11 DE SETEMBRO
A NOVA CULTURA DO MEDO
OS ATENTADOS DE 11 DE SETEMBRO DE 2001 DEFLAGRARAM A CULTURA DO MEDO * A CLASSE POLÍTICA NOTE-AMERICANA É CONSERVADORA E IRRACIONAL * A ERA BUSH CRIOU AS MONTRUOSIDADES DA INTOLERÂNCIA E DA VINGANÇA * O FENÔMENO DA GUERRA NÃO DECLARADA TEM CONOTAÇÃO RELIGIOSA * O MUNDO MUDOU A PARTIR DE 2001 E AS PERSPECTIVAS PARA O FUTURO SÃO A INCERTEZA E O MEDO.
Há exatos dez anos o mundo assistiu a um evento de violência sem precedente e o início de uma nova era nas relações entre os povos. Os aviões lotados de passageiros que foram lançados sobre as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova Iorque e simbolo da grandeza econômica dos Estados Unidos; outro avião comercial também com lotação completa caiu sobre o Pentagono, centro e simbolo do poderia militar da grande nação do norte, além daquele avião que caiu em terra e que provavelmente

Em meio ao imenso jardim e tendo como fundo a capital norte-americana, Washington, o imponente edifício da Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos (foto Wikipédia)
deveria atingir a Casa Branca, de onde partem os comandos políticos, diplomáticos e de inteligência que vão influenciar as relações entre as outras nações deste Planteta.

Um segundo avião atinge uma das torres gêmeas do Worlde Trade Center em Nova Iorque
(foto Routheur)
Esse episódio do 11 de Setembro deflagrou um clima de tensão e medo que passou a dominar a partir dai as nações do mundo ocidental, com reflexos em outras nações orientais. Mas as causas desse episódio precisam ser analisadas com critério e isenção, não prescindindo essa análise do crivo da observação racional calcada na história recente.

Sequência de fotos do atentado de 11 de Setembro: no 1ºplano, os edifícios em chamas. Seguem-se nova visão dos edificios atingidos, os escombros em que se transformaram as torres gêmeas e por fim o espaço vazio onde antes ficavam as torres. (fotos Wikipédia).
As elites americana colocaram no poder um homem controvertido, porém de ideias firmes. George W. Bush tinha a missão de consolidar a garantia de que os Estados Unidos não ficariam sem petróleo. E petroleo é o que não falta no mundo árabe. Mas para chegar aos grandes centgros consumidores dos Estados Unidos e da Europa, era necessário abrir caminhos para a construção de uma rede de oleodutos que levasse o precioso líquido viscoso dos rincões da Ásia até ao Golfo Pérsico. E no meio do caminho existiam obstáculos. Países de população heterogênea, de forte apelo religioso e divididos em diversas etnias ou tribos. Depois da guerra entre o Irâ e o Iraque, este último passou a ser o escolhido de Bush para pavimentar esse caminho de grandes tubos canalizadores de petróleo. Inimigo do vizinho, o Iraque enfraquecido pela guerra recente, sem armas nucleares como o Irã, oferecia condições de domínio apesar da fanfarrice de Sadan Hussein.
A cidade de Nova Iorque, vendo-se os grandes edifícios, a Estátua da Liberdade e a ilha de Manhatan
(foto Wikipédia)
Bush, com certeza assessorado pela Central de Inteligência Americana (CIA) depois do 11 de setembro manda invadir o Iraque, depois de ter com bombadeios permanentes pelo mar e pelo ar minado as defesas aéreas e terrestres do ditador que supostamente possuia armas químicas de destruição em massa que nunca foram encontradas. Ao mesmo tempo, Bush intensificava a guerra do Afeganistão, com o apoio do Paquistão e de outras nações aiadas da região. Essas duas guerras consumiram enormes somas de dólares e enfraqueceram o tesourou americano. Aliada a essas guerras, a ferrenha caçada a Osama Bin Laden acirrou os ânimos dos grupos islâmicos radicais que viam na Al-Qaaeda o caminho para destruir o inimigo "ímpio" e
avançar na islamização do Ocidente. E a resposta, como não podia deixar de ser, foi mais ações terroristas, agora mais focadas nas nações européias que enviaram contingentes militatares para comporem as forças que combatem no Afeganistão.
Aquele golpe que feriu violentmente o centro maior do capitalismo americano e deixou para sempre cicatrizes na cidade orgulho dos americanos, como numa mensagem de que nada é tão seguro assim, nenhuma nação é fortaleza inexpugnável.

Emblema da Cental de Inteligência dos Estados Unidos ( CIA)
Obama, encarnando o espírito da recuperação econômica norte-americana, acabou sendo apenas um herdeiro desse enorme passivo político, econômico, social, psicológico e moral deixado por seus antecessores.

