". Tudo bem! E Busk, o filho, por que também não foi indicado como criminoso e levado ao Tribunal Internacional de Haia? O mesmo tratamento poderia também ser dispensado a Stalin. A questão é que a força do poder é que conta a história que ela urdiu. Os poderosos do Planeta, apoiados na força da economia e das armas, independentemente dos crimes que tenham praticado, sempre ficam impunes
NOS TEMPOS DA UNIÃO SOVIÉTICA, para balancear o poderio militar no Oriente Médio, norte da África e Ásia, a URSS infiltrou agentes nessas regiões, negociou acordos que beneficiavam os comunitstas. Através dessa estratégia, a URSS introduziu armas na região que foram parar nas mãos de grupos adversários das potências ocidentais. Em contrapartida, a indústria armementista do Ocidente vendeu armas a outros grupos antagônicos aos soviéticos e essas armas acabaram nas mãos de grupos de guerrilhas do Oriente. Pior: os Estados Unidos e países europeus armaram os países do Oriente Médio e norte da África, numa manobra em que os intermediários desse rendoso negócios de armas ficaram à vontade para venderem seus rifles, fuzis, morteiros, bazucas, granadas, aviões de combate e caça, bombas de toda espécie e munições para todo tipo de armas. Comprava mais quem tinha mais dinheiro. E os petrodólares dos árabes falaram mais alto. O Oriente Médio tornou-se uma panela de pressão preste a explodir. E essa panela de pressão está chiando nesses tempos de incertezas, e pode explodir nas mãos dos mais ousados e incautos. A longa guerra do Afeganistão permitiu que armas poderosas chegassem às mãos de grupos extremados que não medem consequências para impor suas ideologias. A guerra do Afeganistão deixou de ser uma luta provincial, quando a antiga URSS pretendia extender seu domínio, saiu da guerra diante da iminência de uma derrota desastrosa, e passou a ser uma guerra econômica, agora patrocinada pelos Estados Unidos e países europeus para assegurar uma rota de escoamento do petróleo do Azerbaidjão ainda não explorado e cobiçado pelo Ocidente e pela Russia. A guerra de fundo religioso que terminou na divisão da Índia criou uma situação inusitada naquela área. O Paquistão se afirmou como nação independente e passou a ter papel importante na Àsia. Governo manipulado pelos Estados Unidos, o Paquistão se tornou um aliado perigoso. Desenvolvendo armas nucleares, vivendo convulsões internas, o Paquistão de repente se transformou numa ponte entre os radicais islâmicos locais e os ultraconservadores afegãos do Taleban chefiados pelo Mular Omar. Já imaginou o Paquistão cair nas mãos desses radicais islâmicos do movimento religioso do Taleban? Bombas atômicas ou mesmo bombas sujas podem mudar o panorama dessa parte da Àsia e contaminar o Oriente Médio e boa parte da África. A Índia e a China, embora suas divergências políticas e suas intenções expansionistas, têm papel preponderante no equilíbrio desse cenário que se descortina na imaginação dos analistas políticos.
AS SUCESSIVAS INSURGÊNCIAS recentemente ocorridas em países da África do norte e Oriente Médio não têm nada de novo. São a continuidade dessa política de dominação patrocinada pelos Estados Unidos através do trabalho ousado e meticuloso da CIA e pelos países da Europa. Os mesmos ditadores que agora estão sendo varridos do poder nessas regiões esgotaram suas capacidades de servirem aos Estados Unidos e aos europeus. Enfraqueceram diante da insatisfação popular com os sistemas econômicos que oprimiam e continuam oprimindo as populações desses países. Numa manobra politico-diplomática, as potências ocidentais encontraram um meio de esvasiarem ainda mais esses governos que elas mesmas criaram e manteram no poder por tanto tempo. Agora, por meios que a imprensa internacional não divulga, armaram os insugentes e utiizando um antigo e já manjado planejamento estratégico bombardeiam as posições de defesa militar da Líbia , abrindo caminho para o avanço dos insurgentes. Difícil prever como isso tudo vai acabar. Mas uma coisas é certa: o poder de "convencimento" das potências ocidentais se estriba na força que elas sabem usar quando e como querem.
