NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

quinta-feira, 21 de julho de 2011


     O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL

A CRISE ECONÔMICA MUNDIAL AJUDOU O BRASIL. OS ESTADOS UNIDOS E A UNIÃO EUROPÉIA PAGAM PESADOS TRIBUTOS E REDUZEM OS SALÁRIOS DOS TRABALHADORES. MÃO-DE-OBRA ESPECIALIZADA DESSES PAÍSES DESEMBARCAM NO BRASIL. OS BRASILEIROS QUE SE CUIDEM!

Esse tema deve ser tratado sob óticas múltiplas. É político, porque enfoca decisões que devem ser adotadas pelas várias vertentes partidárias no âmbito do Congresso Nacional, pelos órgãos privados ligados ao desenvolvimento e discutido pela população em geral.A crise econômica mundial iniciada em 2008 com o esfacelamento do mercado imobiliário norte-americano e consequente quebra do sitema financeiro (leia-se: bancos) afetou enormente o emprego e os negócios nos Estados Unidos.  Os norte-americanos tiveram que estatizar bancos e ajudar financeiramente outras instituições de crédito, o que levou a um déficit de 14 bilhões de dólares, um rombo difícil de ser tapado. Também na União Européia, na região do euro, a crise gerou dificuldades para os governos honrarem suas dívidas.Lá os bancos igualmente encolheram
e os negócios foram atingidos duramente pela crise econômica. Países pobres ficaram mais pobres quando adotaram o euro. A desvalorização de suas moedas reduziu a rentabilidade da setor empresarial e como sempre acontece, os trabalhadores é que sairam perdendo. Quebra de empresas, desemprego, redução dos salários dos trabalhadores em alguns desses países; convulsão socia perturbando a vida de nações tradicionalmente tidas como de democracia social,  greves, manifestações populares com repressão violenta. A Europa virou uma praça de guerra.
Apesar do clima hostil reinante no cenário político brasileiro, com evidentes focos de corrupção, o Brasil adotou uma política independente e corajosa sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Foi essa política de desenvolvimento independente costurada por um líder nato que possibilitou ao País ser o último a entrar na crise e o primeiro a sair dela. Isso, em termos, pois a crise afetou pouco o Brasil que soube adotar políticas monetárias e fiscais que ao mesmo tempo em que atraiam o capitl estrangeiro para financiar grandes empreendimentos  aqui dentro controlava a inflação, alargava a base de emprego e aumentava a renda média do trabalhador brasileiro. Exatamente o inverso ocorria nos países acima aludido.
Espanha, Portugal, Itália e, principalmente, Grécia entraram em fase de desetabilização econômica. Diminuíram os investimentos no setor produtivo e na pesquisa, foram fechados muitos postos de trabalho e o desemprego na Europa do euro tem proporções de país de terceiro mundo. A Grécia aprovou um pacote de medidas impopulares imposta pelo Banco Central da União Européia para remendar a grave crise econômica porque passa aquele. Demitiam ali milhares de funcionários públicos e o mercado privado - que já tinha demitido trabalhadores - não tem como absorver a grande demanda de mão-de-obra produzida pelo desemprego do setor público.Os trabalhadores gregos se rebelaram e transformaram as cidades gregas em campos de batalha. A tensão continua, pois apesar de o governo ter se rendido ao BC Europeu, os gregos querem seus empregos de volta.Na Itália, governada pelo milionário, corrupto, mulherengo  e pedófilo Silvio Berlusconi, a situação é vexatória. Fechamento de empresas, desemprego em massa, redução do programa social, diminuição dos salários e muita convulsão social. Uma das oito mais fortes economias do mundo, a Itália não tem como pagar suas dívidas. A Espanha não fica atrás. Já achatada por uma balança comercial desfavorável e por sanções impostas pela União Européia, a terra de Cervantes vive dias difíceis. Quanto a Portugal, já são conhecidas as dificuldades vividas pela "terrinha dos patrícios". País importador, com grandes bolsões de pobreza e perdendo aquele charme que ostentava em tempos idos, Portugal vive o drama de permanecer com o euro, e continuar empobrecendo cada vez mais, ou voltar à sua moeda antiga, que com certeza chegaria desvalorizada e com maiores dificuldades de se relacionar com os países do euro.
