NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O BRASIL CRESCE EM RITMO ACELERADO

O DESENVOLVIMETO DO PAÍS ATINGE TODAS AS REGIÕES, PRINCIPALMENTE O NORDESTE. PERNAMBUCO DESPONTA COMO O ESTADO QUE MAIS CRESCE. NO CENTRO-OESTE É PRECISO CONCILIAR PROGRESSO E PRESERVAÇÃO AMBIENTAL.

Nos últimos oito anos o Brasil vem apresentando um nível de desenvolvimento nunca antes conhecido pelos meios econômicos, empresariais e políticos do País. Esse desenvolvimento se dá em todas as direções, exigindo urgentemente novas fontes de energia elétrica para moverem os empreendimentos. No Sul, no Sudeste e principalmente no Nordeste, os índices de crescimento batem todos os recordes históricos. A procura por mão-de-obra especializada é o termómetro desse crescimento. Faltam técnicos  altamente qualificados, como engenheiros em várias epecialidades; químicos na área de petróleo e gás; físicos, biólogos, administradores com currículos aptos a gerir grandes transformações na economia e na sociedade. Mas a falta de técnicos é também sentida na área de nível médio, como soldadores, pintores de estufa ou navais, auxiliares de laboraórios em química, gás e pretróleo; faltam, inclusive, profissionais para exercerem atividades mais simples, de menor requisito de escolaridade, como motoristas de carretas, pedreiros bem treinados, e auxiliares outros. Fruto de um descuido de décadas quando o desenvolvimento do País era visto como uma consequência do progresso dos Estados Unidos.Não faz muito tempo o Brasil importava praticamente tudo em implementos para a indústria, navios, frutas de alto nível de consumo e outros bens econômicos duráveis. Cosumia aqui o que era produzido no extwerior, ajudando a gerar trabalho nos países exportadores, enquanto internamente graçava o desemprego.
Os portos de SUAPE-PE e Pecém-CE, trabalham freneticamente para se ampliarem. Estaleiros, mineradoras, fábricas de automóveis, indústrias químicas, refinaria de petróleo, polo petroquímico alavancam o desenvolvimento cujos produtos, além de abastecerem o mercado interno em crescimento acelerado pela melhoria dos salários nos últimos anos, serão exportados através desses portos para o mundo inteiro. SUAPE se destaca pelo número e qualidade dos empreendimentos. A zona sul do Estado ficou congestionado por tantos empreendimentos que o governo local já replaneja as zonas de desenvolvimento, apontando para a zona norte do Estado defasada em relação ao que acontece na zona sul. A fábrica de carros Fiat já será instalada na zona norte do Estado, onde o governo busca também uma alternativa de escoamento da produção construindo um novo ancoradouro por lá. Há restrições a esse novo porto. Muitos economistas entendem que o Porto do Recife poderia ser replanejado, ter sua área de atracação ampliada longitudinamente para o lado do oceano e chegando horizontalmente a Olinda. Mas essa é uma discussão para técnicos de renome internacional. Mas é bom ter cuidado para que o desenvolvimento do Estado concentrado na Região Metropolitana do Recife não venha afetar a qualidade de vida das populações das cidades dessa região, com reflexos negativos nas cidades mais próximas.
Igualmente importante, entrando já na pauta de discussão com vista ao desenvolvimento do Estado, a construção de uma novo aeroporto, de preferência intrcontinetal, pelo qual a produção gerada por esse acelerado processo de desenvolvimento industrial de Pernambuco possa ser escoada. Resta dfinir se o novo aeroporto será instalado na zona sul ou na zona norte do Estado.

