NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

domingo, 8 de março de 2015










UNIVERSO FEMININO
Hetero, bi, homo, trans

Os nomes são fictícios, mas as personagens e os cenários são verdadeiros. Esse foi o nosso compromisso para que elas concordassem em ser entrevistadas via web. O universo da mulher apresenta uma miscelânea de vertentes profissionais, emocionais e de concepção e práxis existenciais. Sexo, como não poderia deixar de ser, é item importante na pauta das conversas das mulheres de todos os níveis sociais, idades ou profissão.
Mariângela, 38 anos, médica, é hétero. Ela confessa que sua fidelidade no casamento é essencial para sua vida pessoal, familiar e profissional. Afirma nunca ter pensado em outro tipo de comportamento, mas cita casos de colegas, que também casadas, já tiveram relacionamentos extraconjugais. Praticante de ioga, diz que após as sessões de terapia fica "com uma vontade louca de fazer sexo".
Paula Monteiro, 25 anos, formada em administração de empresa, é homo. Atua como CEO em multinacional. Na sua opinião, o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo  é mais “produtivo, prazeroso e sincero”.
Priscila, 32 anos, pedagoga e psicóloga, é transexual. Ela se veste como homem e frequenta espaços masculinos, mas gosta de lidar com pessoas "de todos os sexos". “Só não gosto de transar”, afirma numa declaração inesperada. Diz que é esse o espírito da transexualidade.

Fryda, 34 anos, formada em filosofia, é trilíngue. Além do português, fala inglês e espanhol. E ensina essa última língua em cursinhos da região. Bissexual, diz que gosta de meninos, mas não quer ser discriminada “por gostar também de meninas”.
As mulheres modernas estão mais bem informadas e libertas das limitações impostas por uma sociedade machista. O universo mental das mulheres é amplo, complexo, difuso, mas infelizmente o conjunto de suas declarações não cabe nesse formato de entrevista

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