NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Boa tarde amigos.
Depois de longas férias carnavalescas, onde inclusive não faltaram pepinos, barreiras escorregadias, ruídos ensurdecedores, quebras da rotina dietética, encontros inesperados, desencontros  e broncas na CPU, cumprimentamos nossos fiéis e pacientes  interlocutores da web. É interessante observar um País onde o ano comercial começa de fato depois do carnaval! Um molho bem digerível, do interesse de políticos de todos os matizes – para não precisar dizer de todos os partidos. Nestes dias de “beijinhos no ombro” (diferente daquele arrepiante fuçar no cangote), da banda Polentinha com sua vocálica mastigada, do predomínio das drogas classificadas em “leves” e “pesadas”, como se essa aferição significasse alguma coisa,  resta a certeza  de que ninguém se salva desse barco à deriva. A flexão verbal deixa uma esperança, algo tão difuso quanto como uma cerração agreste.


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