BEM ME QUER, MAL ME
QUER
Um diálogo com amigo
suscita um tema altamente polêmico. Afinal, qual é a origem do Bem e do Mal?
Cada povo, cada civilização, tem sua teoria para explicar como o Bem e o Mal
apareceram na Terra. Para os hebreus, tudo se resume a uma simples maçã. Para os gregos, há um intrincado caso envolvendo
uma embalagem, a caixa de pandora. As tribos africanas têm, cada uma,
explicações interessantes para as origens do Bem e do Mal. E seria necessário
um compêndio volumoso para descrever as
várias versões a respeito do assunto.
O Bem ou o Mal, se existissem como entidades próprias, se
revelariam naturalmente através das atitudes das pessoas. E ai surge um enorme
contencioso de interesse de estudiosos de áreas específicas do conhecimento.
Filósofos, antropólogos, psiquiatras, sociólogos e outros especialistas do ramo
divergem entre si quando se pronunciam sobre o tema. A História é apenas um
repositório de tudo que se pensou ou falou sobre o assunto.
Observando uma criança
recém-nascida e acompanhando sua evolução psicológica e social tem-se a
impressão que tudo se reduz a uma questão cultural, sem necessidade de
intervenções do céu. Até porque, o céu é algo visto diversamente pelas várias
culturas, com suas divindades que podem ir da existência de entidades
espirituais até ao simples observar das forças da
Natureza.
Até que um dia a Terra
se transforme no tão decantado Paraíso dos Cristão, é aconselhável inverter a ordem dos hábitos de lazer
das pessoas, hábitos que conheço desde minha infância de menino de engenho e
que foram transmitidos por gerações e mais gerações. Em vez da forma que intitula
esse trabalho, que se diga – e se interiorize a ideia: “Eu quero o bem, não
quero o Mal”.
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