NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

REFORMA POLÍTICA - 1ª PARTE

                           

        
        
      REFORMA  POLÍTICA -  PARTE I
O BRASIL PRECISA DE UMA AGENDA DE REFORMAS - A REFORMA POLÍTICA É A MAIS IMPORTANTE - MAS NÃO ESSE PROJETO DE REFORMA APREGOADO POR AI - PRECISAMOS DE REFORMAS SOCIAIS - EDUCAÇÃO, SAÚDE, URBANISMO, SEGURANÇA - O POVO DEVE PARTICIPAR.


Reforma é a palavra mais pronunciada por políticos, cientistas políticos, sociólogos, juristas, pensadores constitucionalistas e outros especialistas em políticas públicas. Claro que o Brasil precisa de uma agenda de reformas amplas. Reformas que extingam os gargalos que freiam o desenvolvimento econômico do País e possam inseri-lo no rol das nações mais desenvolvidas do Planeta. O País detém todas as condições básicas para uma arrancada rumo ao crescimento de sua economia e melhoria das condições de vida da parcela de sua população que ainda vive à margem da riqueza que já foi produzida até hoje. Melhorias e ampliação da Rede Pública de Saúde,equipando postos de saúde e hospitais com os recursos tecnológicos já disponíveis no mercado brasileiro, contratação de médicos, dentistas e enfermeiros e uma política de saúde criteriosamente financiada pelos cofres públicos e voltada a todos os cidadãos; implantação de uma educação de qualidade, em escolas bem equipadas e em tempo integral, com reforma e ampliação da grade de ensino nos níveis básicos, valorização do professor com salários condignos com a nobre arte de educar e que essa educação possa está acessível a todas as pessoas em qualquer parte das cidades e do campo; transporte público de qualidade e acessível a todos os brasileiros; uma política de trabalho e renda que possa chegar aos mais distantes rincões do País; segurança para os cidadãos saírem de casa e poderem voltar para suas famílias sem os perigos que atualmente os espreitam não só na calada da noite, mas também à luz do dia nos transportes de massa, nos banco e similares, no comércio, nas ruas.Montagem ou aperfeiçoamento de uma infraestrutura viária, dando a mobilidade que as cidades reclamam, e precisam; aprofundamento, concretagem das paredes, retificação e programa sustentável de limpeza dos canais que cortam as cidades; dragagem das áreas assoreadas e replantio da vegetação ciliar que protegem os rios, grandes e pequenos. Um programa de habitação popular sério e criteriosamente planejado em termos econômicos e de segurança, que contemple as camadas mais necessitadas da população. E por quê não? Um amplo programa de reforma urbana, com erradicação de favelas, retirada da população que habita encostas de morros, áreas ribeirinhas suscetíveis a enchentes.

Um País favelado, sem educação de qualidade e universalizada, com uma rede de saúde pública quantitativamente insuficiente e qualitativamente precária; sem um aparato de segurança pública unificado e voltado para a defesa do cidadão; com uma Justiça burocrática que menospreza o cidadão comum e privilegia quem tem posses; com um mercado de trabalho insipiente, largando à própria sorte milhões de seus filhos, principalmente os jovens; com cidades de ruas estreitas apinhadas de carros, sem um transporte de massa que seja alternativa ao uso do carro particular; um País  com rios degradados em suas margens,sujos e lentamente perdendo suas faunas e assoreados devido ao mau uso do seu entorno pela agricultura;´um País sem uma rede de esgoto sanitário que colete, trate e dê destino adequado aos dejetos produzidos na maioria dos lares brasileiros; sem água canalizada na maioria das residências de lugares pobres e  densamente habitados; um País que vai perdendo a batalha contra as drogas, e cuja população cada vez mais acredita menos nos políticos e nas instituições nacionais; com certeza, esse País não pode possuir uma Agenda Positiva de Desenvolvimento Econômico e Social.

Voltaremos ao debate.

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