NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

sábado, 30 de outubro de 2010

REPAGINANDO A VIDA

Fim de campanha. Mais de 2 meses de labuta, lendo jornais e revistas, ouvindo pronunciamentos de políticos e cronistas, buscando sites variados, sempre em busca da notícia.Num último momento, um debate morno, algo civilizado para os padrões conhecidos. Propostas que não podiam ser melhor detalhadas porque tempo de televisãoé ouro. Explorações políticas do sentimento religioso do povo brasileiro. Encenações, farsas, mentiras, omissões, calúnias, notícias plantadas, difamações... tudo foi visto nesta campanha. Agora é aguardar o resultado das urnas. O blog retoma sua função de difusão da literatura, da ciência, das artes. Primeiro, um pequeno descanso; depois o retorno, explorando o mundo desconhecido, o Universo e discutindo as abordagens que são feitas pelas diversas correntes. Alguns tópicos finais, e até a próxima semana.
                                       
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Lula esteve no Recife em campanha pró-Dilma, e apesar da chuvas arrastou uma multidão de admiradores e aumentou o número de eleitores de sua candidata. A oposição também se fez presente, arregimentando sua militância. Pena que esteja esfacelada, sem comando.
                                  
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Com a saída de Marina do páreo já no 1º turno, o Meio Ambiente deixou de ser  um tema central das discussões. Seria uma boa oportunidade para se colocar em pauta a recuperação da Billing, o maior manancial poluido do mundo e de seu afluente, o rio Tietê. Perdeu-se a grande oportunidade de se explicar porque essa enorme riqueza hídrica não foi despoluida durante o governo FHC, quando o BIRD disponibilizou bilhões de dólares para esse fim e o dinheiro foi devolvido por falta de projeto.

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A população ficaria sabendo que Serra era na época a autoridade do governo que poderia ter implementado essa despoluição. E não fez. José Serra depois foi prefeito de São Paulo e governador do Estado, e nada foi feito para aproveitar as águas da represa, o que significaria - despoluida a barragem, tratada e distribuida a água, dobrar a oferta de águas à cidade de São Paulo e de parte de sua Região Metropolitana; nenhum projeto elaborado para atrair financiamento do banco internacional.

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Para concluir, a Folha de São Paulo, depois de ter levantado a bola de Serra durante a campanha, diz hoje que Paulo Preto foi quem contratou o consórcio que construiu as obras do Rodoanel. Serra era governador. Mas Serra não conhecia Paulo Preto, nem sabia de nada.
             

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