NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011



ATUALIDADES POLÍTICAS E ECONÔMICAS OPOSIÇÃO FALA A MESMA LÍNGUA DOS ECONOMISTAS
 A PRESIDENTE DA REPÚBLICA TENTA ACERTAR
JUROS MAIS BAIXOS E POLÍTICA DE IMPORTAÇÃO

Economistas não se entendem quanto ao que nos espera logo ali na esquina. Os estrategistas do governo afirmam que as medidas adotadas pela gestão federal vão controlar a demanda e frear a inflação para deixar seus índices dentro do patamar programado. Nas mídias, os comentaristas têm ideias divergentes. A verdade é que a inflação está ai; é sentida toda vez que a dona de casa vai ao supermercado ou quando a classe média procura trocar o carro da família por um mais novo ou comprar um zero. A taxa de juros, talvez a maior do mundo, é rebaixada pelo COPOM e essa medida não é vista de forma consensual pelos economistas. Os juros altos - defendem uma linha de pensamento - servem de atrativo para o capital estrangeiro entrar no País. O capital estrangeiro, quando direcionado ao setor produtivo industrial, gera emprego e renda, aquece a economia. Economia aquecida, nestes tempos de crise financeira mundial, induz à inflação. Se a credibilidade do setor financeiro do País obedece padrões monetários internacionais – vale dizer: reza pela cartilha do FMI, tudo vai bem; a inflação fica sob controle e a crise se atenua. Fora desses padrões ditados pelo FMI o cenário é de crise, e crise que pode se agravar se as finanças da União Europeia não equilibrar a balança de pagamentos dos países da zona do euro e se a crise de liquidez do setor financeiro norte-americano não for solucionada pela gestão Obama.

As medidas cambiais aprovadas pela presidente Dilma Rousseff estão sendo defendidas com ardor pelo ministro da fazenda Guido Mantega e pelo presidente do Banco Central Alexandre Tombini. Além da queda dos juros, o governo determinou aumento de alíquota de exportação para carros estrangeiros que não têm fábrica no Brasil. As medidas poupam os carros importados que têm fábrica no País ou que agreguem valor tecnológico nacional, isto é, possuam componentes fabricados aqui. Os carros importados com esse valor agregado, na sua maioria, são fabricados no Uruguai e na Argentina, portanto dentro das normas de integração do Mercosul. A oposição questiona as medidas, num discurso dúbio a afirmar que elas geram inflação e prejudica o desenvolvimento do País. Mas é a oposição que vive apregoando que é necessário baixar juros, gerar emprego e garantir renda ao trabalhador brasileiro. Vai entender essa oposição e esse economês.




  CENÁRIO INTERNACIONAL É DE CRISE
AS TURBULÊNCIAS DA ZONA DO EURO CONTAMINAM O RESTO DO MUNDO * A GRÉCIA PARECE FADADA A DÁ CALOTE * OS OUTROS PAÍSES EUROPEUS NÃO ENCONTRAM SAÍDAS * OS ESTADOS UNIDOS SE AFUNDAM EM DÉBITOS ÀS VESPERAS DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS * OBAMA DIZ QUE OPOSIÇÃO ESTÁ POLITIZANDO A CRISE QUE ELA MESMO CRIOU QUANDO ERA GOVERNO.
A Grécia – parece já ser consenso, não tem mais jeito: vai dar calote. E esse calote acabará contaminando as finanças dos demais países do bloco econômico europeu, que aprofundará a crise já instalada no Continente. A Itália, a economia mais forte do bloco depois da Alemanha, está bichada pela corrupção. É administrada por um político sem credenciais éticas e as ações do seu governo de certo modo se misturam com os procedimentos dos vários grupos mafiosos que dominam os negócios e a economia daquele País. O governo gasta mais do que arrecada. A população italiana, revoltada com a postura passiva de Silvio Berlusconi diante de tantas incertezas que rondam os negócios do País, pede a renúncia do primeiro-ministro. Mas Berlusconi, um homem rico, dono dos principais meios de comunicação da Itália e que leva uma vida pregressa não muito digna para um chefe de governo, é um político hábil, sabe

manipular as emoções do eleitorado italiano, e graças a isso se mantém no poder, que já ocupou outras vezes.

Na Espanha de José Luiz Zapatero, a situação não é mais confortável. As exportações caíram em meio à crise, o governo demitiu funcionários e a iniciativa privada faz o mesmo, escolhendo a economia do País para não agravar o déficit da balança. Até o setor agrícola, fortemente exportador para os países do bloco, sofreu queda com a rejeição de muitos dos seus produtos pelos europeus. A situação também não é boa na Irlanda, em Portugal e em outros membros do grupo do euro.

A chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) a ex-ministra francesa Cristine Lagarde, que substituiu o desmoralizado Dominique Strauss-Kahn, não tem boas notícias para o bloco europeu nem para o mundo. Segundo Lagarde, o FMI dispõe de uma reserva de 400 bilhões de dólares, e essa quantia talvez seja inferior a um quinto do que necessita o fundo para tapar os buracos das economias dos países do bloco europeu da zona do euro.

A França de Nicolas Sarcozy também se arrasta em meio a graves problemas. Já fez uma reforma trabalhista, amentando o tempo de serviço para aposentadoria dos seus trabalhadores, mexeu com salários e pode precisar ir mais fundo, reduzindo a ação do Estado na vida do País. Assistência médica e previdência social podem voltar a ser os próximos alvos. Sarcozy, embevecido com sua bela e jovem esposa, a cantora e ex-modelo Carla Bruni, perdeu recentemente as eleições legislativas e isso certamente é mais um complicador para sua gestão.

