DESTEMPERO
Até parece
da causa o desespero
E com essa
demandante ansiedade
Provas que
grande é teu destempero
Chegando às
raias da maldade.
Mas, por
favor, presta atenção:
Fizeste-me no passado de vidraça,
Porém eu,
tendo bom coração,
E estando
nesse momento de graça,
Jamais revide penso ou anseio.
Compreendo
tua triste letargia,
Já que
doente estás, receio,
E luto de vera para te libertar
Dessa tua
incômoda agonia,
- Terás
paz na vida um dia, creio.
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