NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

BEM ME QUER, MAL ME QUER
Um diálogo com amigo suscita um tema altamente polêmico. Afinal, qual é a origem do Bem e do Mal? Cada povo, cada civilização, tem sua teoria para explicar como o Bem e o Mal apareceram na Terra. Para os hebreus, tudo se resume a uma simples maçã. Para  os gregos, há um intrincado caso envolvendo uma embalagem, a caixa de pandora. As tribos africanas têm, cada uma, explicações interessantes para as origens do Bem e do Mal. E seria necessário um compêndio volumoso para descrever  as várias versões a respeito do assunto.

O Bem ou o Mal,  se existissem como entidades próprias, se revelariam naturalmente através das atitudes das pessoas. E ai surge um enorme contencioso de interesse de estudiosos de áreas específicas do conhecimento. Filósofos, antropólogos, psiquiatras, sociólogos e outros especialistas do ramo divergem entre si quando se pronunciam sobre o tema. A História é apenas um repositório de tudo que se pensou ou falou sobre o assunto.

Observando uma criança recém-nascida e acompanhando sua  evolução psicológica e social tem-se a impressão que tudo se reduz a uma questão cultural, sem necessidade de intervenções do céu. Até porque, o céu é algo visto diversamente pelas várias culturas, com suas divindades que podem ir da existência de entidades espirituais até ao simples observar das forças da 
Natureza.


Até que um dia a Terra se transforme no tão decantado  Paraíso dos Cristão, é aconselhável inverter a ordem dos hábitos de lazer das pessoas, hábitos que conheço desde minha infância de menino de engenho e que foram transmitidos por gerações e mais gerações. Em vez da forma que intitula esse trabalho, que se diga – e se interiorize a ideia: “Eu quero o bem, não quero o Mal”.

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