Os reacionários de
sempre nunca aceitaram a ascensão dos menos favorecidos. Jamais aceitaram uma democracia plena onde
todas as camadas da população tenham vez e voz. Nunca quiseram pobres viajando
de avião ao seu lado. Não aceitam linhas do metrô nas áreas onde moram, porque
metrô transporta pobres. Pobres fedem, dizem em conversa essas elites. O PT é
uma porcaria de partido, como porcaria são todos os partidos políticos deste
País. A Petrobras é foco de corrupção
desde a época do regime militar, e essa corrupção, embora evidente no período,
nunca foi investigada pelo governo de FHC. O PSDB é um partido no qual nada se
investiga. A presidente Dilma Rousseff tenta arrumar a casa, mas a
governabilidade deste País depende de acordos políticos que facilitem as elites
políticas. A Petrobrás, ao contrário do que dizem esses reacionários, está se expandindo.
O governo da presidente Dilma manda investigar os corruptos, e muitos dos que
eram da cúpula do seu partido foram para a cadeia. Pedir o afastamento
(impeachment) da presidente é um ato
ilegal, uma violência institucional. É preciso combater a corrupção, mas esse
combate não pode ser referenciado por corruptos, muitos dos quais estão trás
dessas manifestações. Precisamos de reformas políticas e fiscais, mas que não
achatem os salários dos trabalhadores nem reduzam seus direitos trabalhistas. E
muito menos tirem dos cidadãos comuns o direito de escolherem seus governos e
seus representantes. Cuidado com os
projetos do voto distrital e da lista fechadas, nas gavetas do Congresso e que
podem ser levadas a discussão e votação. Atenção especial para corruptos e demagogos, como o Paulinho do
Partido Solidariedade, o Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados e
Renam Calheiros, presidente do Senado. Fiquem atentos! Esses “defensores da
democracia” que estão instigando as manifestações nunca foram democratas, são
perdedores insatisfeitos que não aceitam o resultado das urnas. Em outubro de
2016 todos nós teremos oportunidades de mudar a política, trocando os políticos
que estão ai. Até lá, vamos debater as grandes questões dos trabalhadores, como
saúde, educação, geração de emprego e renda, segurança, crescimento econômico e
uma agenda mínima para o crescimento das regiões mais atrasadas do Brasil. Os
jovens, livres de peias partidárias, que se preparem: eles devem assumir o
comando do Pais.
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