Quando George W. Bush invadiu o Iraque na verdade os Estados Unidos já haviam dizimado o país através de bombadeios secretos e seletivos das bases militares de Sadan Hussein que não eram divulgados pela mídia. Os tanques, os aviões, os depósitos de armamentos, a infraestrutura produtiva do Iraque já haviam sido totalmente destruidos quando as tropas americanas chegaram lá. As armas de destruição em massa que teriam legitimado a invasão e que teriam sido produzidas por Sadan Hussein foram um pretexto fajuto para a invasão do Iraque, posterior prisão do mandatário e seu enforcamento em praça pública.
NA LÍBIA, O QUADRO não é diferente. Como não é diferente no Egito, na Jordânia, na Arábia Saudita e não foi nos outros países da África e do Oriente Médio que ainda vivem os efeitos da insugência. Na verdade, manobras das potências ocidentais para manter abertas as vias de escoamento do rico petróleo que alimenta o parque industrial do Ocidente. Não se isente de culpa aqui a Rússia. Depois do fim da URSS, Moscou continuou com a mesma política agressiva e sorrateira do antigo sistema político. Mas a situação da Rússia não é nada confortável. Cercada de nações de cultura muçulmana, Moscou precisa estar vigilante para não ser atingida em cheio por atos terroristas que destruam sua já enfraquecida infraestrutura industrial.
RESTA LEMBRAR UM DETALHE de suma importância imbutido nas seguintes perguntas: a convulsão políica e social porque passa atualmente o Oriente Médio e parte da África Islâmica é isso mesmo que está sendo noticiado pelas agências? Ou há por trás disso um movimento revisionista, de reafirmação dos valores islâmicos, com redifinição das posições desses países com relação ao Ocidente? E a dsputa entre Israel e os Palestinos, como vai se acomodar? É esperar a marcha dos acontecimentos para saber o que está acontecendo de fato.
sábado, 9 de abril de 2011
HOMEM MATA 12 CRIANÇAS NUMA ESCOLA E FERE 18
EXECUÇÃO DE MENINAS INDICA REPRESAMENTO DE EMOÇÕES FERIDAS
A ESCOLA E A FAMÍLIA NEGLIGENCIARAM SEU PAPEL NESSE EPISÓDIO
AO QUE PARECE HOUVE POUCA ATENÇÃO AO ITEM SEGURANÇA
Nessa 5ª-feira, 07 de abril, a cidade do Rio de Janeiro viveu um desses dias de cão que jamais se apagará da memória da população carioca. Um homem de conduta estranha que morava só, fora adotado ainda criança e cuja mãe adotiva morreu há pouco mais de 1 ano, tinha o hábito de passar longo tempo de sua vida na frente de um computador. Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, matou a tiros 12 crianças e adolescente - 10 meninas e 2 meninos - alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, no Realengo, Rio de Janeiro.E deixou mais 18 feridos, alguns gravemente.A cena macabra chocou pelo instinto perverso demonstrado pelo criminoso. Armado com duas pistolas (uma calibre 38 e outra de calibre 32), portando grande quantidade de munição e um abastecedor automático, o criminoso começou a alvejar crianças já na frente da escola. O estalecimento escolar comemorava 40 anos de inauguração e alguns ex-alunos estariam participando de dpoimentos programados pela direção da escola. Depois de alvejar as crianças fora da escola, Wellington passou pelo portão com uma bolsa sem ser incomodado pela vigilância, encontrou uma professora a quem disse que "iria fazer uma palestra". No interior da escola, entrou numa sala de aula, tirou as armas da bolsa, confinou os alunos num canto da paredee e começou a atirar neles. Talvez como explosão de emoções feridas represadas escolheu como alvo preferencial as meninas. Saiu da sala, passou a um piso superior, recarregou a arma, retornou à sala e recomeçou a atirar impiedosamente nas crianças. Até que na sua frente apareceu um sargento PM que avisado por alunos em fuga penetrou na escola e depois de breve caça, se viu diante do criminoso, que atirou contra ele. O sargento revidou, alvejando o assassino, que caiu sobre os degraus da escada entre o 1º e 2º pisos. Informações oficiais dão conta de que o criminoso teria se suicidado. O pânico se estabeleceu dentro e fora da escola, com alunos desesperados tentando fugir e pais em pavorosa busca dos filhos que estudavam no estabelecimento.