O presidente Barack Obama
Sua política de saúde e previdência, bem como o financiamento de parte das promissórias do sistema habitacional inverteu a lógica de mercado da tradição americana ocidental; as elites, que se beneficiaram de medidas outras do presidente, aproveitaram a insatisfação de grande parcela da população para gerar mais insegurança acusando o presidente de "socialista". No fundo, Obama precisa manter a política hegemônica dos Estados Unidos no mundo.

As torres começam a desmoronar diante da elevada temperatura reinante no interior dos edifícios
(foto Wikipédia)
O 11 de Setembro de 2001 foi uma ação cuidadosamente planejada por grupos político-religiosos financiados pela Al-Qaada que se infiltraram no território americano, usaram os centros de treinamento tático privados do País e feriram o coração dos Estados Unidos, deixando cicatrizes que jamais serão apagadas. As quase três mil pessoas que morreram nas ações terroristas desse dia se imolaram involuntariamente por uma causa perdida. Os ataques com aviões lotados de passageiros foram uma arma inovadora que expuseram a fragilidade do esquema de defesa dos Estados Unidos e deflagraram um clima de medo e tensão que passou a ser um pesadelo constante para a população norte-amecana e de muitos países europeus envolvidos em ações de apoio à política diplomática do Departamento de Estado dos Estados Unidos. A guerra, que nunca acabou, pois se transformou num confronto permanentes de facções rivais, braços armados do ideal político do Islamismo, derrubou a ordem política instalada no País por Hussein, destruiu a infraestrutura do Iraque e causou muitas mortes e sofrimento para um povo manipulado por grupos sob a batuta de um ditador ferrenho e sanguinolento. Sadan Hussein, depois de muitas buscas pelas tropas americanas com apoio das forças iraquianas, acabou sendo localizado, julgado por um tribunal sem muita cedibiidade e terminou enforcado em praça pública.
A atual situação político-institucional reinante em muitos países árabes é uma incôgnita no que tange ao que virá depois dessas manifestações de insatisfação popular contra os governos ditatoriais desses países. Não se trata de simples manifestações políticas. Há a derrubada de símbolos de civilizações centenárias que sempre se estribaram na sucessão tribal. A tentativa de impôr regimes democráticos de efeito imediato nesses países pode ser um tiro no pé das lideranças ocidentais.

Visão da área do Pentâgono após ter sido atingido por um dos aviões no atentado de 11 de setembro. Há discórdia dos observadores quanto a essa hipótese, pois nenhum avião ou seus restos teriam sido encontrados na área do Centro de Comando Militar dos Estados Unidos; relatórios oficiais, porém, informam ter sido encontrada uma asa do avião qpe produziu i sinistro. (Foto Wikipédia)
Nos Estados Unidos, igualmente, há movimentos de insatisfação com o sistema lá reinante. E essa insatisfação também indica um certo fundamentalismo religioso, tal qual o que ocorre no mundo árabe. O medo que reina nos Estados Unidos nestes tempos de tensão acaba criando novas áreas de atrito com povos de diferentes culturas. Cada um dos lados reivindica a posse da verdade, da ordem e da fé. E a ideia de um Deus Único e Soberano a reinar sobre toda a Terra termina criando uma guerra de deuses díspares, ao sabor de cada ideologia.. Parece que se estar voltando ao tempo do paganismo, do politeísmo. Esse o centro nevrálgico da questão, a essência dessa guerra descabida entre nações que se transformam em tribos e de países que se dividem em etnias.

Geoge W. Bush recebe informações de assessor sobre o desenrolar dos acontecimentos de 11 de setembro
(foto BBC)
As elites americanas patinam na indecisão, na falta de rumos seguros com vista a um horizonte bem mais vasto do que essa miopia que se instalou nos centros de tomada de decisão da Casa Branca e das sedes de governos ocidentais e orientais.. A crise do mercado imobiliário, a quebra dos sistema bancário, o grande déficit da economia americana são episódios que começaram lá atrás, com o financiamento de guerras de cunho comercial como a do Iraque e a do Afeganistão. E as grandes volumes de dólares repassados para manter governos ditatorriais que serviam aos interesses americanos, ou derrubar governos que se atrvessem a se proclamar independentes ou aparecessem como obstáculos a esses interesses.

