MÚSICA – ALGUMAS FORMAS DE GRAVAÇÃO
Quando se fala em
disco, logo se associa a conversa à imagem do LP. Mas a gravação de música tem
uma história recheada de eventos os mais diversos. Final da década de trinta surgiram os bolachões. 78 RPM. Era um disco feio, pesado e quebradiço feito de
goma-laca. Caísse no chão, quebrava. Uma música de cada lado, trocava-se a
agulha do braço do passa disco após cada música tocada. O som era horrível, uma
chiadeira de irritar. Nos anos cincoenta
aparece o long pley ou LP, 45 RPM, um
novo disco, feito de vinil, gravado nos dois lados. Comportava várias músicas e
o som filtrado eliminou a chiadeira dos bolachões.
Da mesma época é o EP ou standard pley, 45 RPM, um disco pequeno que comportava quatro músicas
gravadas em ambos os lados, O standard pley deu lugar ao CD, Veio depois o DVD,
um disco com áudio e vídeo; começa a era dos discos digitais. Do DVD partiu-se
para o pendrive, uma importante ferramenta de dimensões mínimas, que substitui
todos os recursos de gravação anteriores. Mas a tecnologia evoluiu, e em pouco
tempo tudo estará gravado num pequeno chip que você poderá levar na carteira.
Mas esse avanço tecnológico certamente trará novas e até hoje insuspeitas
formas de gravação. A nano tecnologia está ai para nos desafiar.
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