Em suma, praticamente nenhum país europeu da zona do euro escapa da crise que avassala o Velho Continente. A Alemanha, país mais rico do bloco, sofre com os problemas gerados pela integração nacional ao absorver as demandas da antiga Alemanha comunista. A Inglaterra, que não adotou o euro, não deixa de sofrer perdas econômicas, com o encolhimento dos negócios do bloco. E desse bloco vêm os reflexos que pioram a altamente deficitária economia norte-americana. Nos Estados Unidos, que terão eleições presidenciais no próximo ano, a corrida pela Casa Branca vai se tornando nervosa. O Presidente Barack Obama, candidato à reeleição, acusa os adversários do Partido Republicano de “politizarem” a crise. Pelo visto, a campanha eleitoral de lá, além de altamente onerosa aos cofres públicos, pode ser a mais suja dos últimos anos.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

                COPA DO MUNDO 2014
    O SUBTERRÂNEO MUNDO DA "BOLA"

A gente prestigia porque vai ser aqui no Brasil. Vai ter muitas obras, melhorar a infraestrutura do País, ofertar muitos empregos, gerar renda para os trabalhadores de muitas cidades brasileiras e mostrar  aos visitantes que não somos apenas o País do Samba. Mas esse evento previsto para se iniciar em junho de 2014 se cerca de maracutaias e tem lá o seu lado podre. E põe podridão nisso. A iniciativa privada (incluindo-se ai os próprios clubes de futebol) deveria construir, reformar ou adaptar os estádios onde serão realizadas as partidas da Copa. E ampliar e melhorar a rede hoteleira que hospedará milhares de turistas durante o evento do  Campeonato Mundial de Futebol. Ao governo caberia cuidar da infraestutura viária, dos transportes e da mobilidade urbana para atender a essa grande demanda trística. Vale dizer: o governo cuidaria das estradas, dos aeroportos, dos portos, da segurança.
                       
             Ricardo Teixeira, presidente da CBF

Trabalho já existe, e muito. Estádios estão sendo reformados, alguns construídos e outros passam por algum tipo de adaptação. Entretanto, a velocidade com que esses trabalhos avançam deixa muito a desejar. Já deveriam estar em estágio avançado; mas vão numa morosidade de impessionar. E tudo isso tem uma explicação. Se bem que não seja uma boa explicação. Isso porque no meio de tudo está um ciadão chamado Ricardo Teixeira. Ele é o presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). O que Teixeira tem a ver com isso? Tudo.
Ele é o "governador" do país do futebol mundialmente administrado pela FIFA (Federação Internacional de Futebol, em tradução livre). E a FIFA tem leis próprias que são impostas aos países-membros, algumas tão absurdas que passam por cima da Constituição desses países, Brasil no meio. Ricardo Texeira é tão gente-fina que a presidente Dilma Rouseff não o quer ver nem pelas costas. Não o recebe oficialmente no Planalto, e quando ocasionalmente o encontra em algum evento oficial se limita a  um cumprimento discreto.
                             
                      Presidente Dilma Rousseff

Por que tudo isso? É que Ricardo Teixeira e seus auxiliares ( os presidentes das federações estaduais de futebol) e uma súcia de trambiqueiros ligados à administração do futebol brasileira (da qual não escapa sequer o ministro dos esportes Orlando Silva) manipula as gordas verbas do setor, inclusive os aportes feitos pela FIFA. Teixeira declarou outro dia que só "se preocuparia com denúncias contra ele se elas fosse divulgadas pela Globo"; disse mais, que vai empurrando com a barriga tudo isso, por que em 2015 ele vai embora do País. Trocando em miúdos, Ricardo Texeira espera ser eleito presidente da FIFA em 2015. E morando lá fora, como foragido da lei, estará fora do alcance das autoridades brasileiras para investigá-lo.
                      
O estádio do Morumbi, do São Paulo Futebol Clube, um dos gargalos criados por Ricardo Teixeira para deixá-lo fora de jogos da Copa do Mundo 2014.

Investigar o quê? As sujeiras do mandatário do futebol, que coloca suas questões pessoais, seus interesses particulares acima das boas relações que deveriam existir entre a CBF e algumas federações estaduais, como por exemplo a de São Paulo. E privilegia aqueles que rezam por sua cartilha diabólica. Tudo funciona à base de "bola", propina, desvio de verbas. O atraso nos estádios se deve a essa ação maquiavélica de Ricardo Teixeira, e seus sequazes. Eles sabem que quando for o momento, o dinheiro público entrará como tábua de salvação para concluir os estádios; e muito dinheiro que deveria financiar essas obras terá engordado a conta bancária de Ricardo Teixeira e dessa súcia de malfeitores que fazem o futebol brasileiro.

domingo, 18 de setembro de 2011

          




          CRISE ECONÔMICA MUNDIAL:
 PRAZO DETERMINADO PARA ACABAR?

As coisas não andam nada bem lá para o lado dos países europeus da zona do euro. O Banco Central deles não sabe bem o que fazer com os países endividados do bloco. O maior gargalo é a Grécia; esse país parece não ter jeito. Se se alinha às exigências da Comunidade Europeia tem que aceitar condições difíceis de implementar do jeito que os credores querem. As reformas já postas em prática pelo primeiro ministro George Papandreus são impopulares, afeta os direitos dos trabalhadores e tem implicações com direitos adquiridos pelos mesmos. Se não aceitar as condições exigidas pelo Banco Central Europeu não recebe o aporte de recursos que necessita para sair do buraco onde se atolou. A população continua mobilizada, depois de várias semanas de manifestações contra a política trabalhista do governo. Papandreus ainda mantém o controle da situação, mas seu governo está enfraquecido e pode cair.

