A NOVA ERA DUNGA
Dunga é o novo técnico
da seleção brasileira de futebol. Depois de já a ter dirigido durante quatro
anos, há quatro anos. A indicação de Dunga pela cúpula da Confederação
Brasileira de Futebol (CBF) abriu espaço para uma série de questionamentos. Jornalistas
da crônica esportiva do País divergem
quanto ao acerto da indicação. A maioria da crônica esportiva se posiciona
contra. Mas não há mais como se ser contra a indicação. Dunga já é oficialmente
o novo treinador da Canarinha. As razões do questionamento são diversas. Para
uma parcela da crônica esportiva Dunga não é bem-vindo porque não tem
experiência como treinador e não se relaciona bem com a imprensa. Alguns dizem
que o treinador é mal educado. Uma vertente dessa crônica insinua que a
contratação de Dunga tira o foco da crise por que passa atualmente o futebol
brasileiro e joga todo o passivo atual sobre o treinador. Seria uma jogada de
mestre de José Maria Marim, que sairia do olho do furacão. Para outros, a
presença de Dunga no comando da seleção é temporal: ele seria substituído por
outro treinador ao se aproximar a Copa da Rússia.
E se Dunga permanecer
por um bom tempo no comando, classificar bem a seleção nas eliminatórias? Se fizer uma boa
campanha nos amistosos que a seleção vai disputar até a Copa? Se tiver
conquistado a simpatia do torcedor e desmentido a crônica esportiva? Quem terá
peito para demitir um eventual Dunga vencedor? É bom lembrar que a passagem de
Dunga pela seleção teve altos índices de aprovação, com uma campanha que pode
se dizer que foi boa. Ele foi demitido depois que perdeu para a eletrizante
seleção da Holanda. Seja lá como for, tudo o que se pode fazer no momento é
esperar. E como o remendo remendado está, torçamos para que Dunga tenha sorte,
acerte e concerte a Seleção Brasileira.
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