NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

ESTERILIZANDO A P0LITICA BRASILEIRA?

Programa cheio o dia político de ontem. Caiu a empáfia de Eduardo Cunha, cassado no final da noite por um placar acachapante de 450 (bastavam 245) votos a favor da cassação do seu mandato contra minguados 10 votos  contra e 9 abstenções. A tropa de choque de Cunha o abandonou quando percebeu que votar nominalmente , sendo identificados no Painel de Votação lhe traria prejudiciais ônus nas eleições municipais (muitos deputados federais são candidatos a prefeito de seus municípios) e nas eleições gerais de 2018. O arrogante Cunha, que ameaçava levar “mais 150” com ele, recebeu sonora vai ao sair do plenário já sem mandato .O Cunha tem aquela cara de pau que o País inteiro passou a conhecer, e na entrevista à saída ameaçou os adversários afirmando que iria escrever um livro contando a história do impeachment e falar da participação de cada político na elaboração do processo. Marcus Feliciano, que se auto define como defensor da moral e da ordem, votou contra a cassação de Cunha. Esquecer Cunha, seus crimes agora serão julgados pela Justiça Comum já que perdeu o foro privilegiado. E arrastará consigo sua mulher e sua filha.
Para compensar esse desgaste, Carmem Lúcia se empossou ontem a tarde na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). A nova presidência começou se posicionando contra o próprio Poder Judiciária, afirmando que a “A sociedade está insatisfeita com o judiciário) e lança esperança sobre mudanças nos ritos processuais que eternizam julgamentos de processos e asseguram a impunidade. As duras críticas da ministra foram ouvidas pelo corrupto Michel Temer e pelo vacilante Luiz Inácio Lula da Silva.
Ontem mesmo, manifestações pacíficas em São Paulo e em Brasilia reuniram milhares de pessoas pedindo a saída de Temer e reivindicando eleições diretas já. A política brasileira está em ebulição, oxalá essa “fervura” possibilite que o Brasil saia “esterilizado”, e mostre que o verdadeiro dono do Poder não são os partidos, mas a população que trabalha, estuda e vota.




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