UNIVERSO FEMININO
Hetero, bi, homo, trans
Os nomes são fictícios,
mas as personagens e os cenários são verdadeiros. Esse foi o nosso compromisso
para que elas concordassem em ser entrevistadas via web. O universo da mulher
apresenta uma miscelânea de vertentes profissionais, emocionais e de concepção
e práxis existenciais. Sexo, como não poderia deixar de ser, é item importante na
pauta das conversas das mulheres de todos os níveis sociais, idades ou
profissão.
Mariângela, 38 anos, médica,
é hétero. Ela confessa que sua fidelidade no casamento é essencial para sua
vida pessoal, familiar e profissional. Afirma nunca ter pensado em outro tipo
de comportamento, mas cita casos de colegas, que também casadas, já tiveram
relacionamentos extraconjugais. Praticante de ioga, diz que após as sessões de terapia
fica "com uma vontade louca de fazer sexo".
Paula Monteiro, 25
anos, formada em administração de empresa, é homo. Atua como CEO em
multinacional. Na sua opinião, o relacionamento entre pessoas do mesmo
sexo é mais “produtivo, prazeroso e
sincero”.
Priscila, 32 anos,
pedagoga e psicóloga, é transexual. Ela se veste como homem e frequenta espaços
masculinos, mas gosta de lidar com pessoas "de todos os sexos". “Só não gosto de
transar”, afirma numa declaração inesperada. Diz que é esse o espírito da
transexualidade.
Fryda, 34 anos, formada
em filosofia, é trilíngue. Além do português, fala inglês e espanhol. E ensina
essa última língua em cursinhos da região. Bissexual, diz que gosta de meninos,
mas não quer ser discriminada “por gostar também de meninas”.
As mulheres modernas estão mais bem informadas e libertas das limitações impostas por uma sociedade machista. O universo mental das mulheres é amplo, complexo, difuso, mas infelizmente o conjunto de suas declarações não cabe nesse formato de entrevista
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