NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

                                NACIONAL
Devidamente configurado em sua composição política, o novo governo brasileiro começa a agir. E já enfrenta os primeiros obstáculos para se afirmar diante da população e merecer a confiança dela. A briga por cargos entre os partidos da chamada base de sustentação do governo expõe o tipo de políticos que ainda mandam e desmandam neste País. Poderíamos começar  citando José Sarney e toda sua política suja praticada por ele e por sua família engajada na política. É o exemplo daquilo que não poderia estar acontecendo num País que lutou contra a ditadura, defenestrou Collor do poder e pugnou pela Diretas Ja!
Acobertados pela cúpula política de todos os partidos, inclusive os da oposição, Sarney escapou de 11 processos apresentados contra ele na Justica Brasieira. Sua filha, Roseana Sarney e seu marido, também enfrentam processos por corrupção ativa, passiva e roubo mesmo, mas ela adiquiriu imunidade constitucional ao se elger governadora do Maranhão.
Pior do que Sarney, no momento, é o vice-presidente da República, Michel Temer. Intelectual, jurista, professor, Temer é ums temeridade. Manipulando o partido que preside - o PMDB, embora oficialmente esteja afastado da presidência da siggla,  Michel Temer tem demonstrado ser portador de uma caráer duvidoso. Como foram escolher um elemento desses para vice-presidente da República? E o Renan Calheiros? E o Collor, confortavelmente instalado numa cadeira de senador depois de ter cumprido tema de suspensão de direitos pólíticos? Para onde vai um País com gente dessa espécie? E o ministro Lobão, das Minas e Energias?
Entre os principais problemas a ser enfrentados pela presidente Dilma Roussef estão a melhoria da educação, o que inclui valorizar o professor; tirar a saúde pública da UTI, e fortalecer o SUS e dar maior  atenção aos médicos do sistema público de saúde, quer pagando-lhes salários dignos e oferecendo-lhes condições apropriadas de trabalho. Introduzir uma política de segurança pública que assegure aos cidadãos brasileiros o direito de ir e vir sem  ser espreitado pelo bandido na esquina de sua rua ou no centro da sua cidade. E recriar um programa nacional de habitação que tire significativa parcela da população brasileira das humilhantes condições em que vivem em verdadeiros curtiços chamados de casas. Não esquecendo de uma política de defesa civil que remaneje a população de áreas de risco e assegure um sistema de alarme e mobilização dos órgãos desse sistema dando a eles a celeridade que os casos de intempéries naturais exigem.
O primeiro grande teste de capacidade de administrar os grandes problemas brasileiros surgiu essa semana quando do apagão que deixou 8 dos 9 estados do Nordeste às escuras durante muitas horas, principalmente na madrugada. As autoridades do setor elétrico ficaram perdidas, e se apegaram a uma primeira versão para explicar o apagão. O problema teria ocorrido devido  à falha numa estação de controle localizada no interior de Pernambco. O Ministro Lobão, sem esperar um relatório final de técnicos gabaritados, aceitou de pronto a versão e a colocou como ponto final da questão na reunião ministerial convocada para tratar do assunto.
Terá sido mesmo essas falha que causou o apagão, ou os problemas de apagões se tornaram recorrentes no Brasil devido à falta de investimentos corajosos no setor? O consumo aumentou, mas a produção de energia não  tem acompanhado o crescimento da demanda. E daí? É preciso encarar com seriedade essas questões, senão vamos passar por vexames durante evenros grandiosos programados para o Paíís, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Como o apação elétrico poderão vir o apagão dos transportes públicos, do setor hoteleiro e da segurança.  Entre outros.

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