A propósito de degradação ambiental, é importante que o desenvolvimento do País não venhar destruir nossas maiores riquezas naturais expressas na biodiversidade de regiões de florestas e grandes rios que identificam o Brasil como um centro gerador de vida, produtor de oxigênio e neutralizador de gás carbônico. É neste contexto que estados importantes como Mato Gosso (MT) e Mato grosso do Sul (MS)  estabeleçam regras específicas e realistas para preservação da mata tropipical e da variedade biológica (plantas e animais) abundantes por lá. No momento o avanço da fronteira agrículo do Oeste vem sendo feito sem respeitar a rica flora e fauna da região. O Pantanal, que se mistura à Amazônia, vem sendo devastado para o plantio de soja, algodão  e criação de gado. Nesses estados também é abundante a quantidade de usinas produtoras de açúcar e álcool,  atividade esta que ocupa grandes áreas para o cultivo da cana-de-açúcar e devasta áreas veios d'água  e de matas nativas em cujo cenário vivem espécies vegetais e animais (alguns em processo de extinção) importantes para o equilíbrio ecológico da região. Não é essa a vocação de muitas áreas daqueles dois estados nem do Pantanal. Lideranças políticas locais camuflam mapas de desenvolvimento, e escondem o desmatamento que atingiu níveis assustadores no ano passado. Tratores com correntes acopladas arrastam tudo que encontram pela frente destruindo os nichos de riqueza natural característica daquele ambiente impar O desmatamento não é fiscalizado. O novo Código Florestal atende aos interesses dos desmatadores; as salvaguardas contidas nesse código não conseguirão frear o ímpeto de desmatamento da floresta naqueles estados governados por empresários cujas riquezas crescem na proporção em que aumenta o desmatamento da floresta. Também no estado de Goiás, a indústria da cana-de-açúcar e as culturas de alimentos como soja e milho e o algodão, além da intensa criação de gado intensificam o desenvolvimento econômico e os negócios na região, mas a falta de conscientização e a ausência de fiscalização adequada e séria acabam contribuindo para afetar de forma contundente o Meio Ambiente do Centro-Oeste, e isso, pela interligação natural dos biomas, se reflete intensamente nas outras regiões do País, alterando o clima e gerando fenômenos que já estão sendo observados inclusive no Nordeste brasileiro.

O Brasil possui a maior e mais variada biodiversidade do mundo. Rios imensos e caudalosos, florestas gigantescas, com áreas ainda intocadas; uma flora rica para a ciência desenvolver novos medicamentos naturais e uma fauna que precisa ser preservada em nome do equilíbrio ecológico do Planeta. Um Pantanal rico em biodiversidade, abrigo de muitas espécies de plantas e animais somente existentes ali. O chão do Pantanal tem características próprias de vocação ambiental e econômica, não servindo apropriado para a exploração agrícola por muito tempo e os terrenos degradados por essa exploração com o passar dos tempos podem se tornar irrecuperáveis. Algumas partes daquela área de grande riqueza natural e difusora de enormes quantidades de elementos químicos, físicos e biológicos que influenciam o clima de todo o País talvez venha a se transformar num grande deserto se providências de caráter preventivos não forem adotadas para controlar o avanço da fronteira agrícola, disciplinar o desenvolvimeto industrial e pastoril. Claro que dá para uma eploração sustentável dessas riquezas naturais do Pantanal, mas é preciso ter o bom senso para saber os limites dessa exploração.
Esses alertas dos ambientalistas não se limitam ao Centro-Oeste, mas também a todas as regiões do País. Há os cerrados, as caatingas e outras áreas cujos biomas estão sendo degradados, principalmente no Nordeste. E esses biomas, mais uma vez, são responsáveis pelo equilíbrio do clima das regiões onde se inserem e representam pontos avançados para a preservação das nossas riquezas naturais, de fauna e flora endêmicas dessas regiões. As conferências internacionais sobre Meio Ambiente e os encontros de ativistas do País são ferramentas para a luta por essa preservação, sem prejuizo do desenvolvimento sustentável das várias regiões do Brasil. Não se pode destruir impunemente essa tão incrível diversidade de riquezas em espécies vegetais, animais, águas, matas, florestas, cores e odores com que a Mãe-Natureza tão generosamente nos contemplou..

Nenhum comentário:

Postar um comentário