FIM DE FESTA - BRASIL DÁ FIASCO
Melancolicamente, a Seleção Brasileira
se despediu da Copa do Mundo 2014, a COPA DO BRASIL. O craque Neymar não participou das duas últimas partidas da Seleção
em virtude de fratura na 3ª vértebra
lombar . Thiago Silva, Oscar, David Luiz
e outros convocados tiveram uma atuação
discreta nos sete jogos disputados pelo Brasil nesse campeonato
mundial de futebol.
Acompanhamos campeonatos mundiais
desde a edição de 1950, quando a famosa Seleção Brasileira de grandes craque
como Barbosa, Augusto e Juvenal, Bauer, Danilo e Bigode, Chico, Ademir , Jair,
Friaça e Zizinho deu o grande vexame
conhecido por maracanaço; perdeu para o
Uruguai o titulo de campeão mundial numa final eletrizante que arregimentou uma população de algumas dezenas de milhões
de pessoas. Mas a Seleção Brasileira viria a ser campeã mundial na Suécia, no Chile, no
México, Estados Unidos, Japão/Coréia do
Sul. Pentacampeão Mundial, o Brasil deu
novo fiasco ao não conquistar a Copa 2014, mais uma vez em casa. E diante de
uma população apaixonada por futebol composta por mais de duzentos milhões de habitantes. Entretanto,
diante da história virtuosa da
Canarinha fica difícil satanizar
a Seleção de 2014. Foram muitos resultados positivos 0btidos ao longo dos vinte campeonatos
organizados pela Fifa. E em cada partida, só pode haver um vencedor, geralmente
aquele que se preparou melhor para a competição. Fatores extra campo, como cartolagem , interesses econômicos de grupos econômicos e políticos, a gestão dos
negócios internos dos clubes e das
federações, influências políticas nem sempre honrosas, a escolha adequada do treinador, a força e o carisma deste, as
opções táticas e a organização administrativa da seleção convocada; esses, e outros fatores
interferem nos resultados da partida. É ingenuidade pensar que tudo pode ser
resolvido pelos jogadores dentro do campo.
Você viu que no primeiro
parágrafo só citamos a palavra craque
uma vez. Sim, porque na seleção de 2014
só se enxerga um, o Neymar. Os outros são apenas bons jogadores. Aliás, desde a década de 80 que essa situação se repete. Esperamos que a
Canarinha se habilite a disputas a próxima Copa do Mundo, passando pelas
eliminatórias. Já no próximo ano. Até lá, se espera que a seleção tenha um
comando mais firme, uma organização tática
definida e clara e possa disputar
a competição. E que os convocados sejam
jogadores mais preparados emocionalmente. E não uma porção de chorões; previamente
preparados para um combate do
porte de uma Copa do Mundo.
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