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        Reunião do G-8, representado pelos líderes dos países mais ricos do mundo

                                     ( Foto Wikipédia)
A Itália, segunda maior potência econômica da Europa, não deixa por menos. A dívida administrada por Silvio Berlusconi é superior aos ativos da economia do País. Pior para os italianos: Berlusconi não tem respaldo popular e enfrenta problemas de greves. O milionário primeiro-ministro é um velho sem credenciais morais, acusado de pedofilia e de manter um sítio onde realiza programas eróticos com garotas bonitas, escolhidas por seus assessores. Imagina um País em grave crise econômica governado por um homem que se mantém no poder graças ao seu poderio econômico e à corrupção que comanda. Também precisa de ajuda do Banco Central Europeu, mas as condições impostas para concessão de um empréstimo “jumbo” capaz de tirar o governo de Berlusconi da insolvência. Lá, os trabalhadores têm mais força e podem derrubar o primeiro-ministro, apesar de sua enorme capacidade de escamotear a verdade, comprar votos e se sair bem na foto depois das crises pelas quais seus vários governos têm passado.
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                                          George Papandreus, primeiro-ministro da Grécia
                                                        (foto Reuters)

Portugal, talvez seja a Nação do bloco europeu mais prejudicada pela adoção do euro. As condições de vida do português foram se degradando ao longo dos anos, lançando à miséria famílias que até então se viravam trabalhando em pequenas indústrias ou no comércio de menor impacto. As indústrias não suportaram o peso da crise e fecharam; o comércio, por tabela, depene em grande parte da indústria. As condições impostas pelo Banco Central para ajudar Portugal são tão duras quanto as que afetam a Grécia e a Espanha.
 Portugal já era um dos problemas mais pobres do bloco, e empobreceu ainda mais com o império do euro. Muitos dos seus cartões-postais perdem o encanto para os trabalhadores e até para os turistas.
                                                             
                                                               Sílvio Berlusconi, primeiro-ministro italiano
                                                                              (foto Wikipédia)

ainda a Espanha, com perdas de receita, indústrias emperradas por falta de recursos e população insatisfeita com a política trabalhista de José Luiz Zapatero, primeiro-ministro na corda-bamba. A situação é a mesma dos outros países em crise. A Espanha precisa de ajuda do Banco Central, mas as condições impostas são tão duras que é melhor esperar um pouco para ver se as coisas melhoram. Se fossem só esses três países! A crise europeia se alastra por quase todos os países do bloco europeu da zona do Euro. Nem o carro-chefe da economia do bloco – a Alemanha – está livre de crises. Economias interdependentes, a crise de uma nação, se não contornada convenientemente, acaba contaminando as outras nações.
Mensagem do Primeiro-Ministro
 A Inglaterra Corre por fora, e apesar de não estar livre do vendaval que varre a Europa, não depende do euro para resolver suas questões. Entrou para o grupo, mas conservou sua moeda – forte e tradicional: a Libra Esterlina. Os ingleses respiram melhor na estufa psicológica de densas fumaças que escapam do fogo que faz arder a Comunidade Econômica Europeia.
O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva cumprimenta o primeiro ministro espanhol José luis Zapatero pouco antes de uma reunião no .... Foto: AP
                O primeiro-ministro espanhol José Luiz Zapatero em companhia do ex-presidente  Lula
                                            (foto Reuters)

Espanha e a Itália possuem um parque industrial exportador que pode segurar-se até o fim da crise, sabe-se lá quando termina, se é que vai terminar. Para a Grécia e Portugal parece não haver saída. Provavelmente, abandonarão o euro e retomarão suas antigas moedas. A crise mundial começou há algum tempo nos Estados Unidos e Europa e tudo indica que terá uma vida bem longa. Alguns especialistas acreditam que a crise é fruto da estrutura econômica do capitalismo que se esgota. Se assim é, nada pode sinalizar para um fim dessa crise.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

            

              URS 06, 11 E ADJACÊNCIAS
   COMUNIDDES QUEREM ELEGER VEREADOR LOCAL

Um grupo de líderes comunitários das URs 11 e 06 e Parque Recreio, Jardim Santa Helena, Minha Deusa e adjacências quer indicar um candidato a vereador que resida em uma delas e tenha vínculo e compromissos com a luta para solucionar problemas comuns. 25 pessoas compõem o núcleo do Grupo, e dentre elas surgirá por consenso aquele que concorrerá a uma cadeira na Câmara de Vereadores de Jaboatão dos Guararapes nas eleições municipais do próximo ano. As comunidades já estão cansadas de promessas feitas por candidatos de fora que depois de eleitos esquecem os compromissos assumidos durante a campanha e somente retornam às bases locais nas proximidades das eleições seguintes.
 Quais seriam esses problemas comuns às Comunidades? Transporte público de passageiros, inclusive uma linha integrando as Comunidades ao centro expandido Prazeres-Piedade-Barra de Jangada; mobilidade urbana, com facilitação do deslocmento das pessoas e dos veículos, o que implica em nivelamento, pavimentação e drenagem  de ruas estratégicas para escoamento do trânsito e movimentação das pessoas; disiplinamento do serviço prestado pelos micro-ônibus; regularização das viagens da linha UR-11-Principe, e manutenção de parte dos veículos circulando nessa linha quando se implantar o sistema de integração ônibus/metrô previsto no Plano de Mobilidade Urbana do Conselho  Metropolitano de Transporte da RMR gerido pelo Grande Recife -Consórcio de Transporte; implantação de sistema de escoamento das águas fluviais, com atenção maior para as ruas em declive e e em especial para o problemada de escoamento no tronco rua 9, rua da Escola Marechal e confluência com a rua 40; concretagem do piso da área de partida (bandeira) das linhas UR 11-Príncipe e UR-11-Barro  disciplinamento da estocagem de veículos particulares na rua 17, que vem se tornando um abuso, pois os traseuntes são obrigados a caminhar pelo meio da faixa de rolamento de vez que a calçada está ocupada por veículos, muitas vezes em fila dupla; viabilizar uma linha ligando o Conjunto Marcos Freire à Barra de Jangada passando pelas URs 06 e 11; integrar as linhas UR-06/UR-11, permitindo que cada uma passe pelo terminal  da outra; reforma e funcionamento efetivo do posto de saúde da UR11, com contratação de médicos de atendimento básico e dentistas e transferência do posto da UR-06 para um local de melhor acesso; trabalhar junto a PERPART, no sentido de remover a burocracia que está impedindo a entrega das escrituras das casas aos usuários com alguma pendência; definir uma frota de veículos da PM para o patrulhamento contínuo, noite e dia, das comunidades, entre outros.

