NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

MENINA  MALVADA
Menina malvada,  por que foges de tudo?
Falas de amor, e já renegaste o maior que poderias ter
Tens gestos delicados, mãos de fada celeste...
Cuidas de jardins, e conversas com os pássaros e as rosas
Que crescem ao toque de teus dedos macios  como cetim;
Menina malvada, de gestos  delicados, mãos  angelicais...
Que olvidaste o amor que poderia ter mudado tua vida...
Tua mente travada pelas contingências daquela  situação...
Mas és inteligente, sabes lidar com as emoções...
Só não sabes  que num peito emoções pulsam por ti.
Menina malvada, de rosto lindo e bem configurado,
Tens porte de madame elegante, de senhora de engenho...
Assustas aos incautos, mas apaixonas os mais sensíveis,
Teu corpo esculpido como se  deusa fosses,
Em cima desses saltos altos, dos quais não precisarias
Para firmar teu perfil bonito, sugestivo e misterioso...
Menina malvada, que conheci quase criança,
Que gostas de esportes  perigosos, praticas rapel...
Vais voar em asa-delta, ao sabor das tuas ilusões,
Tua voz  suave, quase sussurrante, de risos breves e tímidos...
Me dás um simples alô, e esqueces - não sei se finges esquecer,
Que fui o maior e grande amor de tua vida.






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