Boa tarde amigos.
Depois de longas férias
carnavalescas, onde inclusive não faltaram pepinos, barreiras escorregadias,
ruídos ensurdecedores, quebras da rotina dietética, encontros inesperados,
desencontros e broncas na CPU, cumprimentamos
nossos fiéis e pacientes interlocutores
da web. É interessante observar um País onde o ano comercial começa de fato
depois do carnaval! Um molho bem digerível, do interesse de políticos de todos
os matizes – para não precisar dizer de todos os partidos. Nestes dias de “beijinhos
no ombro” (diferente daquele arrepiante fuçar no cangote), da banda Polentinha
com sua vocálica mastigada, do predomínio das drogas classificadas em “leves” e
“pesadas”, como se essa aferição significasse alguma coisa, resta a certeza de que ninguém se salva desse barco à deriva.
A flexão verbal deixa uma esperança, algo tão difuso quanto como uma cerração
agreste.
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