Mas os líderes também estão de olhos abertos para pré-candidatos que se auto lançaram à luta sucessória proporcional e fazem alianças com pré-candidatos do campo majoritário que vem se imaginando um trator capaz de atropelar quem aparecer pelo caminho. O trator ELEITORADO se estriba nas aspirações do povo dessas comunidades, que começa a se pronunciar através de pesquisas de intenção de votos bem animadoras, para dizer o mínimo. O Grupo já realizou uma reunião preparatória e traçou um cronograma para as próximas reuniões. O problema do Grupo seria a legenda; muitos partidos já se ofereceram para abrigar o candidato escolhido. Isso é o de menos. Qualquer que seja a legenda escolhida, o Grupo terá o apoio das comunidades. É importante dizer que o grupo, na diversidade dos seus membros, é suprapartidário. Mas afinado com as demandas das comunidades unidas que querem ter um represente na Câmara Municipal de Jaboatão dos Guararapes.

domingo, 11 de setembro de 2011

                    11 DE SETEMBRO 
          A NOVA CULTURA DO  MEDO
OS ATENTADOS DE 11 DE SETEMBRO DE 2001 DEFLAGRARAM A CULTURA DO MEDO * A CLASSE POLÍTICA NOTE-AMERICANA É CONSERVADORA E IRRACIONAL * A ERA BUSH  CRIOU AS MONTRUOSIDADES DA INTOLERÂNCIA E DA VINGANÇA * O FENÔMENO DA GUERRA NÃO DECLARADA TEM CONOTAÇÃO RELIGIOSA * O MUNDO MUDOU A PARTIR DE 2001 E AS PERSPECTIVAS PARA O FUTURO SÃO A INCERTEZA E O MEDO.

Há exatos dez anos o mundo assistiu a um evento de violência sem precedente e o início de uma nova era nas relações entre os povos. Os aviões lotados de passageiros que foram lançados sobre as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova Iorque e simbolo da grandeza econômica dos Estados Unidos; outro avião comercial também com lotação completa caiu sobre o Pentagono, centro e simbolo do poderia militar da grande nação do norte, além daquele avião que caiu em terra e que provavelmente

                   

Em meio ao imenso jardim e tendo como fundo a capital norte-americana, Washington, o imponente edifício da Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos (foto Wikipédia)

 deveria atingir a Casa Branca, de onde partem os comandos políticos, diplomáticos e de inteligência que vão influenciar as relações entre as outras nações deste Planteta.
                                  
  Um segundo avião atinge uma das torres gêmeas do Worlde Trade Center em Nova Iorque
                                                 (foto Routheur)

Esse episódio do 11 de Setembro deflagrou um clima de tensão e medo que passou a dominar a partir dai as nações do mundo ocidental, com reflexos em outras nações orientais. Mas as causas desse episódio precisam ser analisadas com critério e isenção, não prescindindo essa análise do crivo da observação  racional calcada na história recente.
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Sequência de fotos do atentado de 11 de Setembro: no 1ºplano, os edifícios em chamas. Seguem-se nova visão dos edificios  atingidos, os escombros em que se transformaram as torres gêmeas e por fim o espaço vazio onde antes ficavam as torres. (fotos Wikipédia).


 As elites americana colocaram no poder um homem controvertido, porém de ideias firmes. George W. Bush tinha a missão de consolidar a garantia de que os Estados Unidos não ficariam sem petróleo. E petroleo é o que não falta no mundo árabe. Mas para chegar aos grandes centgros consumidores dos Estados Unidos e da Europa, era necessário abrir caminhos para a construção de uma rede de oleodutos que levasse o precioso líquido viscoso dos rincões da Ásia  até ao Golfo Pérsico. E no meio do caminho existiam obstáculos. Países de população heterogênea, de forte apelo religioso e divididos em diversas etnias ou tribos. Depois da guerra entre o Irâ e o Iraque, este último passou a ser o escolhido de Bush para pavimentar esse caminho de grandes tubos canalizadores de petróleo. Inimigo do vizinho, o Iraque enfraquecido pela guerra recente, sem armas nucleares como o Irã, oferecia condições de domínio apesar da fanfarrice de Sadan Hussein.
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     A cidade de Nova Iorque, vendo-se os grandes edifícios, a Estátua da Liberdade e a ilha de Manhatan
                                                 (foto Wikipédia)


