A
SOMBRA DO TERROR
Não é pra de nossa
vez espalhar terror. Mas é preciso muito cautela nos dias dos
Jogos Olímpicos do Rio. Num mundo conturbado pela barbárie, a insensatez de poucos pode resultar em prejuízos
irreparáveis para muitos. Ninguém está a salvo
da ação de grupos extremistas ou de simples irresponsáveis que se divertem
imitando terroristas. Em nenhum
lugar do Rio se estará seguro nesse período das Olimpíadas. Nem nas conexões
aéreas. Pegar um voo no Aeroporto dos
Guararapes para a “Cidade
Maravilhosa” será tão perigoso como
estar em aglomerações nas areias das
praias do Rio. Os últimos acontecimentos
na Europa e no Oriente Médio
estão a exigir cautela de quem pretende ir assistir aos Jogos Olímpicos do Rio. No metrô, num shopping, num supermercado, num
restaurante, num evento público com grande
afluência de estrangeiros, no calçadão de Copacabana, num ônibus, em
qualquer lugar do centro do Rio pode vir a surpresa desagradável.
Advertem-me que o
Brasil não tem “tradição em eventos terroristas” e que os órgãos de segurança
estão alertas para reprimir qualquer ato
dessa natureza. Por isso mesmo!
Não sabendo como eles ocorrem não se estará preparado para os coibr. O terror não tem pátria. A migração
leva a troca de informações, de concepções, de posturas. As ações terroristas
hoje têm conotação religiosa, mas não se pode atribuir ao Islamismo a
responsabilidade por essas práticas desumanas. O extremismo é vertente de todas
as chamadas religiões monoteístas. Talvez o peso maior do extremismo seja mesmo
de grupos islâmico radicais. Provavelmente, uma reação a tentativa ocidental de
destruir a cultura e os valores orientais. Essa reação levou a infiltração de
grupos jihadistas nos círculos ocidentais.
O Brasil tem um presidente interino, ilegítimo e corrupto de origem libanesa. Por sua posição
geográfica, o Líbano deveria estar
agregado às correntes islâmicas. Ao contrário, tem elites cristãs e está em luta contra grupos islâmicos. E o
Temer se alia aos países e grupos mais retrógrados do capitalismo ocidental, e
as práticas desses grupos agridem a imagem
do Islan. Seja lá como for, o clima de tensão politica, econômica e
religiosa da atualidade lança uma nuvem negra sobre o palco das Olimpíadas 2016.