Histórias de crimes bárbaros e execuções em massa em escolas são comuns nos Estados Unidos onde existe grande quantidade de armas de fogo nas mãos da população e onde as facilidades para sua compra estimula o porte de armas entre os americanos. Não precisa detalhar aqui os casos de crimes registrados nos Estados Unidos, de vez que ainda não desapareceram da memória das pessoas as terríveis execuções em escolas ali praticadas principalmente por jovens e adolescentes. Os Estados Unidos são uma sociedade violenta, que transformou o consumo numa compulsão. Já não se estranha o noticiário de crimes bárbaros oriundos do Tio Sam. Sua cultura é a da superioridade e hegemonia e sua economia desconhece limites éticos. A mesma violência com que os cidadãos americanos se agridem, discrimam os imigrantes e difundem internamente o terror é usada pelo governo norte-americano para se impor às nações economicamente dependentes deste e de outros continentes. Eles, os americanos, se consideram acima do bem e do mal.
O MASSACRE, SUAS CAUSAS E SIGNIFICDO
Que motivos teriam levado Wellington a perpetrar tamanha insensatez? Muitas são as explicações até agora dadas por profissionais de segurança, psiquiátras e sociólogos e autoridades constituidas ouvidos pela mídia. Essas explicações não respondem exatamente aos lamentáveis fatos que geraram tanta comoção no Brasil e no mundo. As perguntas continuarão a ser feitas pelas pessoas simples do povo que buscam respostas para tanta barbárie. Deixando de lado essas explicações próprias de momentos como esse vivido pela população de Realengo (RJ), e de domínio geral, há que se considerar a vida atormentada levada pelo criminoso. Filho de mãe esquizofrênica, adotado por uma tia, também portadora de problemas mentais; discriminado na escola por seu temperamento reservado, rejeitado pelas meninas de sua faixa etária, provavelmente abusado sexualmente dentro da escola e talvez vítima de agressões no interior da mesma, Wellington era um projeto psicossocial fadado ao fracasso. Com certeza teria estudado técnicas de tiro ao alvo, provavelmente usava o computador de casa para assistir filmes de teor agressivo e treinar técnicas de execução; adquiriu duas armas e um carregador automático. Pior: não se sabe se cristão ou muçulmano, mas a verdade é que Wellington aderiu a algum tipo de fé radical, desenvolvendo idéias fortemente fanáticas. Isolado em sua casa (morava só), tinha na cabeça o propósito de vingar-se da sociedade que o rejeitava; e como todo processo de rejeição presente na mente doentia de Wellington começara predominantemente na escola onde estudara o ensino fundamental, natural era que por ali começasse a pôr em prática seus propósitos.A lembrança de uma família desestruturada que não lhe soube dá suporte afetivo e educacional na infância talvez não fosse tão forte como as imagens da adolescência na escola fundamental marcadas em sua memória.
