DESILUSÃO
Emílio J. Moura
De tantos amores perdidos,
De tantas paixões buscadas;
Amores (nenhum) correspondidos
Paixões vãs, frustradas.
O ente chora ao nascer
E canta as paixões vividas;
Cria seus modos de ser,
Chorando paixões contidas.
Amar-destino vão e cruel
De tanta mente insana
Pensando amante fiel.
Noites loucas, dias vividos,
-Essa paixão que engana!
E torna os dias sofridos.
12.04.1950*
*Soneto escrito em abril de 1950 e digitado em 06.08.2011.

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