Você já imaginou Renan
Calheiros como ministro do Supremo
Tribunal Federal (STF)? Pois é exatamente isso que pretende o presidente do
Senado. Toda essa campanha de pressão
que o Renan faz no momento, incluindo a devolução da Medida Provisória, sem
acatação, portanto, sem discussão por aquela casa do Legislativo. A vaga tá aberta com a precoce aposentadoria do ministro Joaquim Barbosa. Cabe à presidente da República nomear o sucessor.
Renan Calheiros, embora
advogado, não é qualificado para exercer o cargo de ministro da nossa Suprema
Coorte. A qualificação exige ser o candidato profissional de carreira do judiciário,
juiz ou desembargador. Coisa que Calheiros nunca foi. Propugnar
candidatura a essa função sem reunir as condições exigidas por lei ou
atender ao ritual próprio do processo de escolha, é um ato intempestivo do
senador alagoano. Principalmente agora,
quando ele está sendo arrolado como denunciado no escândalo conhecido como Lava
Jato.
Renan Calheiros se
debate em crise política. Fazendo parte da banda podre do PMDB, partido da base
aliada do governo, Renan Calheiros atira pra toda lado, na esperança de
encontrar uma saída para se safar do processo que provavelmente o julgará como
beneficiário da dinheirama que escorre pelos corredores dos porões da
corrupção. Se não der para ser ele mesmo o ministro, pelo menos que ele possa
indicar o próximo. Isso seria de grande Valia ao senador.
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