Osama Bin Laden, oriundo da família real da Arábia Saudita é apontado como chefe da Al-Qaaeda e mentor dos ataques de 11 de setembro (foto Wikipédia)
Assim, o 11 de Setembro, um acontecimento lamentável, foi também fruto desse radicalismo, dessa intolerância que separa pavos. Uma classe política americana que se auto proclama cristã, mas é ultraconservadora e inversamente ao que prega o Cristianismo, tem pretensões de alastrar sua base instalando seus postulados políticos em outros países, buscando destruir os fundamentos culturais de outros povos. E grupos heterogêneos, dividindo a fé muçulamana em dois partidos,aqui, e em várias facções, ali, buscando os grupos mais radicais impor seus costumes e sua fé ao Ocidente, diferentemente do que recomenda o sagrado livro do Corão.
O Século XXI não pode ser fixado na história como um período em que se macularam a razão, a grandeza de espírito, a ideia de solidariedade, o respeito aos direitos individuais, os Direitos Humanos, a soberania das nações e a auto-determinação dos povos, quaisquer que sejam suas etnias, costumes, ideologias.

Em meio ao imenso jardim e tendo como fundo a capital norte-americana, Washington, o imponente edifício da Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos (foto Wikipédia)
deveria atingir a Casa Branca, de onde partem os comandos políticos, diplomáticos e de inteligência que vão influenciar as relações entre as outras nações deste Planteta.

Um segundo avião atinge uma das torres gêmeas do Worlde Trade Center em Nova Iorque
(foto Routheur)
Esse episódio do 11 de Setembro deflagrou um clima de tensão e medo que passou a dominar a partir dai as nações do mundo ocidental, com reflexos em outras nações orientais. Mas as causas desse episódio precisam ser analisadas com critério e isenção, não prescindindo essa análise do crivo da observação racional calcada na história recente.
Sequência de fotos do atentado de 11 de Setembro: no 1ºplano, os edifícios em chamas. Seguem-se nova visão dos edificios atingidos, os escombros em que se transformaram as torres gêmeas e por fim o espaço vazio onde antes ficavam as torres. (fotos Wikipédia).
As elites americana colocaram no poder um homem controvertido, porém de ideias firmes. George W. Bush tinha a missão de consolidar a garantia de que os Estados Unidos não ficariam sem petróleo. E petroleo é o que não falta no mundo árabe. Mas para chegar aos grandes centgros consumidores dos Estados Unidos e da Europa, era necessário abrir caminhos para a construção de uma rede de oleodutos que levasse o precioso líquido viscoso dos rincões da Ásia até ao Golfo Pérsico. E no meio do caminho existiam obstáculos. Países de população heterogênea, de forte apelo religioso e divididos em diversas etnias ou tribos. Depois da guerra entre o Irâ e o Iraque, este último passou a ser o escolhido de Bush para pavimentar esse caminho de grandes tubos canalizadores de petróleo. Inimigo do vizinho, o Iraque enfraquecido pela guerra recente, sem armas nucleares como o Irã, oferecia condições de domínio apesar da fanfarrice de Sadan Hussein.
A cidade de Nova Iorque, vendo-se os grandes edifícios, a Estátua da Liberdade e a ilha de Manhatan
(foto Wikipédia)
Bush, com certeza assessorado pela Central de Inteligência Americana (CIA) depois do 11 de setembro manda invadir o Iraque, depois de ter com bombadeios permanentes pelo mar e pelo ar minado as defesas aéreas e terrestres do ditador que supostamente possuia armas químicas de destruição em massa que nunca foram encontradas. Ao mesmo tempo, Bush intensificava a guerra do Afeganistão, com o apoio do Paquistão e de outras nações aiadas da região. Essas duas guerras consumiram enormes somas de dólares e enfraqueceram o tesourou americano. Aliada a essas guerras, a ferrenha caçada a Osama Bin Laden acirrou os ânimos dos grupos islâmicos radicais que viam na Al-Qaaeda o caminho para destruir o inimigo "ímpio" e
avançar na islamização do Ocidente. E a resposta, como não podia deixar de ser, foi mais ações terroristas, agora mais focadas nas nações européias que enviaram contingentes militatares para comporem as forças que combatem no Afeganistão.
Aquele golpe que feriu violentmente o centro maior do capitalismo americano e deixou para sempre cicatrizes na cidade orgulho dos americanos, como numa mensagem de que nada é tão seguro assim, nenhuma nação é fortaleza inexpugnável.
Emblema da Cental de Inteligência dos Estados Unidos ( CIA)
Obama, encarnando o espírito da recuperação econômica norte-americana, acabou sendo apenas um herdeiro desse enorme passivo político, econômico, social, psicológico e moral deixado por seus antecessores.
O presidente Barack Obama
Sua política de saúde e previdência, bem como o financiamento de parte das promissórias do sistema habitacional inverteu a lógica de mercado da tradição americana ocidental; as elites, que se beneficiaram de medidas outras do presidente, aproveitaram a insatisfação de grande parcela da população para gerar mais insegurança acusando o presidente de "socialista". No fundo, Obama precisa manter a política hegemônica dos Estados Unidos no mundo.