 Bush, com certeza assessorado pela Central de Inteligência Americana (CIA) depois do 11 de setembro manda invadir o Iraque, depois de ter com bombadeios permanentes pelo mar e pelo ar  minado as defesas aéreas e terrestres  do ditador que supostamente possuia armas químicas de destruição em massa que nunca foram encontradas. Ao mesmo tempo, Bush intensificava a guerra do Afeganistão, com o apoio do Paquistão e de outras nações aiadas da região. Essas duas guerras consumiram enormes somas de dólares e enfraqueceram o tesourou americano. Aliada a essas guerras, a ferrenha caçada a Osama Bin Laden acirrou os ânimos dos grupos islâmicos radicais que viam na Al-Qaaeda o caminho para destruir o inimigo "ímpio" e
avançar na islamização do Ocidente. E a resposta, como não podia deixar de ser, foi  mais ações terroristas, agora mais focadas nas nações européias que enviaram contingentes  militatares para comporem as forças  que combatem no Afeganistão.
 Aquele golpe que feriu violentmente o centro maior do capitalismo americano e deixou para sempre cicatrizes na cidade orgulho dos americanos, como numa mensagem de que nada é tão seguro assim, nenhuma nação é fortaleza  inexpugnável.
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                                    Emblema da Cental de Inteligência dos Estados Unidos ( CIA)

Obama, encarnando o espírito da recuperação econômica norte-americana, acabou sendo apenas um herdeiro desse enorme passivo político, econômico, social, psicológico e moral deixado por seus antecessores.
                                                     
                                                       O presidente Barack Obama


 Sua política de saúde e previdência, bem como o financiamento de parte das promissórias do sistema habitacional inverteu a lógica de mercado da tradição americana  ocidental; as elites, que se beneficiaram de medidas outras do presidente, aproveitaram a insatisfação de grande parcela da população para gerar mais insegurança acusando o presidente de "socialista". No fundo, Obama precisa manter a política hegemônica dos Estados Unidos no mundo.



                                      
 As torres começam a desmoronar diante da elevada temperatura reinante no interior dos edifícios
                                         (foto Wikipédia)


O 11 de Setembro de 2001 foi uma ação cuidadosamente  planejada por grupos político-religiosos financiados pela Al-Qaada que se infiltraram no território americano, usaram os centros de treinamento tático privados do País e feriram o coração dos Estados Unidos, deixando cicatrizes que jamais serão apagadas. As quase três mil pessoas que morreram nas ações terroristas desse dia se imolaram involuntariamente por uma causa perdida. Os ataques com aviões lotados de passageiros foram uma arma inovadora que expuseram a fragilidade do esquema de defesa dos Estados Unidos e deflagraram um clima de medo e tensão que passou a ser um pesadelo constante para a população norte-amecana e de muitos países europeus envolvidos em ações de apoio à política diplomática do Departamento de Estado dos Estados Unidos. A guerra, que nunca acabou, pois se transformou num confronto permanentes de facções rivais, braços armados do ideal político do Islamismo, derrubou a ordem política instalada no País por Hussein, destruiu a infraestrutura do Iraque e causou muitas mortes e sofrimento para um povo manipulado por grupos sob a batuta de um ditador ferrenho e sanguinolento. Sadan Hussein, depois de muitas buscas pelas tropas americanas com apoio das forças iraquianas, acabou sendo localizado, julgado por um tribunal sem muita cedibiidade e terminou enforcado em praça pública.        
A atual situação político-institucional reinante em muitos países árabes é uma incôgnita no que tange ao que virá depois dessas manifestações de insatisfação popular contra os governos ditatoriais desses países. Não se trata de simples manifestações políticas. Há a derrubada de símbolos de civilizações centenárias que sempre se estribaram na sucessão tribal. A tentativa de impôr regimes democráticos de efeito imediato nesses países pode ser um tiro no pé das lideranças ocidentais.
                                                   Pentagon Security Camera 1.ogv
          Visão da área do Pentâgono após ter sido atingido por um dos aviões no atentado de 11 de setembro. Há discórdia dos observadores quanto a essa hipótese, pois nenhum avião ou seus restos teriam sido encontrados na área do Centro de Comando Militar dos Estados Unidos; relatórios oficiais, porém, informam ter sido encontrada uma asa do avião qpe produziu i sinistro. (Foto Wikipédia)


Nos Estados Unidos, igualmente, há movimentos de insatisfação com o sistema lá reinante. E essa insatisfação também indica um certo fundamentalismo religioso, tal qual o que ocorre no mundo árabe. O medo que reina nos Estados Unidos nestes tempos de tensão acaba criando novas áreas de atrito com povos de diferentes culturas. Cada um dos lados reivindica a posse da verdade, da ordem e da fé. E a ideia de um Deus Único e Soberano a reinar sobre toda a Terra  termina criando uma guerra de deuses díspares, ao sabor de cada ideologia.. Parece que se estar voltando ao tempo do paganismo, do politeísmo. Esse o centro nevrálgico da questão, a essência dessa guerra descabida entre nações que se transformam em tribos e de países que se dividem em etnias.


                                      
Geoge W. Bush recebe informações de assessor sobre o desenrolar dos acontecimentos de 11 de setembro
                                                                (foto BBC)

As elites americanas patinam na indecisão, na falta de rumos seguros com vista a um horizonte bem mais vasto do que essa miopia que se instalou nos centros de tomada de decisão da Casa Branca e das sedes de governos ocidentais e orientais.. A crise do mercado imobiliário, a quebra dos sistema bancário, o grande déficit da economia americana são episódios que começaram lá atrás, com o financiamento de guerras de cunho comercial como a do Iraque e a do Afeganistão. E as grandes volumes de dólares repassados para manter governos ditatorriais que serviam aos interesses americanos, ou derrubar governos que se atrvessem a se proclamar independentes ou aparecessem como obstáculos a esses interesses.
                                                   
Osama Bin Laden, oriundo da família real da Arábia Saudita é apontado como chefe da Al-Qaaeda e mentor dos ataques de 11 de setembro (foto Wikipédia)