Nas proporções do número de mortes e violência do caso da Escola Tasso da Silveira, não há nos registros policiais do Rio ou do Brasil caso semelhante. Repetem-se no País episódios que se tornaram comuns nos Estados Unidos e em alguns países europeus. Importamos, via globalização, métodos de execução em massa só conhecidos nos países acima citados. Na medida em que adotamos conteudos comportamentais importados nos afastamos dos tradicionais padrões éticos de nossa cultura. A maneira de comer, a forma de vestir, o lazer diário, tudo hoje em nossas vidas sofre a interferência estrangeira. E no bojo dessa dependência nos inserimos também na trilha da violência instigada pelos enlatados cinematográficos, música, vídeos e áudios e livros importados. A globalização destrói valores éticos dos povos economicamente dependentes e seus efeitos socialmente perniciosos se fazem presentes em cada momento de nossas existências.
SINAIS DE ALERTA
Cuidado! Um Wellington pode está dentro de sua casa. A sociedade que Wellington feriu de morte tem sua parcela de culpa no episódio da Escola Tasso da Silveira. Os sinais emitidos por Wellington Oliveira não foram tão sutis assim. Discriminado na escola, ele se fechou dentro de si; abandonado pela família, se isolou da sociedade. Centenas - talvez milhares - de Wellington estão por ai. Pode ser seu irmão, leitor(a), um sobrinho ou parente de qualquer grau. Se não houver a compreensão de que é necessário ficar atento às anomalias desenvolvidas pelas crianças ou por indivíduos na fase de adolescência, será impossível identificar nos indivíduos essas tendências anômalas; se a família e a escola não estão preparadas para desempenhar esse papel preventivo, dificilmente se evitará a repetição de episódios como o de Realengo. Escola e famíla, órgãos comunitários com seus departamentos de apoio psicológico e educacional falharam nesse item. Não perceberam as reações que um jovem acuado pelo preconceito e de mente fortemente perturbada pode apresentar no seu meio social. É indispensável prever, conduzir, tratar adequadamente ou condicionar e até confinar crianças e jovens que apresentem evidências de mente patológica. E Wellington apresentava essas anomalias.
ÀS FAMÍLIAS DA VÍTIMAS FATAIS, AS CONDOLÊNCIAS DO BLOG; ÀS SOCIEDADES CARIOCA E BRASILEIRA, ENLUTADAS POR ESSE TRISTE EPISÓDIO, NOSSA SOLIDARIEDADE.
-TEXTO EDITADO NA 6ª-FEIRA,8, MAS SOMENTE POSTADO HOJE POR PROBLEMAS TÉCNICOS.
EXECUÇÃO DE MENINAS INDICA REPRESAMENTO DE EMOÇÕES FERIDAS
A ESCOLA E A FAMÍLIA NEGLIGENCIARAM SEU PAPEL NESSE EPISÓDIO
AO QUE PARECE HOUVE POUCA ATENÇÃO AO ITEM SEGURANÇA
Nessa 5ª-feira, 07 de abril, a cidade do Rio de Janeiro viveu um desses dias de cão que jamais se apagará da memória da população carioca. Um homem de conduta estranha que morava só, fora adotado ainda criança e cuja mãe adotiva morreu há pouco mais de 1 ano, tinha o hábito de passar longo tempo de sua vida na frente de um computador. Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, matou a tiros 12 crianças e adolescente - 10 meninas e 2 meninos - alunos da Escola Municipal Tasso da Silveira, no Realengo, Rio de Janeiro.E deixou mais 18 feridos, alguns gravemente.A cena macabra chocou pelo instinto perverso demonstrado pelo criminoso. Armado com duas pistolas (uma calibre 38 e outra de calibre 32), portando grande quantidade de munição e um abastecedor automático, o criminoso começou a alvejar crianças já na frente da escola. O estalecimento escolar comemorava 40 anos de inauguração e alguns ex-alunos estariam participando de dpoimentos programados pela direção da escola. Depois de alvejar as crianças fora da escola, Wellington passou pelo portão com uma bolsa sem ser incomodado pela vigilância, encontrou uma professora a quem disse que "iria fazer uma palestra". No interior da escola, entrou numa sala de aula, tirou as armas da bolsa, confinou os alunos num canto da paredee e começou a atirar neles. Talvez como explosão de emoções feridas represadas escolheu como alvo preferencial as meninas. Saiu da sala, passou a um piso superior, recarregou a arma, retornou à sala e recomeçou a atirar impiedosamente nas crianças. Até que na sua frente apareceu um sargento PM que avisado por alunos em fuga penetrou na escola e depois de breve caça, se viu diante do criminoso, que atirou contra ele. O sargento revidou, alvejando o assassino, que caiu sobre os degraus da escada entre o 1º e 2º pisos. Informações oficiais dão conta de que o criminoso teria se suicidado. O pânico se estabeleceu dentro e fora da escola, com alunos desesperados tentando fugir e pais em pavorosa busca dos filhos que estudavam no estabelecimento.
