NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

domingo, 12 de abril de 2015

Os reacionários de sempre nunca aceitaram a ascensão dos menos favorecidos.  Jamais aceitaram uma democracia plena onde todas as camadas da população tenham vez e voz. Nunca quiseram pobres viajando de avião ao seu lado. Não aceitam linhas do metrô nas áreas onde moram, porque metrô transporta pobres. Pobres fedem, dizem em conversa essas elites. O PT é uma porcaria de partido, como porcaria são todos os partidos políticos deste País.  A Petrobras é foco de corrupção desde a época do regime militar, e essa corrupção, embora evidente no período, nunca foi investigada pelo governo de FHC. O PSDB é um partido no qual nada se investiga. A presidente Dilma Rousseff tenta arrumar a casa, mas a governabilidade deste País depende de acordos políticos que facilitem as elites políticas. A Petrobrás, ao contrário do que dizem esses reacionários, está se expandindo. O governo da presidente Dilma manda investigar os corruptos, e muitos dos que eram da cúpula do seu partido foram para a cadeia. Pedir o afastamento (impeachment)  da presidente é um ato ilegal, uma violência institucional. É preciso combater a corrupção, mas esse combate não pode ser referenciado por corruptos, muitos dos quais estão trás dessas manifestações. Precisamos de reformas políticas e fiscais, mas que não achatem os salários dos trabalhadores nem reduzam seus direitos trabalhistas. E muito menos tirem dos cidadãos comuns o direito de escolherem seus governos e seus representantes.   Cuidado com os projetos do voto distrital e da lista fechadas, nas gavetas do Congresso e que podem ser levadas a discussão e votação. Atenção especial para  corruptos e demagogos, como o Paulinho do Partido Solidariedade, o Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados e Renam Calheiros, presidente do Senado. Fiquem atentos! Esses “defensores da democracia” que estão instigando as manifestações nunca foram democratas, são perdedores insatisfeitos que não aceitam o resultado das urnas. Em outubro de 2016 todos nós teremos oportunidades de mudar a política, trocando os políticos que estão ai. Até lá, vamos debater as grandes questões dos trabalhadores, como saúde, educação, geração de emprego e renda, segurança, crescimento econômico e uma agenda mínima para o crescimento das regiões mais atrasadas do Brasil. Os jovens, livres de peias partidárias, que se preparem: eles devem assumir o comando do Pais.

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