70 ANOS DEPOIS
A LISTA
DE SCHINDLE
NAZISMO, NUNCA MAIS
Há setenta anos o mundo viveu uma experiência
macabra. A Segunda Grande Guerra, que
foi quase mundial, era travada nos campos da Europa, África, Ásia e no
Atlântico e no Pacífico. Milhões de pessoas foram massacradas nas frentes de batalhas onde atuava a infantaria, nos
bombardeios aéreos e navais contra
cidades e populações em pânico. O registro mais doloroso desses fatos está nos
relatórios dos comandantes das operações militares, Dwight D. Eisenhwer e
George Marshall, pelo bloco ocidental e grandes generais pelo bloco Soviético,
bem como numa relação de nomes conhecida como A Lista de Schindle. Ter o nome nessa lista significava a
possibilidade de não morrer nas câmaras de gás dos campos de concentração de
prisioneiros nazistas. O mais famoso desses campos, o de Auschwitz, na Europa
Oriental, onde os prisioneiros eram executados em câmara de gás e depois
queimados em formos siderúrgicos e de cuja banha os nazista fabricavam sabão
para suprir suas necessidades de limpeza. Mais de um milhão de pessoas, entre ciganos,
homossexuais, crianças, inválidos, mas
principalmente judeus passaram por essa coisa bárbara.
Setenta anos depois,
ideologias neofacistas como as de Hitler e Mussolini, que comandaram seus
países na inglória luta por espaço e
contra minorias negras, ciganas e judeus
ainda martelam a mente de todos aqueles que anseiam por um mundo mais
justo e cujos bens sejam acessíveis a todos os seres humanos. Há, na lembrança
desses acontecimentos, o propósito de que aquelas ideias preconceituosas, de ódio e de complexo de superioridade racial nunca mais voltem a amedrontar o mundo e a produzir um morticínio avassalador de milhões de pessoas. É hora de
refletir sobre as crises no Oriente Médio, na Europa Oriental e em regiões da
África. Necessário respeitar as diferenças culturais, também mas combater o
terrorismo e as ideias teocráticas que
põem em risco a paz mundial. Fora nazismo, abaixo o neofacismo. Holocausto,
nunca mais.
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