NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

A ECONOMIA DESACELERA
A Economia brasileira não andou bem em 2014 e terá resultados pouco favoráveis neste 2015. A baixa demanda por produtos manufaturados na Europa e nos Estados Unidos e a redução do crescimento da economia da China terão reflexos nos negócios do Brasil. Some-se a isso a retração da economia da Argentina, nosso maior parceiro de impacto comercial. A exceção da Alemanha, a União Europeia passa por um longo período de baixo crescimento, senão de crescimento negativo. E nos Estados Unidos, a quebra de grandes empresas veio no pique da bola de neve da crise econômica de 2008. Japão e outros países asiáticos também estão mergulhados em crise econômica.
Assim, não tendo a quem vender maiores volumes de mercadorias, o Brasil baixou suas expectativas de crescimento na indústria de grande porte, no comércio e na área de serviços. A agricultura, aos trancos e barrancos e também em função das sensíveis alterações climáticas registradas nesta década, se posiciona  como o setor que segura a situação, evitando o desastre que seria a ida da economia como um todo para o buraco negro  dos nossos negócios. A “marolinha” não foi tão inexpressiva assim! Economia em queda significa menor oferta de oportunidades de emprego e renda para a população, queda da arrecadação do tesouro nacional, alta de impostos  e preços não sazonais mais altos. Importante é saber até que ponto o governo poderá garantir  um bom nível de emprego e tranquilidade para os trabalhadores.


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