Histórias de crimes bárbaros e execuções em massa em escolas são comuns nos Estados Unidos onde existe grande quantidade de armas de fogo nas mãos da população e onde as facilidades para sua compra estimula o porte de armas entre os americanos. Não precisa detalhar aqui os casos de crimes registrados nos Estados Unidos, de vez que ainda não desapareceram da memória das pessoas as terríveis execuções em escolas ali praticadas principalmente por jovens e adolescentes. Os Estados Unidos são uma sociedade violenta, que transformou o consumo numa compulsão. Já não se estranha o noticiário de crimes bárbaros oriundos do Tio Sam. Sua cultura é a da superioridade e hegemonia e sua economia desconhece limites éticos. A mesma violência com que os cidadãos americanos se agridem, discrimam os imigrantes e difundem internamente o terror é usada pelo governo norte-americano para se impor às nações economicamente dependentes deste e de outros continentes. Eles, os americanos, se consideram acima do bem e do mal.
O MASSACRE, SUAS CAUSAS E SIGNIFICDO
Que motivos teriam levado Wellington a perpetrar tamanha insensatez? Muitas são as explicações até agora dadas por profissionais de segurança, psiquiátras e sociólogos e autoridades constituidas ouvidos pela mídia. Essas explicações não respondem exatamente aos lamentáveis fatos que geraram tanta comoção no Brasil e no mundo. As perguntas continuarão a ser feitas pelas pessoas simples do povo que buscam respostas para tanta barbárie. Deixando de lado essas explicações próprias de momentos como esse vivido pela população de Realengo (RJ), e de domínio geral, há que se considerar a vida atormentada levada pelo criminoso. Filho de mãe esquizofrênica, adotado por uma tia, também portadora de problemas mentais; discriminado na escola por seu temperamento reservado, rejeitado pelas meninas de sua faixa etária, provavelmente abusado sexualmente dentro da escola e talvez vítima de agressões no interior da mesma, Wellington era um projeto psicossocial fadado ao fracasso. Com certeza teria estudado técnicas de tiro ao alvo, provavelmente usava o computador de casa para assistir filmes de teor agressivo e treinar técnicas de execução; adquiriu duas armas e um carregador automático. Pior: não se sabe se cristão ou muçulmano, mas a verdade é que Wellington aderiu a algum tipo de fé radical, desenvolvendo idéias fortemente fanáticas. Isolado em sua casa (morava só), tinha na cabeça o propósito de vingar-se da sociedade que o rejeitava; e como todo processo de rejeição presente na mente doentia de Wellington começara predominantemente na escola onde estudara o ensino fundamental, natural era que por ali começasse a pôr em prática seus propósitos.A lembrança de uma família desestruturada que não lhe soube dá suporte afetivo e educacional na infância talvez não fosse tão forte como as imagens da adolescência na escola fundamental marcadas em sua memória.