Assim, o 11 de Setembro, um acontecimento lamentável, foi também  fruto desse radicalismo, dessa intolerância que separa pavos. Uma classe política americana que se auto proclama cristã, mas é ultraconservadora e inversamente ao que prega o Cristianismo, tem pretensões de alastrar sua base instalando seus postulados políticos em outros países, buscando destruir os fundamentos culturais de outros povos. E grupos heterogêneos, dividindo a fé muçulamana  em dois partidos,aqui, e em várias facções, ali, buscando os grupos mais radicais impor seus costumes e sua fé ao Ocidente, diferentemente do que recomenda o sagrado livro do Corão.
O Século XXI não pode ser fixado na história como um período em que se macularam a razão, a grandeza de espírito, a ideia de solidariedade, o respeito aos direitos individuais, os Direitos Humanos, a soberania das nações e a auto-determinação dos povos, quaisquer que sejam suas  etnias, costumes, ideologias.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

                                M  I  M  O

                                           OLINDA RESPIRA MÚSICA


As igrejas, os teatros, conventos e salas especiais de Olinda nestes últimos dias abrem espaço para o belo e a harmonia. A nova edição da MIMO (Mostra Internacional de Música de Olinda) vem atraindo um público seleto identificado com a boa música, mas também interessado em conhecer a beleza arquitetônica, cultural e geográfica da velha Marin dos Caetés.

Olinda é um celeiro de artistas; ali moram, trabalham e bebem o néctar da arte e da cultura dezenas de artistas plásticos, cantores e compositores, escritores, artesãos e amantes dessa diversidade de expressão do pensamento, das letras e das emoções que caracterizam uma Cidade Monumento Histórico e cultural da Humanidade.

Além de um grande festival de música, a MIMO é um uma oportunidade rara para aperfeiçoamento didático de novos talentos de regentes de orquestras sinfônicas. Este ano, capacitando e dando asas aos ideais desses ovos talentos de músicos regentes, a MIMO trouxe nada mais nada menos do que o maestro Iaac Karabischevisk, um dos mais renomados regentes de todos os Continentes.

Subir as ladeiras de Olinda, apreciar o casario centenário, aprender um pouco de sua rica história, conhecer seus artistas e sua arte é um gostoso exercício que faz bem à alma. Mas a MIMO cresceu; hoje não é mais um privilégio só de Olinda, espalha-se pelo Recife e já chegou à João Pessoa. Pena que uma riqueza cultural desse quilate esteja sendo prejudicada pela ação de vândalos pichadores.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011


                                 Foto Wikipédia

 ÀS  MARGENS DO RIO IPIRANGA...

189 ANOS DEPOIS, O BRASIL TENTA CONSOLIDAR SUA INDEPENDÊNCIA * O 7 DE SETEMBRO É UMA DATA SIMBÓLICA QUE AINDA PRECISA SER DEVIDAMENTE ESCLARECIDA * A INDEPENDÊNCIA FOI ARRANCADA COM MUITA LUTA, MAS TAMBÉM COM CONCHAVOS DE BASTIDORES *  A SEPARAÇÃO DE PORTUGAL NA VERDADE FOI COMPRADA E CUSTOU CARO * A NAÇÃO SUStENTA UMA TRUPE DE PARASITAS ORIUNDOS DA MONARQUIA * O POVO BRASILEIRO CONTINUA ENGANADO.

