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sábado, 22 de fevereiro de 2014

                                  

                                      CURIOSIDADES          
                        BEBÊ CARREGAVA OUTRO NO CÉREBRO

                                         Texto copilado por Emílio J. Moura.

                                         Um bebê de apenas três dias de vida foi operado da cabeça no Hospital Infantil de Colorado Springs (Estados Unidos). O neurocirurgião Paul Grabb, responsável pelo procedimento, retirou da cabeça do neném um tumor cuja massa continha um pequeno pé já bem formado, um outro pé, uma mão e uma coxa, estes ainda em processo de desenvolvimento.“Foi como retirar um pequeno bebê do cérebro”, disse Grabb, que acrescentou: “a massa tumoral poderia ser um caso de “feto dentro de um feto”.
                                    
                                     A vasta literatura médica relata casos de gêmeos atípicos presos por diferentes regiões do corpo. Fala dos casos de litopédios e de outras formas ectópicas de gravidez. E narra também casos de órgãos “extras” retirados da cavidade abdominal ou de dentro de outros órgãos. Mas a ocorrência de casos de partes do corpo no cérebro de uma pessoa é rara. E essa aglutinação de tantas “peças” dentro do cérebro de uma criança recém-nascida é um caso inédito nos anais médicos. Tanto a criança maturada quanto o “material” que ela carregava no cérebro são produtos de uma gravidez gemelar (gêmeos), onde um feto se desenvolveu de forma natural e o outro não vingou.
                                      Tentando explicar fatos semelhantes ocorridos em outras áreas do corpo humano, a literatura médica fala de “gêmeos desenvolvidos dentro de outro”. Neste caso específico, é surpreendente o seccionamento das partes do corpo da criança encontradas dentro do cérebro da outra. E a ausência dos outros componentes anatômicos que já deveriam existir nessa fase de evolução do corpo da segunda criança apimenta as discussões. A informação transmitida pela AP não fala de tronco, cabeça, esqueleto. Simplesmente alude a “pé”, “mão”, “coxa”. É como se o corpo da segunda criança tivesse sido “esquartejado” na fase rudimentar de formação do embrião, e os demais órgãos não encontrados tenham se perdido nos labirintos biológicos, enquanto as “peças” achadas tenham sido “aprisionadas” na área que formaria o cérebro da criança que vingou, por processos fisiológicos desconhecidos.

                                                                                                                                19.12.2008

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