As torres começam a desmoronar diante da elevada temperatura reinante no interior dos edifícios
(foto Wikipédia)
O 11 de Setembro de 2001 foi uma ação cuidadosamente planejada por grupos político-religiosos financiados pela Al-Qaada que se infiltraram no território americano, usaram os centros de treinamento tático privados do País e feriram o coração dos Estados Unidos, deixando cicatrizes que jamais serão apagadas. As quase três mil pessoas que morreram nas ações terroristas desse dia se imolaram involuntariamente por uma causa perdida. Os ataques com aviões lotados de passageiros foram uma arma inovadora que expuseram a fragilidade do esquema de defesa dos Estados Unidos e deflagraram um clima de medo e tensão que passou a ser um pesadelo constante para a população norte-amecana e de muitos países europeus envolvidos em ações de apoio à política diplomática do Departamento de Estado dos Estados Unidos. A guerra, que nunca acabou, pois se transformou num confronto permanentes de facções rivais, braços armados do ideal político do Islamismo, derrubou a ordem política instalada no País por Hussein, destruiu a infraestrutura do Iraque e causou muitas mortes e sofrimento para um povo manipulado por grupos sob a batuta de um ditador ferrenho e sanguinolento. Sadan Hussein, depois de muitas buscas pelas tropas americanas com apoio das forças iraquianas, acabou sendo localizado, julgado por um tribunal sem muita cedibiidade e terminou enforcado em praça pública.
A atual situação político-institucional reinante em muitos países árabes é uma incôgnita no que tange ao que virá depois dessas manifestações de insatisfação popular contra os governos ditatoriais desses países. Não se trata de simples manifestações políticas. Há a derrubada de símbolos de civilizações centenárias que sempre se estribaram na sucessão tribal. A tentativa de impôr regimes democráticos de efeito imediato nesses países pode ser um tiro no pé das lideranças ocidentais.
Visão da área do Pentâgono após ter sido atingido por um dos aviões no atentado de 11 de setembro. Há discórdia dos observadores quanto a essa hipótese, pois nenhum avião ou seus restos teriam sido encontrados na área do Centro de Comando Militar dos Estados Unidos; relatórios oficiais, porém, informam ter sido encontrada uma asa do avião qpe produziu i sinistro. (Foto Wikipédia)
Nos Estados Unidos, igualmente, há movimentos de insatisfação com o sistema lá reinante. E essa insatisfação também indica um certo fundamentalismo religioso, tal qual o que ocorre no mundo árabe. O medo que reina nos Estados Unidos nestes tempos de tensão acaba criando novas áreas de atrito com povos de diferentes culturas. Cada um dos lados reivindica a posse da verdade, da ordem e da fé. E a ideia de um Deus Único e Soberano a reinar sobre toda a Terra termina criando uma guerra de deuses díspares, ao sabor de cada ideologia.. Parece que se estar voltando ao tempo do paganismo, do politeísmo. Esse o centro nevrálgico da questão, a essência dessa guerra descabida entre nações que se transformam em tribos e de países que se dividem em etnias.

Geoge W. Bush recebe informações de assessor sobre o desenrolar dos acontecimentos de 11 de setembro
(foto BBC)
As elites americanas patinam na indecisão, na falta de rumos seguros com vista a um horizonte bem mais vasto do que essa miopia que se instalou nos centros de tomada de decisão da Casa Branca e das sedes de governos ocidentais e orientais.. A crise do mercado imobiliário, a quebra dos sistema bancário, o grande déficit da economia americana são episódios que começaram lá atrás, com o financiamento de guerras de cunho comercial como a do Iraque e a do Afeganistão. E as grandes volumes de dólares repassados para manter governos ditatorriais que serviam aos interesses americanos, ou derrubar governos que se atrvessem a se proclamar independentes ou aparecessem como obstáculos a esses interesses.
Osama Bin Laden, oriundo da família real da Arábia Saudita é apontado como chefe da Al-Qaaeda e mentor dos ataques de 11 de setembro (foto Wikipédia)
Assim, o 11 de Setembro, um acontecimento lamentável, foi também fruto desse radicalismo, dessa intolerância que separa pavos. Uma classe política americana que se auto proclama cristã, mas é ultraconservadora e inversamente ao que prega o Cristianismo, tem pretensões de alastrar sua base instalando seus postulados políticos em outros países, buscando destruir os fundamentos culturais de outros povos. E grupos heterogêneos, dividindo a fé muçulamana em dois partidos,aqui, e em várias facções, ali, buscando os grupos mais radicais impor seus costumes e sua fé ao Ocidente, diferentemente do que recomenda o sagrado livro do Corão.
O Século XXI não pode ser fixado na história como um período em que se macularam a razão, a grandeza de espírito, a ideia de solidariedade, o respeito aos direitos individuais, os Direitos Humanos, a soberania das nações e a auto-determinação dos povos, quaisquer que sejam suas etnias, costumes, ideologias.
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