Voltando aos Estados Unidos, vemos a grande potência ocidental, País mais rico do mundo, mergulhado em dívidas cavalares. Algo em torno de 14 bilhões de dólares. E precisando o governo Obama ceder aos humores ultraconservadores da direita america para cortar gastos sociais (leia-se: saúde e previdência). A crise imobiliária tá longe de chegar ao fim. Imóveis fechados, abandonados, a maioria se deteriorando por ausência de conservação. Apólices de seguro vencidas, inadimplência em vários setores da economia de serviços, bancos falidos mantidos pela ajuda do tesouro e falta de dinheiro para cobrir esses prejuizos que poderão levar os orgulhosos líderes americanos a aplicarem o maior calote da história dquele País. Calote que teria repercussão mundial, com fechamento de grandes empresas no estrangeiro e enorme prejuizos aosaos credodores, principalmente a Chinha com algo em torno de um trilão de dólares. O Brasil, vejam só, é o quarto credor dos Estados Unidos.
O Japão mudou muito depois do grande terremoto e do tsunami devastador de meses atrás. Cidades ainda estão destroçadas, há problemas de abastecimento e de comercialização dos peodutos do País no exterior. O caso ainda não devidamente esplicado pelas autoridades japonesas  da usina nuclear de Fukuchima. A radiatividade muito acima dos níveis permitidos está presente no cotidiano da população japonesa. A economia do País do Sol Nascente definhou, menos em função da crise econômica mundial e mais em decorrência da própria instabilidade física e ambiental por que passa o País. É bom lembrar que o renomado físico nuclear brasileiro José Rosemberg, em entrevista a uma emissora de televisão meses atrás, afirmou que era urgente que as autoridades japonesas "concretacem em 15 dias todos os reatores da usina nuclear de Fukuchima", como medida emergencial para evitar a porpagação da radioatividade por outras partes do País. Com a economia quebrada e a incerteza quanto ao futuro do País, os empreendedores japoneses buscam em outros países alternativas de investimentos.
Essa crise que assola  principalmente os países europeus vem sendo benéfica ao Brasil, que hoje navega ao largo da mesma. Com os baixos salários oferecidos por lá, desemprego e instabilidade social técnicos e cientistas do Velho Continente começam a desembarcar no Brasil. É uma mão-de-obra altamente especializada que já representa quase um quarto dos currículos que chegam aos setores de RH das empresas brasileiras.  Pessoas treinadas em grandes universidades européias, dispondo de laboratórios equipados para desenvolverem tecnologia de ponta, essa chegada dos estrangeiros representa um importante suporte para o desenvolvimento científico e econômico do País.
No que tange ao Japão, o Brasil, pelo clima de estabilidade social e pelos atrativos econômicos que oferece, pode vir a ser o campo preferido pelos investidores nipônicos receosos do que ainda pode acontecer por lá.O Nordeste, com certeza, é a área que oferece as condições ideais para investimentos, devido à grande infraestrutura que se desenha em função dos portos de SUAPE e Pecém, do parque industrial que vai se intalando por toda a região, aeroportos internacionais e mobilidade rodoviária e ferroviária que os empreendimentos trazem para cá.
Finalmente, cabe aqui uma advertência. Os brasileiros que se cuidem! Principalmente, os jovens. É imprescindível que os jovens brasileiros de dediquem mais aos estudos, busquem as áreas de maior impacto para o desenvolvimento econômico do País. Cursem boas universidades, se capacitem para a árdua tarefa de se inserirem no mercado de trabalho qualificado fortemente disputado em nossos dias.Só assim poderão concorrer com os gringosque chegam em levas ao Brasil carregando uma bagagem de conhecimento que é eixida lá pela Europa e pelos Estados Unidos. Gregos, portugueses, espanhóis, italianos, norte-americanos e em breve japoneses estarão ocupando os empregos mais qualificados e mais rentáveis oferecidos no País.

Nenhum comentário:

Postar um comentário