NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

domingo, 27 de setembro de 2015

VEGETARIANO E VEGANO
Você por certo já ouviu falar em vegetarianismo. Cada pessoa tem um parente, um  amigo ou conhece alguém  que seja  vegetariano. Vegetariano é aquela pessoa que não se alimenta de produtos de origem animal. Ou seja, não come carne e seus derivados. Há vegetarianos que vão ao extremo, eximindo-se de usar na sua alimentação qualquer produto animal. Mas há alguns que tomam leite e outros que até come ovo cozidos, como complemento alimentar. Os defensores dessa prática alimentar dizem que têm vida saudável. Nas grandes cidades há restaurantes voltados para essa clientela diferenciada.

Mas você sabe o que é um vegano? Ou já ouviu falar de pessoas que pertencem a esse grupo de costumes vegetarianos mais radicais?  São dois grupos autônomos, com ideias e costumes próprios. Em alguns casos, uns se cnfundem com outros. No geral, até os órgãos que os representam são  independentes. Afinal, o que é ser  vegano?

Vegano é um ente humano que se abstém  do uso de qualquer coisa de origem animal. São radicais em suas posições. Além de vegetarianos autênticos, não consumem  carne bovina, suína ou de aves, nem seus derivados, como leite, queijo,  ovos, iogurtes, bolos, biscoitos, pães industrializados, entre outros, não usam sapatos, cintos ou qualquer produto a base de couro,  Rejeitam  o confinamento de qualquer tipo de animal, inclusive em parques públicos.
A Universidade Federal de Pernambuco, durante essa semana, apresentou a culinária de ambos  os grupos e montou tendas onde os participantes  falavam dos objetivos dos seus modos de vida e os interessados se inteiravam de suas filosofias  de vida



sexta-feira, 25 de setembro de 2015

SEMANA DE TRÂNSITO-EDUCAÇÃO E CIDADANIA
Semana do Trânsito. Período para refletir sobre mobilidade urbana, vias públicas, educação. Prefiro, porém, falar do transporte coletivo. Cidade pensada para o cavalo e a carroça, por obra e graça da falta de visão dos planejadores e gestores dos fins do Século XIX e começos do Século  XX, o Recife. Inchou. Isso mesmo, não cresceu ordenadamente.  Até  a geografia da cidade não  ajudava muito. Abstraindo-me  de tercer  comentários sobre as várias formas de transporte que o Recife conheceu,  fixo-me nos ônibus que circulam pela Capital.  E eles são vitais para escoar as centenas de milhares de passageiros que circulam pela Região Metropolitana do Recife, notadamente pelo centro da Capital.  É difícil falar em educação de passageiros que precisam chegar aos seus locais de trabalho ou de outras atividades  e têm que enfrentar a desorganização dos transportes públicos,  a escassez de veículos que fazem esse transporte e a qualidade do material oferecido  para muitas vezes longas e penosas viagens. Operadores do sistema, como cobradores e motoristas,  trabalhando sob pressões de toda ordem,  também não podem ser satanizados em virtude da precariedade do transporte público de passageiros do Recife e RMR.
As mudanças operadas no sistema integrado de passageiros, tirando os ônibus dos subúrbios e os integrando a algumas estações  do metrô só fez piorar o serviço de transporte público de passageiro do Recife e RMR. O metrô, sucateado, numericamente insuficiente para atender a grande demanda de passageiros, das áreas citadas, deixou de ser aquele atrativo para os passageiros, tornando um meio de transporte  inseguro, irregular e violento, tal como já acontece com os ônibus. ´Preciso repensar o modelo de transporte de passageiros da RMR. Organizar as linhas, os itinerários dos ônibus e licitar  o serviço, escolhendo empresas idôneas, que assumam compromisso com o governo e sobretudo com a população a que vão servir. E sobre educação no trânsito, só se vai conseguir esse valor social inestimável quando se oferecer equipamentos de qualidade, que tenham  fluxo regular e se ensine  ao cidadão como usar bem esses equipamentos. Só se aprende fazendo.

.