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terça-feira, 22 de julho de 2014

                         A  NOVA ERA DUNGA
Dunga é o novo técnico da seleção brasileira de futebol. Depois de já a ter dirigido durante quatro anos, há quatro anos. A indicação de Dunga pela cúpula da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) abriu espaço para uma série de questionamentos. Jornalistas da crônica esportiva do País  divergem quanto ao acerto da indicação. A maioria da crônica esportiva se posiciona contra. Mas não há mais como se ser contra a indicação. Dunga já é oficialmente o novo treinador da Canarinha. As razões do questionamento são diversas. Para uma parcela da crônica esportiva Dunga não é bem-vindo porque não tem experiência como treinador e não se relaciona bem com a imprensa. Alguns dizem que o treinador é mal educado. Uma vertente dessa crônica insinua que a contratação de Dunga tira o foco da crise por que passa atualmente o futebol brasileiro e joga todo o passivo atual sobre o treinador. Seria uma jogada de mestre de José Maria Marim, que sairia do olho do furacão. Para outros, a presença de Dunga no comando da seleção é temporal: ele seria substituído por outro treinador ao se aproximar a Copa da Rússia.

E se Dunga permanecer por um bom tempo no comando, classificar bem a seleção nas eliminatórias? Se fizer uma boa campanha nos amistosos que a seleção vai disputar até a Copa? Se tiver conquistado a simpatia do torcedor e desmentido a crônica esportiva? Quem terá peito para demitir um eventual Dunga vencedor? É bom lembrar que a passagem de Dunga pela seleção teve altos índices de aprovação, com uma campanha que pode se dizer que foi boa. Ele foi demitido depois que perdeu para a eletrizante seleção da Holanda. Seja lá como for, tudo o que se pode fazer no momento é esperar. E como o remendo remendado está, torçamos para que Dunga tenha sorte, acerte e concerte a Seleção Brasileira.



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