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sábado, 30 de abril de 2011

       CHUVAS, DESTRUIÇÃO, MORTES E DESCASO

As forte chuvas que caem sobre a Região Metropolitana do Recife (RMR) têm trazido grandes transtornos às populações do municípios do eixo econômico: Recife, Jaboatão, Olinda. e Cabo de Santo Agostinho. O cenário é desolador, com destruição do patrimônio particular e mortes. A mobilidade urbana tem sido duramente prejudicada em virtude dos alagamentos das principais artérias das cidades, notadamente Recife e Olinda. Cortada por rios e canais, Recife registra volumes insurportáveis de alagamentos, em virtude da deficiência do sistema de drenagem e da má conservação dos mesmos. Nas áreas de morros todos os municípios da RMR vêm apresentando os mesmos problemas de deslizamentos de barreiras escavadas nas encostas onde são contruídas as casas das pessoas mais necessitadas. Mais da metade - algo em torno de 60%  - das populações do Recife e Jaboatão dos Guararapes mora em morros e um elevado percentual dessas populações ocupa áreas de risco. É triste observar a situação de mobilidade das principais cidades da região, constatar os prejuizos materiais sofridos pela população e as mortes ocorridas em virtude das chuvas. Uma cidade, como a do Recife, não teve nessas dezenas de anos de gestão conservadora planejamento para prevenir e enfrentar o problema das chuvas e dos alagamentos. Mas essa situação aguda que se está se vivendo hoje bem que poderia ter sido pelo mesnos minorada. Houve advertências sobre o grande volume de chuvas que cairia sobre a RMR e Zona da Mata. Isso no começo de março, quando especialistas se reuniram no Recife, analisaram o clima e fizeram previsão sombrio para o trimestre. A propósito, vê blog de 2 de março do corrente ano.Os prefeitos dizem que "estão trabalhando", mas como protestou um advogado que se insurgiu contra um prefeito, eles deviam "trabalhar, fazendo".

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