NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

CANTO PLANGENTE

Na lua cheia  tu cantas
As melodias de tua infância
De repertório vasto, são tantas
A acalentar lembranças, distância

De um tempo lindo onde os amores
inocentes, românticos... ai de mim!
 Castos e coloridos como as flores
Do pequeno e aconchegante jardim.

Que cantas na lua nova, venenos?
Pois já é pungente teu cantar...
É saudade dos teus dias  serenos?

Ou é lembrança  dos canários e rolinhas
Que debalde hoje tentas imitar?

Mundo, coisas fúteis, andorinhas..

         (Emílio J. Moura)
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