116 municípios pernambucanos estão mergulhados na calamidade da seca. Não chove no Estado e as barragens estão com volume abaixo do mínimo desejado; rios antes perenes são identificados apenas por poças no seu leito. A agricultura de subsistência sofre grandes perdas, aumentando o clamor público. A situação precária se acentua mais em micrregiões do Agreste e na Zona da mata A atividade agrícola comercial tem grandes perdas. O mesmo acontece com a pecuária de corte e a leiteira, esta com uma significativa queda na produção do leite e derivados. A crise tem reflexos na economia global do Estado, com baixa na arrecadação. O êxodo rural preocupa as autoridades, pois os municípios do litoral já estão com carga populacional suportável. A seca, uma das maiores das últimas oito décadas, deve permanecer ainda por um bom tempo. Os estudos meteorológicos não veem alívio para a região no curto e médio prazo. E quando vier um bom período de chuvas ainda serão necessários alguns anos para que a situação se estabilize, o homem do campo volte a produzir e o rebanho se refaça.
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