CRISE ECONÔMICA
Oportunidade para refletir e se reinventar
A crise econômica visível em qualquer setor da vida ativa do País chegou pesada. E embora não tenha chegado pra ficar, deixará vestígios (não diríamos sequelas) que se incorporarão ao modo de vida dos brasileiros. O hábito individual de agir começa a ser compartilhado entre as pessoas. A contingência nos forçou a sermos entes mais sociáveis. As famílias se unem para dividir despesas e reduzir o tamanho do peso da crise. O mercado de trabalho não voltará a ser o mesmo depois dessa crise. As empresas investirão cada vez mais em tecnologia e a automação tomará vagas na linha de produção. A requalificação técnica e o aprimoramento na própria função levará o trabalhador a investir mais em si mesmo. Os cursos técnicos surgem com rapidez quase voraz, e cada vez mais terá aumentado seu contingente de alunos. A universidade investirá no ensino de altas tecnologias e privilegiará conhecimentos em áreas digital, ambiental e estruturadora.
Embora o ambiente cinzento que vive o Brasil, é importante dizer que a crise não é privilégio nosso e que o País tem condições de sair dela mais cedo do que se supõe. A Venezuela, grande exportadora de petróleo, o Chile, o Peru, a Colômbia, a Bolívia e o México bem que gostariam de ter os fundamentos sólidos da economia brasileira e a reserva estratégica de moedas que o País possui. Vamos pra frente; chegaremos lá.
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