Chamam-me de "esquerdista radical, petista".
Esquerdista talvez, se ser de esquerda é defender a ordem pública, com direitos iguais para todos e exigir o cumprimento das conquistas dos trabalhadores.
Agora, radical é um termo forte pra quem convive com as diferenças de classes sociais, de credo, cor, etnias...
Já a pecha de petista é uma agressão sem tamanho. Considero todos os partidos farinha do mesmo saco, e os coloco a todos num mesmo balaio. As siglaspodem até ser bonitas, quase um apelo ao convencimento: PROS, PHS, PPS, Solidariedade, PMB, PEN, Rede Sustentabilidade. Mas todos eles, sem exceção, são pano de fundo pra manobras escusas, lavagem de dinheiro, corrupção.
Não há como desenvolver o País com a classe política que ai está. Dos 613 deputados federais e 81 senadores, talvez dois ou três (se tanto!) sejam dignos do mandato e possam ser chamados de cidadãos. Protegidos por interesses diversos, grupos políticos brindam deputados e senadores de partidos conservadores, como o PSDB, o DEM e outros. O sistema que rege esses interesses é conservador, corrupto, intolerante. É um polvo que vive nos subterrâneos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e com seus tentáculos abarcam a ordem jurídica e ditam a essência das leis deste País.
Não vamos a lugar nenhum!
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