Nas proporções do número de mortes e violência do caso da Escola Tasso da Silveira, não há nos registros policiais do Rio ou do Brasil caso semelhante. Repetem-se no País episódios que se tornaram comuns nos Estados Unidos e em alguns países europeus. Importamos, via globalização, métodos de execução em massa só conhecidos nos países acima citados. Na medida em que adotamos conteudos comportamentais importados nos afastamos dos tradicionais padrões éticos de nossa cultura. A maneira de comer, a forma de vestir, o lazer diário, tudo hoje em nossas vidas sofre a interferência estrangeira. E no bojo dessa dependência nos inserimos também na trilha da violência instigada pelos enlatados cinematográficos, música, vídeos e áudios e livros importados. A globalização destrói valores éticos dos povos economicamente dependentes e seus efeitos socialmente perniciosos se fazem presentes em cada momento de nossas existências.
SINAIS DE ALERTA
Cuidado! Um Wellington pode está dentro de sua casa. A sociedade que Wellington feriu de morte tem sua parcela de culpa no episódio da Escola Tasso da Silveira. Os sinais emitidos por Wellington Oliveira não foram tão sutis assim. Discriminado na escola, ele se fechou dentro de si; abandonado pela família, se isolou da sociedade. Centenas - talvez milhares - de Wellington estão por ai. Pode ser seu irmão, leitor(a), um sobrinho ou parente de qualquer grau. Se não houver a compreensão de que é necessário ficar atento às anomalias desenvolvidas pelas crianças ou por indivíduos na fase de adolescência, será impossível identificar nos indivíduos essas tendências anômalas; se a família e a escola não estão preparadas para desempenhar esse papel preventivo, dificilmente se evitará a repetição de episódios como o de Realengo. Escola e famíla, órgãos comunitários com seus departamentos de apoio psicológico e educacional falharam nesse item. Não perceberam as reações que um jovem acuado pelo preconceito e de mente fortemente perturbada pode apresentar no seu meio social. É indispensável prever, conduzir, tratar adequadamente ou condicionar e até confinar crianças e jovens que apresentem evidências de mente patológica. E Wellington apresentava essas anomalias.
ÀS FAMÍLIAS DA VÍTIMAS FATAIS, AS CONDOLÊNCIAS DO BLOG; ÀS SOCIEDADES CARIOCA E BRASILEIRA, ENLUTADAS POR ESSE TRISTE EPISÓDIO, NOSSA SOLIDARIEDADE.
-TEXTO EDITADO NA 6ª-FEIRA,8, MAS SOMENTE POSTADO HOJE POR PROBLEMAS TÉCNICOS.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
UPAs - UM ATENDIMENTO DE 1ª
A população da Região Metropolitana do Recife vem percebendo acentuada melhoria no atendimento de emergência da área. As emergências dos grandes hospitais (HR, HGV, HBL, HOF e Policlínicas) estão menos congestionadas, em alguns casos fluem sem congestionamento. Desapareceram as macas com pacientes acidentados, idosos e com outros problemas de saúde entupindo os corredores desses hospitais, num triste espetáculo que afligia famílias de doentes e compungia a sociedade.
A explicação para essa transformação no panorama da emergência médica da RMR vem com uma sigla: "UPA". As Unidades de Pronto Atendimento montadas pelo Governo do Estado começam a dominar a cena arquitetônica, social e médica da RMR, ofrecendo à população alvo atendimento emergencial de qualidade, rápido e humanizado. Com seu modelo de triagem em que pessoas habilitadas classificam a demanda por gravidade do caso, idade, emergência e urgência e outros parâmetros, as UPAs vêm agilizando o atendimento do grande número de pessoas que as procuram e aliviando a pressão que existia sobre as emergência públicas do grandes hospitais. Tive vários parentes e amigos acidentados atendidos numa UPA. E todos relatam a quaidae dos serviços prestados por esse novo serviço. Minha esposa e minha neta, a primeira com 61 anos e outra com 21 anos, ambas vítimas de acidentes, afirmaram satisfeitas após falar com os médicos que "o atendimento daa UPAs é de 1ª mundo".
