NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

sábado, 20 de novembro de 2010

FALANDO DE EDUCAÇÃO

O maior gargalo para o desenvolvimento do País tem sido a educação de baixa qualidade praticada tanto nas escolas públicas quanto particulares. A grade de matéria é insuficiente para a boa formação intelectual dos educandos. E o tempo que os alunos passam na escola é muito pouco para as necessidades de um bom apresndizado. Escolas particulares de alto nível ministram um ensino de melhor qualidade, enquanto as escolas públicas deixam muito a desejar nesse quesito de qualidade. Mas há ilhas de prosperidade em meio a esse mar de deficiências do ensino. A educação é hoje  uma mercadoria de valores diferenciados quanto a qualidade, e quem tem dinheiro pode comprar a educação de mehor qualidade. Isso se reflete no maior número de alunos de condição econômica privilegiada cursando as melores universidades públicas do País.
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O interesse dos alunos pelas matérias clássicas, como história, geografia, filosofia, sociologia é pouco visível entre os alunos. Já as matérias exatas merecem um pouco mais de atenção; só um pouquinho. Os alunos como que estão desmotivados pelo aprendizado.Os professores, por sua vez, também não demonstram muito interesse no desempenho de suas tarefas. Desmotivam os mestres os baixos salários que lhe  são pagos, as condições pouco confortáveis em que trabalham e até engajamentos pueris como militantes de grupos políticos.Já se diz que "professores fingem que ensinam e alunos fingem que aprendem".
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O governo tem se esforçado em melhorar as condições do ensino no Pais, criando novas faculdades e escolas técnicas. Mas o ensino  básico não tem se desenvolvido na mesma velocidade. Há ai uma contradição? Nas escolas de ensino fundamental da periferia das grandes cidades há salas de aulas ociosas.Ma também é grande o número de crianças, adolescentes e jovens foram da sala de aula nesses lugares. As dificuldades de acesso às escolas, as condições de trabalho precárias e o fenômeno da violência têm afastado os professores dessas áreas. Por outro lado, a má gestão, aliada à burocracia,  permite que alunos fiquem sem matrículas. Contudo, se todos os jovens em idade escolar das áreas periféricas fossem matriculados faltaram salas de aula para acomodá-los. E seria necessário contratar mais professores e motivá-los a trabalhar em lugares assim. Claro que é necessário construir mais escolas, principalmente nas periferias superpopulosas. Atrair os jovens para a escola através de programas motivadores, como prática de esportes, atividades culturais e ouros requsitos capazes de fixarem os jovens na escola.
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A violência nas salas de aula é um fenômeno moderno. Tá de acordo com os novos padrões comportamentais da chamada "sociedade pós*moderna". Alunos agridiam alunos e agora alunos agridem professores. E os pais têm tido um papel ridículo nesses episódios. Sem procurarem investigar a conduta dos filhos, os pais têm invadido salas de diretoria procurando "o canalha que destratou meu filho". E alguns episódios desagradáveis de violência de pais contra professores já foram registrados  em algumas escolas deste País. Há que se pensar esse modelo de sociedade, porque só assim encontraremos um modelo de escola onde os alunos vão aprender e os professoresensinar. Senão, passa a ser verdadeiro o fraseado que se populariza: "o governo finge que paga, o professor finge que ensina e os alunos fingem que aprendem".

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