NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

PRA ONDE ESTAMOS CAMINHANDO?
Mundo árabe se esfacela nas suas dissensões internas. Xiitas      e sunitas não se entendem; outras derivações vão tomando posições chaves. Estado Islâmico quer ganhar o mundo e para nas suas limitações ideológicas, táticas e econômicas. O Boko Hahann quer um mundo onde só os homens pensem ajam, e silenciam e escravizam suas meninas e adolescentes. Isso, com certeza não é o Islam  alinhavado por Ismael e universalizado por Maomé.

As denominações cristãs titubeiam enquanto o islamismo avança na África e na Europa. A Igreja Católica, mãe de todas as religiões cristãs, parece ter perdido o rumo, e precisou ir buscar um cardeal liberal para apagar o fogo das vaidades que queima a secular e corrupta  Cúria Romana. As dissenções dentro da Igreja começaram há muitos séculos, e um sem número de igrejas foram se tornando independente do poder papal. Francisco procura reunificar o Catolicismo e sonha com essa possibilidade tão remota quanto irreal.

Antes, na esteira da história, as religiões determinavam quem  podiam exercer  o poder temporal. Hoje, com as mudanças do pensar, as religiões se transformam em braços políticos – e armados – do Poder Político. Essa parece ser uma tendência dominante. As reuniões de cúpula dos grandes grupos políticos e econômicos que governam o mundo discutem rumos econômicos, ações militares e papel das religiões. De forma aberta ou sub-reptícia. Na Europa Oriental  grupos étnicos almejam se transformarem em nações independentes e no Oriente Médio e parte da África do  norte, grupos poderosos querem uma nação única, sob uma mesma religião e governo único. O Ocidente dar sinais de fraqueza, parece que se esgotou sua ideologia  e suas perspectivas filosóficas. Os jovens dessa região estão abandonando o conforto de uma vida familiar para se integrarem ao Estado Islâmico e até ao Boko Haran. Há em tudo isso todo um processo de deturpação ideológica, de inversões de valores. Cristo – que não era cristão, pegou a paz incondicional; Maomé, que não era Mussulmano, queria um mundo bem diferente desse pregado por seus seguidores. Buda nunca foi budista nem acreditava na necessidade de um Deus, pois seu objetivo era o Nirvana. E nesse cipoal de doutrinas, regras, ritos e informações a Humanidade caminha sem saber  pra onde.

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