NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

FELIZ ANO NOVO PARA TODOS OS NOSSOS LEITORES, SEGUIDORES E COLABORADORES. É IMPORTANTE LEMBRAR QUE O NOVO ANO SOMENTE SERÁ REALMENTE NOVO SE NÃO VIR ACOMPANHADO DOS VELHOS E RECORRENTES PROBLEMAS DOS ANOS ANOS ANTERIORES. VAMOS COMEÇAR ESTE ANO ABORDANDO UM PROBLEMA CRUCIAL DOS DIAS DE HOJE: O CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO MUNDIAL E O SUPRIMENTO DE ALIMENTOS VISTO DE UMA PERSPECTIVA GLOBAL. VAMOS LÁ.

ALIMENTOS E POPULAÇÃO I
A população  mundial é hoje estimada em 7 bilhões e 200 milhões de indivíduos. A maior concentração populacional  está na Ásia. A China  tem mais de 1 bilhão e 300 milhões de pessoas, enquanto a índia abriga mais de 1 bilhão e 100 milhões de seres humanos. Essa região – a Ásia, é grande importadora de alimentos. Milho, trigo, arroz, açúcar, batatas, carnes e leite representam o maior contingente de produtos com valor agregado que faz parte da alimentação humana. O dado mais instigante dessa análise é que a projeção de crescimento da população  mundial  é que ela atinja 9 bilhões de indivíduos em 70 anos. Haverá condições  para uma oferta sustentável  de alimentos para uma demanda tão grande? A produção de alimentos cria vazios sanitários, cujos replantios podem ser afetados por alterações físicas ou biológicas.  Ademais, a demanda por alimentos  traz problemas de ordem ecológicas, econômicas e sociais. Haverá cada vez mais necessidades de terras, água e energia.

A produção mundial de alimentos é hoje da ordem de  4 bilhões de toneladas. Devido a fatores variados, cerca de 1 bilhão de pessoas passam fome no mundo inteiro. Isto, entretanto, não quer dizer que a produção de alimentos seja insuficiente para atender às demandas mundiais. Pelo menos, no momento. A má distribuição  do PIB mundial impede que regiões da África, Ásia e America Latina possam adquirir alimentos suficientes para suprir  suas populações.  Mas a situação tende a piorar. Questões climáticas no geral  e fatores econômicos  locais,   que acabam afetando todas as regiões do Planeta, tendem a diminuir  áreas de plantio. Falhas no planejamento das safras de grãos, coleta, armazenamento e transporte de grãos  são responsáveis por 30% a 50% de perdas  de alimentos, por desperdícios no campo, nos meios de transporte e nos mercados. Muitos alimentos de origem vegetal são descartados, por questões estéticas,  ainda no campo.  O mercado não aceita produtos que não tenham boa aparência. 

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