NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

              70 ANOS DEPOIS
      A  LISTA  DE SCHINDLE
  NAZISMO, NUNCA MAIS
Há  setenta anos o mundo viveu uma experiência macabra. A Segunda Grande  Guerra, que foi quase mundial, era travada nos campos da Europa, África, Ásia e no Atlântico e no Pacífico. Milhões de pessoas foram massacradas nas frentes  de batalhas onde atuava a infantaria, nos bombardeios aéreos  e navais contra cidades e populações em pânico. O registro mais doloroso desses fatos está nos relatórios  dos comandantes  das operações militares, Dwight D. Eisenhwer e George Marshall, pelo bloco ocidental e grandes generais pelo bloco Soviético, bem como numa relação de nomes conhecida como A Lista de Schindle.  Ter o nome nessa lista significava a possibilidade de não morrer nas câmaras de gás dos campos de concentração de prisioneiros nazistas. O mais famoso desses campos, o de Auschwitz, na Europa Oriental, onde os prisioneiros eram executados em câmara de gás e depois queimados em formos siderúrgicos e de cuja banha os nazista fabricavam sabão para suprir suas necessidades de limpeza. Mais de um milhão de pessoas, entre ciganos, homossexuais, crianças, inválidos,  mas principalmente judeus passaram por essa coisa bárbara.

Setenta anos depois, ideologias neofacistas como as de Hitler e Mussolini, que comandaram seus países  na inglória luta por espaço e contra minorias negras, ciganas e judeus  ainda martelam a mente de todos aqueles que anseiam por um mundo mais justo e cujos bens sejam acessíveis a todos os seres humanos. Há, na lembrança desses acontecimentos, o propósito de que aquelas ideias  preconceituosas, de ódio  e de complexo de superioridade racial  nunca mais voltem a amedrontar  o mundo e a produzir um morticínio  avassalador de milhões de pessoas. É hora de refletir sobre as crises no Oriente Médio, na Europa Oriental e em regiões da África. Necessário respeitar as diferenças culturais, também mas combater o terrorismo e as ideias  teocráticas que põem em risco a paz mundial. Fora nazismo, abaixo o neofacismo. Holocausto, nunca mais.

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