Para garantir a permanência dessa qualidade do atendimento é necessário que se faça a manutenção dos equipamentos de exames por imagem de que são dotadas as UPAs, mantenha-se médicos nos plantões e se cuide da conservação das instalações onde essas unidades funcionam. É bom que o Governo do Estado aproveite esse bom momento por que passa e programe a construção de novas Unidades de Pronto Atendimento em áreas estratégicas dos grandes centros urbanos. E construa mais hospitais de referência das UPAs de forma a se consolidar a cadeia de atendimento médcio instaurada conforme promessas de campanha. Uma boa éstrutura de saúde é aquela em que a capacidade instalada esteja à altura de atender a demanda crescente por serviços de emergência e urgência. As prefeituras tem uma papel importante a desempenhar no apoio ao trabalho das Unidades de Pronto Atendimento. Aparelhando seus postos de atendimento básico à saude, melhorando, ampliando e treinando as agentes de saúde da PSFe dotando suas policlínicas de material, equipamento, pessoal administrativo e médicos.
O povo trabalhador merece um tratamento como o que vem sendo dispensado pelas UPAs.
A população da Região Metropolitana do Recife vem percebendo acentuada melhoria no atendimento de emergência da área. As emergências dos grandes hospitais (HR, HGV, HBL, HOF e Policlínicas) estão menos congestionadas, em alguns casos fluem sem congestionamento. Desapareceram as macas com pacientes acidentados, idosos e com outros problemas de saúde entupindo os corredores desses hospitais, num triste espetáculo que afligia famílias de doentes e compungia a sociedade.
A explicação para essa transformação no panorama da emergência médica da RMR vem com uma sigla: "UPA". As Unidades de Pronto Atendimento montadas pelo Governo do Estado começam a dominar a cena arquitetônica, social e médica da RMR, ofrecendo à população alvo atendimento emergencial de qualidade, rápido e humanizado. Com seu modelo de triagem em que pessoas habilitadas classificam a demanda por gravidade do caso, idade, emergência e urgência e outros parâmetros, as UPAs vêm agilizando o atendimento do grande número de pessoas que as procuram e aliviando a pressão que existia sobre as emergência públicas do grandes hospitais. Tive vários parentes e amigos acidentados atendidos numa UPA. E todos relatam a quaidae dos serviços prestados por esse novo serviço. Minha esposa e minha neta, a primeira com 61 anos e outra com 21 anos, ambas vítimas de acidentes, afirmaram satisfeitas após falar com os médicos que "o atendimento daa UPAs é de 1ª mundo".
Para garantir a permanência dessa qualidade do atendimento é necessário que se faça a manutenção dos equipamentos de exames por imagem de que são dotadas as UPAs, mantenha-se médicos nos plantões e se cuide da conservação das instalações onde essas unidades funcionam. É bom que o Governo do Estado aproveite esse bom momento por que passa e programe a construção de novas Unidades de Pronto Atendimento em áreas estratégicas dos grandes centros urbanos. E construa mais hospitais de referência das UPAs de forma a se consolidar a cadeia de atendimento médcio instaurada conforme promessas de campanha. Uma boa éstrutura de saúde é aquela em que a capacidade instalada esteja à altura de atender a demanda crescente por serviços de emergência e urgência. As prefeituras tem uma papel importante a desempenhar no apoio ao trabalho das Unidades de Pronto Atendimento. Aparelhando seus postos de atendimento básico à saude, melhorando, ampliando e treinando as agentes de saúde da PSFe dotando suas policlínicas de material, equipamento, pessoal administrativo e médicos.
