NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

terça-feira, 8 de julho de 2014

                     COPA DO MUNDO NO BRASIL
Bom dia amigos.
O tempo é curto e a vida vária. Os percalços pessoais e técnicos mantiveram o blog ausente por um bom tempo. Hoje, aos trancos e barrancos, estamos tentando voltar ao batente. Perdemos um mês atípico, um mês de Copa do Mundo. Copa do Brasil, de organização e resultados estruturais polêmicos. Muito foi dito contra a realização do evento patrocinado pela Fifa no Brasil. Manifestações de rua nas quais, a principio, se colocava alguma fé. Mas que perderam o foco ao se deixarem contaminar pela política partidária. Governo e oposição se digladiaram em praça público, num espetáculo suspeito e às vezes degradante. O que prova que o País ainda não amadureceu suficientemente para discutir em alto nível as questões fundamentais que o afetam. Educação, saúde, emprego, segurança, transporte público de passageiros, desenvolvimento econômico, entre outros temas, deveriam ser as bandeiras das manifestações. Infelizmente, setores partidários aproveitaram o evento a principio espontâneo e transformaram as manifestações nessa bandalheira que se viu Pais afora. Tentaram tirar proveito eleitoral de um movimento que se alastrou pelo mundo inteiro. E tanto aqui como lá fora acabou deturpado pela má fé das elites que governam aqui e por lá.  Grupos mascarados se infiltraram entre os manifestantes nas ruas das grandes cidades do Brasil e o resultado foi a quebradeira generalizada.Trabalho insensato, atitudes criminosas. Tudo o que se destruiu (ônibus, bancos, lojas, etc.) vai ser ressarcido pelos cofres públicos, pelo dinheiro do contribuinte. Sem contar as mortes provocadas por baderneiros de instintos criminosos infiltrados. Um absurdo sem tamanho.
 Os idealizadores das manifestações não tiveram pulso ou discernimento para evitar essa "contaminação". Ou tudo não passou de encenação de políticos matreiros que manipulam grupos e desservem à  população. Houve ações mais ousadas: grupos portavam faixas e gritavam palavras de ordem contra a Copa. Chegaram a dizer que "Não haverá Copa". Mas a Copa do Brasil está chegando ao fim com um saldo positivo em termos de movimentação econômica e repercussão social. As falhas  verificadas não são produtos da Copa, mas ações de políticos inescrupulosos corrompidos pelas empresas que se propuseram a construir estradas e viadutos, reformar estádios e aeroportos. Os investimentos públicos, infelizmente mal conduzidos, têm retorno. A Copa do Mundo deixará  um legado que será útil à população. A movimentação de milhares de turistas pelo  Brasil ampliou a rede hoteleira que tem sua capacidade instalada saturada em virtude do evento, ofertou milhares de empregos diretos e indiretos. A Copa, enfim, é uma oportunidade para se mexer com a economia e refletir sobre as lideranças que deveremos eleger em outubro próximo.
2014 ficará marcado na história do Pais como um ano em que foi possível mostrar nossa cultura ao mundo e e possibilitar a atração de investimentos produtivos que ajudarão o País a destravar sua economia.

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