NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

                   




         A  SEMANA  EM POUCOS TÓPICOS

                               O CASO NELSON JOBIM
A presidente Dilma Roussef agiu rápido e contornou uma crise que se desenhava no governo federal. Comportando-se como verdadeira estadista, Dilma enquadrou Nelson Jobim e o fez se retratar de público de público. De imediato nomeou um sucessor para a pasta da Defesa, homem de sua coonfiança como é o caso do diplomata e ex-chanceler Celso Amorim. Segundo as primeiras informações, o pessoal da ativa gostou da indicação de Amorim, o que talvez não se confirme com os oficiais de pijama. É impressionante como um homem da estatura intelectual de Nelson Jobim, que inclusive já foi presidente do Supremo Trbunal Federal (STF), não tenha a conpostura de um ente público comprometido com os interesses maiores do País. Foi ele próprio quem afirmou a propósito da crise  que se esboçava, que "as atitudes de certas pessoas mostram que elas não querem uma Nação". Que tipo de Nação Jobim quer?

  

                                                    Edição 658
Capa da Revista Carta Capital desta semana vendo-se acima o ex-ministro Nelson Jobim, e abaixo, o nono ministro da Defesa Celso Amorim.
                 
                      OPOSIÇÃO ENFRAQUECIDA TENTA CPI


A oposição está isolada em suas tentativas de desestabilizar o governo Dilma. O requerimento de uma CPI que investigaria o Ministério dos Transportes deu água. Depois de 27 assinaturas, o documento acabou com apenas 20. A força política da presidente falou mais alto. O senador Álvaro Dias contava bravatas agitando o papel onde estavam o requerimento com as assinaturas dos senadores que validariam a abertura da Comissão. Mas o que os membros da oposição querem mesmo é fazer conchavos para conseguir verbas para seus projetos políticos. Álvaro Dias é um dos ícones da corrupção e da degradação do Parlamento e da política brasileira. Teve um papel vergonhoso quando anos atrás concorreu ao governo do seu Estado.
            


               
      Cenas registradas no plenário do Senado, onde a oposição se mistura à bancada governista



                     MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES EM FOCO
A situação do Ministério dos Transportes ainda não foi devidamente esclarecida. Entregue ao PR, a pasta passou por turbulências políticas com obras superfaturadas e com estradas sem a menor condição de uso. Inclusive, constatou-se que estradas privatizadas estavam em péssimas condições ou sendo administradas de forma prejudicial aos interesses do governo. O Brasil tem uma malha rodoviária extensa, principalmente cortando o estado de Minas Gerais. Mas as estradas foram construídas sem os requisitos mínimos exigidos e sem a devida fiscalização dos órgãos competentes. O que se vê é rodovia esburacada, sem acostamento, sem sinalização e sem fiscalização da tonelagem permitida para o tipo de estrada existewnte no País. Isso é ridículo, pois um País que se desenvolve a largos passos necessita de estradas de boa qualidade para escoar a produção.
          

                                    Galeria de fotos de belas estradas

                          Estradas brasileiras mal conservadas, sem sinalização e extremamente perigosas

   A  BASE PARLAMENTAR DO GOVERNO É UMA PIADA

O governo Dilma se sustenta politicamente numa base parlamentar heteregenêa, fisiológica e por isso mesmo pouco confiável. Composta por políticos de perfis como os de Fernando Collor de Melo, Renan Calheiros e José Sarney, só para citar os mais visíveis. A propósito, é conveniente ilustrar essa nota com as palavras ditas por Sarney  em face do caso da queda do ministro da Defesa, Nelson Jobim. Sarney foi presidente da República, senador por diversos mandatos, é escritor com viés poético ( Marimbondos de fogo) e membro da ABL (Academia Brasileira de Letras). Melhor  teria sido o ex-presidente ficar calado. Vejam só o que ele disse, tentando remendar as palavras de Jobim divulgadas pela imprensa segundo as quais a ministra Ideli "era fraquinha":  "Ela é até gordinha". Nada mais patético.



             Imagem de Sarney com o uniforme da Academia Brasileira de Letras (ABL)




                O  PAC  CAMINHA DEVAGAR, MAS AVANÇA

O  Programa de Aceleração do Crescimento financia centenas de obras grandes e médias espalhadas pelo Brasil inteiro. Foi lançado na gestão do presidente Lula. Pelo gigantismo do programa é natural que ele caminhe devagar. Obras gigantescas mal planejadas são redimensionadas técnica e economicamente; emprenedimentos são enquadrados pelo Trbunal de Contas da União. (TCU) e têm seus trabalhos paralisados; o Ministério Público também investiga outras obras, descobre irregularidades e determina sua paralização, e isso tem atrasado algumas dessas obras em meses. Usinas hidroelétricas de grande e médio porte, estradas de rodagem e ferrovias em várias regiões do País, programas de construção de barragens, implantação de campus universitário e de escolas técnicas ( os chamados Institutos Federais, antiga CEFET) e uma série de outros empreendimentos está sendo tocada pelo governo. Vai degar, é natural, mas sendo o maior programa de obras públicas já idealizado e realizado no Brasil, até que vai bem. Para desgosto da oposição, na sua grande dor de cotovelo.


                                      
A usina hidrelétrica de Belo Monte faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
              Vista panorâmica das obras  da Hidroelétrica de Belo Monte   



                     Porto de Suape, em Cabo de Santo Agostinho, Pernambuco, Brasil.

    Vista parcial do Porto de SUAPE-PE, impulsionador do progresso de Pernambuco e do Nordeste

                            Obras de transposição do rio São Francisco


EDITORIA DO BLOG: As fotos desta coluna têm origem no  Google.

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