CURIOSIDADES
BEBÊ CARREGAVA OUTRO
NO CÉREBRO
Texto
copilado por Emílio J. Moura.
Um
bebê de apenas três dias de vida foi operado da cabeça no Hospital Infantil de
Colorado Springs (Estados Unidos). O neurocirurgião Paul Grabb, responsável
pelo procedimento, retirou da cabeça do neném um tumor cuja massa continha um
pequeno pé já bem formado, um outro pé, uma mão e uma coxa, estes ainda em
processo de desenvolvimento.“Foi como retirar um pequeno bebê do cérebro”,
disse Grabb, que acrescentou: “a massa tumoral poderia ser um caso de “feto
dentro de um feto”.
A vasta
literatura médica relata casos de gêmeos atípicos presos por diferentes regiões
do corpo. Fala dos casos de litopédios e de outras formas ectópicas de
gravidez. E narra também casos de órgãos “extras” retirados da cavidade
abdominal ou de dentro de outros órgãos. Mas a ocorrência de casos de partes do
corpo no cérebro de uma pessoa é rara. E essa aglutinação de tantas “peças”
dentro do cérebro de uma criança recém-nascida é um caso inédito nos anais
médicos. Tanto a criança maturada quanto o “material” que ela carregava no
cérebro são produtos de uma gravidez gemelar (gêmeos), onde um feto se
desenvolveu de forma natural e o outro não vingou.
Tentando
explicar fatos semelhantes ocorridos em outras áreas do corpo humano, a
literatura médica fala de “gêmeos desenvolvidos dentro de outro”. Neste caso
específico, é surpreendente o seccionamento das partes do corpo da criança
encontradas dentro do cérebro da outra. E a ausência dos outros componentes
anatômicos que já deveriam existir nessa fase de evolução do corpo da segunda
criança apimenta as discussões. A informação transmitida pela AP não fala de
tronco, cabeça, esqueleto. Simplesmente alude a “pé”, “mão”, “coxa”. É como se
o corpo da segunda criança tivesse sido “esquartejado” na fase rudimentar de
formação do embrião, e os demais órgãos não encontrados tenham se perdido nos
labirintos biológicos, enquanto as “peças” achadas tenham sido “aprisionadas”
na área que formaria o cérebro da criança que vingou, por processos
fisiológicos desconhecidos.
19.12.2008
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