NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

domingo, 24 de outubro de 2010

ATÉ QUE PONTO CHEGAM AS FALSIDADES DE SERRA

A revista Carta Capital em sua edição online no ar neste final de semana denuncia algo estremamente grave nessa campanha. Não houve remessa de fita crepon contra José Serra no Rio. Tudo foi uma montagem urdida pela oposição. O perito Ricardo Molina, contratado pela oposição para "explicar" diante das câmeras do Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão "a agressão sofrida no Rio pelo candidato José Serra" é velho conhecido dos meios de comunicação brasileiros. Entre as coisas que ele aprontou, todas elas desmentidas, estão o fato de "provar" que PCFarias, tesouereiro da campanha de Collor, se suiciou, quando a polícia Federal provou que ele foi assassinado e prendeu os culpados; tentou esqualificar as provas contra a família Nardoni (aquele casal que jogou a filhinha pela janela de um edifício); os Nardoni estão presos; e como se não bastasse, Ricardo Molina tentou "provar" que o massacre de Eldorado dos Carajás foi provocado pelos trabalhadores que acabaram mortos metralhados pela agressiva polícia militar do Estado. Esse perito é sempre contratado quando se quer burlar a lei ou produzir provas contra inquéritos policiais ou sentenças jusdiciais. É, portanto, um mercenário a serviço de marginais. E foi justamente ele que a oposição e a Rede Globo de Televisão contrataram para apresentar aquela versão de que Serra teria sido atingido por um rolo de fita crepon. E o perito não teve nem a altivez de reproduzir a primeira versão, que seria a fita de crepon, levando para o estúdio do Jornal Nacional um rolo de fita adesiva dessas que são utilizadas em embalagens de encaixotados de papelão. Todos lembram que Serra sorria quando a bolinha de papel o atingiu na cabeça;isso acontece em qualquer cidade onde há manifestações, muitas vezes como ato de comemoração. No caso de Dilma, abafado pela mídia, não houve esses espírito de comemoração. Pois que o que foi arremessado de andares superiores de um edificio foi um bola d'água, que além do peso que toma com a velocidade ao cair espalha o líquido, causando estragos nos arredores. É incrivel como pessoas e grupos que ainda ocupam a tribuna do parlamento brasileiro ou ocupam cargo executivo de 1º escalão de estados e municípios sejam capazes de praticarem atos tão indígnos. E como essa gente se comportaria, caso passassem a governar o País? Felizmente, muitos desses "arautos da moralidade" foram deletados do poder pelo voto popular. Citem-se alguns: Tasso Jereissati, senador pelo Ceará, Marco Maciel, senador por Pernambuco, Artur Virgílio, senador pelo Amazonas, Heráclito Fortes e "Mão Santa", ambos senadores pelo Piaui. Deputados diversos, estaduais e federais, foram derrotados pela vontade do povo. Muitos ainda não se conformam com essa mudança e setotores religiosas conservadores (e até radicais) de diversas igrejas tentam mudar a situação eleitoral no plano nacional transformando a campanha num fórum religioso, desvirtuando o papel da religião e tentando iludir a população com ameaças que lembram a Idade Média.

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