O povo trabalhador merece um tratamento como o que vem sendo dispensado pelas UPAs.
sábado, 2 de abril de 2011
ARROUBOS DA INTOLERÂNCIA
Não se pode confirmar se o pastor levou a cabo sua ameaça. Mas em resposta, ativistas muçulmanos invadiram um escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) no Afeganistão onde destruíram parte das edificações, queimaram as instalações, danificaram arquivos. As agências de notícias informam que muitas pessoas foram mortas e outras mais ficaram feridas, algumas gravemente. Ainda uma vez, não se pode confirmas as informações, mas há notícias de pessoas degoladas pela multidão em fúria. Essas mesmas agências, que são ocidentais, dão conta de que os manifestantes "procuravam por norte-americanos". Era uma multidão forjada na fé muçulmana buscando vingar-se de um sacrilégio, uma agressão à sua fé. E cada norte-americano presente no Afeganistão representava o pastor que insanamente pregou a queima do livro sagrado do islã. Ainda está presente na memória das pessoas o episódio do poeta inglês que publicou versos sobre os islã, chamando-os de "satânicos". Todos lembram dos problemas que esse escritor europeu enfrentou depois dessa sua ação insensata.
Há exageros de ambos os lados, exacerbação de ânimos e até forte conotação fanática. É bom relembrar que o ditador líbio Muamar Kadafi, nos seus tempos áureos, mandou destruir todos os símbolos ocidentais presentes na Líbia. Livros, moveis, utensílios domésticos, pinturas, gravuras, guitarras, violões, tudo que identificassem a cultura do ocidente foi queimado. Essa é uma guerra cultural de séculos; vem desde as Cruzadas, quando os reis católicos europeus tentaram "reconquistar" a terra onde floresceu o Cristianismo. A Índia politeísta tem sua tradição montada no Livro dos Vedas (na verdade, uma coleção de livros), os árabes formaram sua cultura religiosa paralela ao Judaísmo e chegaram ao monoteísmo têm no Alcorão seu livro sagrado. Os Cristãos se alicerçam na Bíblia, que conta a história do povo hebreu na sua versão de Velho Testamento e formata um sistema de conduta e fé ditadas pelo Novo Testamento. Há uma infinidade de doutrinas religiosas ao redor do mundo, que seria enfadonho e inapropriado relatar aqui.
O que impressiona o observador não comprometido é esse clima de tensão que cada vez mais se acirra entre as religiões. Principalmente o Cristianismo e o Islamismo. O blog já analisou os aspectos econômicos das guerras entre os povos dessas duas culturas. Voltaremos a discutir a questão, sob o tríplice aspecto econômico, político e religioso. O interesse maior dessa discussão é frisar o anacronismo dessas posturas antagônicas. Religião - até na sua acepção etmológica - é sinônimo de paz, misericórdia e convivência pacífica entre as várias culturas humanas. Amedronta a todos que amam a paz e anseiam por uma sociedade melhora a posição de intolerância até agora demonstrada pelos líderes religiosos.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
************************
Entre Palmares e Bonito, perdida numa região deserta, uma esfera perfeita esculpida na rocha dura por civilizações que ali viveram há mais de 4 mil anos desafia a imaginação de estudiosos e curiosos. Estrategicamente localizada, a esfera só é vista de determinados lugares. Uma estratégia de defeza pensada por guerreiros antigos? Ou mera conincidência? A esfera, conhecida pelos poucos moradores da região como a Pedra Redonda, precisa ser exolorada por arquólogos. Diziam os antigos que por debaixo da pedra bruta há túneis e salas, tudo em forma de labirinto. Fato ou pura imaginação?
***********************
Cobra gigante deslizava sob a superfície das águas do rio Una entre as usinas Serro Azul e 13 de Maio (década de 40). Segundo caçadores e pescadores do local, a cobra devia medir mais de 14 metros e tinha volume abdominal aproximado de "uma barrica de bacalhau".
***********************
Na cachoeira do Cavoco, perto do engenho Penderaca, na zona canavieira de Palmares, haveria vestígios de uma estrada forrada de pedras talhadas. E pedaços de correntes teriam sido encontrados nas imediações da cachoeira quando da chegada dos portugueses ao local. Segundo os antigos, a estrada e as correntes pertenceriam à elite guerreira da civilização que existiu na área abrangida pela Pedra Redonda. Então, eles já conheciam a mineração?
Assinar:
Postagens (Atom)