7 de Setembro de 1889, data histórica para se comemorar a independência do Brasil, de acordo com os manuais escolares que reproduzem a história desse feito. Insígnas  e prococolo oficiais do País o registram como Data Magna da Nação, marco marior na História da Nacionalidade Brasileira. Já foi dito que  "A história é a versão oficial dos fatos"; nada mais verdadeiro.
O entusiasmo com que crianças e professoras primários cantavam o Hino Nacional, com o hasteamento da Bandeira do Brasil nessa data, parece  eventos arrefecidos. Os desfiles militares de 7 de Setembro de décadas atrás não têm mais o brilho que então ostentavam.
A Independência do Brasil foi por muito tempo cantada como um hino de louvor à bravura de um imperador que amava a terra que o acolheu e a queria livre do jugo português. A  releitura dos fatos ocorridos naquela época mosta uma história diferente. Ao lado de medidas paliativas adotadas pelo imperador, muitos conchavos de gabinete permitiram que o Brasil fosse declarado independente. D. Pedro I cedeu às exigências de Portugal e comprometeu o Tesouro Nacional pagando vultosas quantias para se mater esse arremedo de independência que ainda hoje não se completou. Além de contrair uma dívida gigantesca para pôr fim ao cerco que Porgugal fazia ao Brasil, D. Pedro I, um monarca fraco diante da conjuntura política internacional da época, ainda capitulou em relação a outras exigências do Corte de Lisboa. Teve que contrair um empréstimo à Inglaterra de cinco milhões de libras esterlinas para pagar à Portugal, o que comprometeu o progresso do País. Essa dívida somente foi paga pelo governo Lula, na tão propalda "liquidação da Dívida Externa",  o que deixou de ter destaque na grande imprensa. Até a queda da Monarquia o Brasil ainda era quase inteiramente econômica e politicamente dependente de Portugal.
Ao estudar a História do Brasil, o aluno de ensino médio de hoje já sabe que é  preciso recontar essa história. Ele, o aluno, fica sabendo, entre outras coisas, que o Rio Ipiranga é, na verdade, um um pequeno riacho em São Paulo e que na hora em que teria sido proclamada a independência o imperador estaria indisposto, com diarreia.
Mas o 7 de Setembro não deixa de ser uma data-símbolo para as gerações  que vieram depois do grito de "Independência ou Morte" e as que virão para viver num cenário político, econômico e histórico completamente diferente daquele que consta nos livros escolares do ensino Fundamental I que infelizmente aida traçam o perfil de uma elite egoista detentora dos meios de produção e das transações econômico-financeiras a controlar a vida pública e os negócios do País e fazer que este ainda seja um dos países mais corruptos do mundo. As manifestações de grupos cívicos diversos que ocorrem nesta data tentam resgatar o espírito patriótico do povo brasileiro. Os desfiles militares de hoje,  ainda mostram um País despreparado para se defender das investidas da cobiça das nações desenvolvidaso; o Brasil não precisa ser uma nação aramada para invadir países ou promover guerras; mas precisa de forças armadas vigorosas, com uma Marinha, um Exército e uma Aeronáutica dotados com os mais modernos e sofisticados meios de caça e combate, infataria adestrada e esquadra equipadas par a defesa do território brasileiro, de suas riquezas naturais e de nossa soberania. O Brasil dispões de tecnologia capaz de produzir os artefatos que equiparão as susas forças armadas e darão a segurança que um País forte precisa.
O  Grito dos Excluído na sua diversidade de concepções clama por uma Nação mais justa, na qual os brasileiros possam ter uma educação de qualidade, um sistema de saúde pública universalizado que contem com todos os recursos de diagnósticos e tratamento, inclusive os exames mais sofisticados da tecnogia por imagem; que os brasileiros ainda na zona de miséria social possam ter oportunidade de estudar, aprender uma profissão e se inserirem no mercado de trabalho onde receba salário digno; que na mesa dos brasileiros residentes nas periferias das grandes cidades e nos mais distantes rincões deste País haja comida que lhes sacie a fome e renove suas energias. Miséria e fome devem ser palavras riscadas das estatísticas nacionais. Mas também que se proporcione aos brasieiros habitação de qualidade, redes de esgoto, água tratada nas comunidades mais disantes e coleta e destinação adequada do lixo e dejetos; que se ofereça a cada brasileiro transporte seguro e de qualidade, de preferência mudando a matriz rodoviária para a ferroviária e se aproveite o enorme potencial dos rios e lagos do País para escoamento da produção agrícola e industrial, com interligação com os grandes portos e as ferrovias em processo de planejamento ou já em implantação. Que o Grito dos Excluídos perca sua razão de ser pela inclusão social de todas as camadas da população que ainda vivem à margem do progresso.  
Este  7 de Setembro, para as novas gerações,  passou a ser uma data de reflexão sobre o que era o Brasil, o que é no momento e o que poderia ser se em vez de elegias a um imperador  e à luta de classe dentro do núcleo de tomada de decisão do Império e à vaidade e interesses dos grupos dominantes remanescentes que querem manter privilégios, tivevesse ocorrido uma mudança de mentalidade. Mudança de rumos de um País realmente independente, qua aproveitasse os ideais de libertação e desenvolvimento que dominava os grupos liberais da Europa de então e no rastro desses ideais transformasse o Brasil num País poderoso. Tínhamos recursos naturais, mão-de-obra e uma geração de jovens que havia estudado na Europa. Mas esses jovens acabaram cooptados pelas famílias da elite dominante, e por muitas décadas o Brasil amargou um "recesso" de trabalho renovador entregue às brigas paroquiais das elites beneficiárias do processo de independência.
Que neste 7 de Setembro, aprovitandos os bons ventos que nestes momentos de crises internacionais sopram em nosso favor,  as forças vivas e independentes da Nação, como os trabalhadores, os estudantes, os professores, os intelectuais, as donas de casa  e os políticos ainda não contaminados pelo virus da corrupção  possam tomar uma posição em defesa dos altos interesses do País e lutarem para que o Brasil possa desenvolver suas potencialidades naturais, humanas e culturais e vir a ser uma Nação realmente independente, soberana e próspera.

domingo, 4 de setembro de 2011

      


       A  CIA  É  A POLÍCIA DO  MUNDO
O MUNDO PARECE ESPANTADO COM A REVELAÇÃO DE DOCUMENTOS SECRETOS QUE MOSTRAM O ENVOLVIMENTO DA CIA COM KADAF * OS AMERICANOS PARTICIPARAM DE TODOS OS GOLPES QUE LEVARAM DITADORES AO PODER * A  CIA  É  UM OGANISMO INDEPENDENTE, QUE QUANDO LHE É CONVENIENTE  BISBILHOTA ATÉ A VIDA PRIVADA DO PRESIDENTE DOS EE  UU.

Neste sábado, as agências de notícias divulgaram informações que para a maioria das pessoas são estarrecedores: o serviço secreto de informações do Estados Unidos, conhecido pela sigla CIA, estaria envolvida em atividades clandestinas na Líbia; e há muito tempo. Não é segredo para os observadores da cena política mundial que a CIA é o braço satânico da política norte-americana; que quando é conveniente aos interesses do corporativismo político-econômico dos Estados Unidos, a CIA não respeita regras, ética, leis ou coisas que o valham. Se coloca acima do próprio governo dos Estados Unidos e faz suas próprias investigações, ainda que isso conrarie o governo de lá. A CIA não terá nenhum escrúpulo em matar o próprio presidente americano, se isso for conveniente ao espírito corporativo  das elites industriais, bancárias, políticas e econômicas que compõem o núcleo duro das classes dominantes do Tio Sam.

