A UMA DEUSA
Luiz Lisboa
«Tu és o quelso do pental ganírio
Saltando as rimpas do fermim calério,
Carpindo as taipas do furor salírio
Nos rúbios calos do pijom sidério.
És a bartólia do bocal empírio.
Que ruge e passa no festim sitério,
Em ticoteios de partano estírio,
Rompendo as gambias do hortomogenério.
Teus lindos olhos tem barlacantes
São camencúrias que carquejam lantes
Nas duras pélias do pegal balônio.
São carmentórios de um carce metálio,
De lúrias peles em que pulsa obálio
Em vertimbáceas do pental perônio
Saltando as rimpas do fermim calério,
Carpindo as taipas do furor salírio
Nos rúbios calos do pijom sidério.
És a bartólia do bocal empírio.
Que ruge e passa no festim sitério,
Em ticoteios de partano estírio,
Rompendo as gambias do hortomogenério.
Teus lindos olhos tem barlacantes
São camencúrias que carquejam lantes
Nas duras pélias do pegal balônio.
São carmentórios de um carce metálio,
De lúrias peles em que pulsa obálio
Em vertimbáceas do pental perônio
-Esta é uma de três versões conhecidas deste soneto
“bestialógico” originariamente intitulado Antologia. Há outra versão corrida, e uma terceira -modificada, provavelmente
falsa.
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