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segunda-feira, 17 de março de 2014

                             O VOO 370

O voo 370 da Malaysia  Airlines já configura o maior mistério da história da aviação e um dos maiores mistérios da história recente. O Boeing 777 que partiu de Kuala Lumpur em direção a Pequim, não chegou à China. As várias hipóteses para explicar o sumiço do avião com 239 pessoas a bordo vão do excesso de zelo com detalhes tecnológicos à teorias da conspiração. As notícias atualizadas dão conta de que  a aeronave poderia está pousada em algum lugar da Ásia. Ou no fundo do oceano Pacífico. No primeiro caso, criam expectativas – que podem se revelar falsas, para as famílias dos passageiros daquele voo.  Sites internacionais divagam sobre essas hipóteses. O blog também tenta entender o caso. Falha técnica, falha humana, condições meteorológicas desfavoráveis e terrorismo, entre outras hipóteses consideradas. Nenhuma máquina é perfeita, nem a humana. Não se falou ainda sobre em que condições de visibilidade, ventos ou possíveis tempestades se deu o voo. Se se eleger o terrorismo para compor o quadro, deve-se saber que essa hipótese remete a questões religiosas ou a questões políticas. Ou as duas coisas juntas. No tocante à religião, o caso poderia estar relacionado ao conflito entre judeus e palestinos. Então, os atores dessa ação seriam iranianos ou paquistaneses associados a grupos afegãos. No fundo, estaria o grupo miliciano Al-Qaeda. No campo político, estariam em jogo interesses capitalistas ocidentais confrontando interesses ideológicos adversos. E ai, além da Al-Qaeda, estariam presentem a  CIA, o Mossad e outras agências de espionagem do mundo inteiro.
Ninguém ainda se  lembrou de relacionar o sumiço do avião com a situação política na Ucrânia. As potências mundiais disputam, além  do território da Crimeia, o gás russo que passa por lá. Talvez não tenha sido por acaso que a China, estrategicamente, se absteve de votar, no Conselho de Segurança da ONU, uma resolução que, entre outras coisas, proibia a realização de plesbicito que decidiria se a Criméia deixava a Ucrânia  e passaria a integrar a Rússia. Uma possível proibição de venda de armas russas para os países asiáticos poderia ser invibializada pela abertura de vastas trilhas entre os territórios da Rússia e da China. Ao leste da Mongólia, com apenas dois passos se sai da Rússia e se entra da China. Ou vice-versa. Tudo aquilo é de domínio russo. A Rússia empobreceu e a China enriqueceu. A primeira transferia muito dinheiro para a segunda. Quem duvida que agora a coisa não tenha se invertido? Seja lá como for, o voo 370 precisa ser esclarecido. Afinal, o avião está pousado no deserto asiático ou dorme no fundo do índico? Mais respeito com as famílias dos passageiros!



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