X
BIENAL
A X FEIRA INTERNACIONAL DO LIVRO DE PERNAMBUCO que se realiza a cada dois anos no Recife, e
popularizada como BIENAL, não reedita este ano a performance dos anos anteriores. Na contra mão das
palavras dos promotores do evento 2015 e na cauda do cometa chamado crise econômica
que assola o País e o mundo, a X BIENAL
encolheu. Poucos stands, número reduzido de títulos e menor afluência de
público, pouca gente trabalhando. Em lugar dos stands, alguns tabuleiros. Promoções,
muito pouca, alguns títulos esparsos. Mais gente passeando nos espaços
reduzidos do que comprando. Salva a X
BIENAL, dentro do tema Literatura, Resistência e Transformação,
é a presença de importantes autores nacionais e estrangeiros. Destaque para a
argentina Selva Almada e o grupo de Cordel, com vários títulos e uma cantora
dedilhando um violão e cantando os temas contidos nas publicações. Faltou melhor localização para o grupo,
espremido num canto e com pouco acesso aos livros. Compramos dois títulos e
pretendemos voltar lá no último dia esperando encontrar obras de autores
regionais, principalmente os do chamado
ciclo da cana-de-açúcar, pretendemos adquirir o livro Bagaceira, de José
Américo; tomara que o encontremos.
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