NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

CORRUPTOS, SEUS AFILHADOS E OS GOLPISTAS
É preciso redescobrir o Brasil. As naus da empreitada de  Pedro Álvares Cabral agora são os computadores  do Ministério Público, da Polícia Federal e da Justiça. E o Porto Seguro desta vez serão os caixas dois dos  políticos  de todos os partidos políticos, dos empresários do setor da construção civil - as antigas empreiteiras. Não vai mais ser possível encontrar "índios" nem selva virgem, pois os atores dessa histórias são os picaretas congressistas e os donos e diretores das grandes construtoras, encastelados em hotéis de luxo que ocuparam a selva já totalmente devastada.


Mas é indispensável que não se tente trocar  os personagens dessa tragédia nacional, confundindo  os corruptos  dilapidadores dos cofres públicos com dançarinos havaianos. Nem se aproveitem  os golpistas de plantão  para tirarem proveito próprio  da situação e mascararem as ações   investigatórias  que se processam no País no momento. Pseudos intelectuais empunham cartazes de apoio a um golpe militar, coisa que já não tem vez num País que amadureceu politicamente. E falsos adeptos da democracia também gritam palavras de ordem e pregam abertamente a insubordinação e apoio a uma ditadura que eles tanto almejariam no temor de perderem seus privilégios de descendentes de uma ordem social elitizada que durante séculos mamaram nas tetas do erário público de um País que está se renovando. Esses carregadores de cartazes - não de bandeiras, são afilhados dos agentes da corrupção, escondem um ou mais lados da gangue dilapidadora do dinheiro público e não querem solução nenhuma. Querem manter seus privilégios. São também corruptos e corruptores, com rabo preso aos interesses do sistema que dá as ordens às nossas instituições. 

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