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quarta-feira, 4 de maio de 2011

    BIN LADEN É MORTO NO PAQUISTÃO
FORÇAS  ESPECIAIS DOS EUA MATARAM O TERRORISTA
      O SIMBOLISMO DESSE ACONTECIMENTO
É oficial. O presidente dos Estados Unidos Barack Obama anunciou nas princeiras horas desse 02 de maioa morte de Osama Bin Laden por um grupo de elite das forças especiais da marinha americana. Bin Laden era tido como chefe da rede terrorista Al Qaeda e apontado como mentor intelectual do ataque terrosrista que em 11 de setembro de 2001 destruiu as torres gêmeas de Nova Iorque. A ação terrorista atacou também o Pentágono (centro das decisões da defesa norte-americana); utilizou nas ações quatro aviões comerciais lotados de passageiros, provocando a morte de milhares de pessoas no ar, no edifício e em terra. Um dos quatro aviões utilizados na ousada ação da Al Qaeda teria caído numa região deserta e segundo a mídia foi derrubado antes de atingir seu alvo, que supostamente seria a Casa Branca,  em virtude da reação dos passageiros. 
Causou estranheza nos meios políticos e diplomáticos mundiais o fato de Bin Laden há algum tempo morar no Paquistão. E no centro de uma cidade, a pouca distância da Academia que forma a oficialidade das forças armadas do País.Os observadores internacionais vinham notando a conduta do governo e grupos paquistaneses, e hoje resulatam em afirmar se o governo daquele País teve algum envolvimento com os grupos ligados a Al Qaeda facilitando a movimentação de Bin Laden dentro do território paquistanês. Há indícios desse envolvimento, não propriamente do governo, mas de grupos radicais islâmicos infiltrados na estrutura de governo do Paquistão. De há muito tempo o Paquistão vem se revelando um aliado pouco confiável dos países ocidentais, principalmente dos Estados Unidos, que fornecem bilhões de dólares àquele País para reforçar suas forças armadas e treinar suas tropas. Sabe-se que o movimento religioso Taleban - dirigido pelo sanguinário e intolerante mulá Omar -   braço armado muçulmano no Afeganistão, nasceu no Paquistão. E foi lá que criou musculatura político-militar para se afirmar como força capaz de arregimentar em seu País um exército poderoso que dominou o Afegasnistão, derrotou as forças invasoras da antiga União Soviética e enfrenta numa guerra sem qualquer regra  as forças norte-americanas que atuam no País substituindo o exército soviético.
Como entender que as autoridades do Paquistão não sabiam da presença de Bin Laden em seu território? Como conceber que os esquadrões especiais das forças armadas americanas procurassem Bin Laden nas desérticas e empueiradas montanhas do Afeganistão quando  o procurado estava bem aconchegado em cidade do Paquistão? A casa onde o terrorista foi morto fica numa área cercada de quartéis, distando poucos métros de uma academia militar. E barreiras militares que revistam tudo e todos não conseguiram detectar a passagem de Bin Laden, um  homem, alto (1m90), de feições típicas e facilmente identificável! Dificil de entender. Por que os Estados Unidos realizaram ações militares no Paquistão sem conhecimento do governo do Paí? A resposta já foi dada acima: os norte-americanos não acreditavam na fidelidade do aliado e temiam vazamento de informações sobre a operação planejada cuidadosamente pela Casa Branca.
País divido por diversas correntes políticas sem muita afeição pela democracia, o Paquistão teve muitas oportunidades de implantar um regime compartilhado, forte e identificado com as necessidades de justiça, trabalho e paz de sua população. Benazir Bhutto, que em duas ocasiões se elegeu 1ª-ministra, foi deposta do cargo e acabou assassinada pelas forças conservadoras e radicais que dominam o Paquistão. Essas forças não tinham interesse em delatar Bin Laden. Ao contrário, davam-lhe cobertura e o escondiam dos grupos ligados ao Ocidente. País detentor de armas nucleares, o Paquistão é hoje o fiel da balança de toda aquela área. A indisfaçável intimidade entre o Paquistão e o Afeganistão leva a acreditar que as forças radicais e conservadoras de ambos pretendem uma maior aproximação entre os dois países. Talvez a fusão. O que seria extraordinariamente danoso para as tentativas de estabilizar o Paquistão e a região.
Finalmente, questiona-se a veracidade da notícia da morte de Bin Laden. Questionamento lógico, em se tratando de caso de tamanha repercussão internacional. Mas no mundo da política e da inteligência militar as coisas funcionam obedecendo critérios que só os estrategistas militares sabem explicar. Segundo expert em segurança, a guarda ou eposiçao do corpo de Bin Laden  seria uma provocação irresponsável; poderia suscitar ações de resgate por grupos islâmicos radicais suicidas. E a exposição de retratos do corpo mutilado do terrorista seria um ato irresponsável por parte dos Estados Unidos, pois seria interpretado por seus seguidores como confronto ideológico com viés provocativos.
Resta lembrar que Bin Laden foi morto, mas a Al Qaeda continua viva, com células autônomas espalhadas pelo mundo inteiro. Inclusive, dentro dos próprios Estados Unidos. A linha editorial do blog não tem simpatia por nenhum tipo de terrorismo, nem pela política externa dos Estados Unidos(também terrorista) nem pela apodrecida sociedade norte-americana. Mas é papel da imprensa  informar os fatos com a frieza que eles representam; analisar os acontecimentos é uma das vertentes da mídia. Neste contexto, o blog não tem como não creditar méritos à política externa de Barack Obama e reconhecer  o acerto de suas estratégias diplomáticas no trato  deste caso de repercussão internacional.

-Texto refundido por conter incorreções e falhas de natureza técnica.

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