                                      
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               A   Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos

A morte de Kenedy, por exemplo, continua a merecer uma explicação mais convincente. Os documentos públicos da CIA não dizem o que realmente foi apurado pelas autoridade policiais norte-amercianas. Utilizando sua hegemonia política, militar e econômica, os Estados Unidos disseminaram guerras pelo mundo afora. E nos conchavos com seus aliados europeus, com a submissão das delegações desse países na Organização das Nações Unidas, utilizaram tropas da OTAN  e criarm grupamentos militares que foram ao campo de batalha como "Tropas da ONU". Assim aconteceu na Coréia, no Vietnã e está acontecendo em outros países onde a guerra acontecem. A crise econômica dos Estados Unidos tem origem nesses acontecimentos lá atrás, e essa gastança militar norte-americana é a principal causa do enorme déficit das contas orçamentárias americanas e da quebradeira dos sistema bancário da grande nação do Norte. A quebradeira do sistema habitacional que aparentemente desencadeou a crise econômica americana foi apenas um ponto da grande bolha que vinha se formando  nas contas públicas americanas, contaminadas com a fraqueza econômica crônica da Europa do pós-guerra. As ditadurs do Oriente Médio, Áfriaca e parte da Ásia aliadas dos Estados Unidos se estruturaram com o apoio  econômico e logístico dos Estados Unidos em conjunto com seus aliados do mundo desenvolvido do Ocidente. As  ditaduras da América latina também foram patrocinadas pela CIA. O serviço de espionagem norte-americano no  chamado Cone Sul (Brasil, Argentina, Chile, Uruguaia, Paraguai) é intensa. As embaixadas dos Estados Unidos e de países europeus desenvolvidos nesta parte do Continente americano são centros de espionagem  comandados por seus serviços secretos associados e dependentes da CIA. Os Estados Unidos e seus aliados desenvolvidos da Europa e mais o Japão estão de olho no petróleo do pré-sal, nas costas brasileiras, no governo de Evo Morales, que pretende fazer uma maior distribuição de renda levando saúde, previdência e educação a áreas indigenes que nunca foram contempladas com qualquer programa de inclusão social por parte dos governos anteriores. Isso incomoda a classe média e rica da Bolívia, que servem de apoio aos grandes interesses capitalistas internacionais. E vigiam de perto a política de Hugo Chaves, acreditando que ele, além de implantar na Venezuela a chamada República  Bolivariana, pretenda com o petróleo venezuelano e via MERCOSUL instalar uma comunidade socialista na américa latina. Minaram a estabilidade de muitos governos do Continente, e começam a reeditar a Esquadra do Atlântico Sul (4ª esquadra).Essa ação da CIA na AL é bem visível em ouros países, como Equador, Peru, etc. A agência americana continua fomentando a discórdia entre os povos deses países porque os Estados Unidos têm grandes interesses econômicos na região.



                          

                                                  Sede da  C   I   A

Nas Ásia, além de terem fomentado as guerras nas quais estiveram envolvidos e nas quais sofreram severas derrotas, parocinam atos de provocação, aplicam sanções econômicas contra países que buscam se tornarem independwentes do sistema político corrupto dos Estados Unidos.
No Afeganistão, uma guerra de muitas décadas e praticamente perdida, os Estados Unidos, como Nação, luta contra os grupor nacionalistas de forte conotação terrorista, mas a CIA, reservadamente, mantém conversações com os grupos islâmicos extremistas de lá buscando uma saída honrosa, para evitar a repeticação da ridícula retirada do Vietnã quando abandonaram por lá aviçoes, tanques, muita munição, navios, etc., alé de terem deixado nas selvas vietinamitas milhares de cachorros feroses forjados em laboratórios. Os Rotvales e Pitbus que foram desenvolvidos em laboratório para lutarem contra os vietcongs ficaram nas selvas do Vietanã e estraçalharam milhares de civis das aldeias espalhadas na orla da floresta do Vietnã. Esses cães foram dizimados pelo governo de lá através da pulverização de veneno nas áreas de florestas que ainda restaram depois da guerra química  levada a efeito pelos Estados Unidos, o que causou sérios prejuizos econômicos ao governo e problemas de saúde à população daquele País.
No Paquistão, detentor de armas nucleares, há um cheiro de conluio no ar da política americana naquele País. Se o governo americano apoioa ações contra os grupos islâmicos radicais que estão infiltrados em todos os setores da administração daquele País, por outro lado a CIA trabalha com o intuito de proteger os interesses americanos naquele área e  não terá nenhum escrúpulo de negociar com esses grupos, criando condiçoes para atos de terrorismo, traição e coisas que o valham, tudo em nome dos interesses ocidentais no País e na Região. 

Cenas de horror que marcaram a guerra do Vietnã, vendo  a população  fugindo apavarada depois de bombardeio aéreo pelas tropas enganosamente ditas "Das Nações Unidas". A menina despida, com o corpo queimado pelas bombas americanas foi um assunto que correu o mundo e ainda hoje repercute.(fotos Luis Nassif)


Não se espantem: a CIA é amior do que o poderio militar americano. Enquanto o poderio bélico dos Estados Unidos precisa deslocar navios de grande porte, aviões, tanques, tansportar tropas, etc., o que demanda tempo e muito gasto, a CIA estará presente primeiro, infiltando seus agentes nas estruturas administrativas e políticas dos Países de governo pró-Ocidente mas com grandes segmentos populacionais armados ligados ao ideal de estado teocrata dominante enre os povos de formação islâmica daquela parte da Ásia.
                                         

                                                      
 Soldados norte-americanos no campo de batalha  do Vietnã (foto Routheur)


Claros que os documetos da CIA são altamente sigilosos. Alguns que "que vazam" e chegam ao público são na verdade enganosos.  Só em momentos como estes, em que os guardiães de cópias dos documentos abandonam às pressas os locais onde eles são guardados, quase sempre em forma de códigos. Assim, infiltrada em todas as camadas dos cenro de tomada de decisão, a CIA age como a polícia do mundo. Polícia que dita suas próprias "leis".