A ECONOMIA DESACELERA
A Economia brasileira
não andou bem em 2014 e terá resultados pouco favoráveis neste 2015. A baixa
demanda por produtos manufaturados na Europa e nos Estados Unidos e a redução
do crescimento da economia da China terão reflexos nos negócios do Brasil. Some-se
a isso a retração da economia da Argentina, nosso maior parceiro de impacto
comercial. A exceção da Alemanha, a União Europeia passa por um longo período
de baixo crescimento, senão de crescimento negativo. E nos Estados Unidos, a
quebra de grandes empresas veio no pique da bola de neve da crise econômica de
2008. Japão e outros países asiáticos também estão mergulhados em crise
econômica.
Assim, não tendo a quem
vender maiores volumes de mercadorias, o Brasil baixou suas expectativas de
crescimento na indústria de grande porte, no comércio e na área de serviços. A
agricultura, aos trancos e barrancos e também em função das sensíveis alterações
climáticas registradas nesta década, se posiciona como o setor que segura a situação, evitando o
desastre que seria a ida da economia como um todo para o buraco negro dos nossos negócios. A “marolinha” não foi
tão inexpressiva assim! Economia em queda significa menor oferta de
oportunidades de emprego e renda para a população, queda da arrecadação do
tesouro nacional, alta de impostos e
preços não sazonais mais altos. Importante é saber até que ponto o governo
poderá garantir um bom nível de emprego
e tranquilidade para os trabalhadores.
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