OBAMA SAI FORTALECIDO COM A CRISE
POSTURA DO PRESIDENTE SURPREENDE O MERCADO * DEPOIS DO DISCURSO, OS PAPÉIS NORTE-AMERICANOS SE VALORIZAM * CRISE NA EUROPA AFETA OS ESTADOS UNIDOS * AS BOLSAS DESABAM EM TODO O MUNDO * BRASIL APOIA MEDIDAS DA CASA BRANCA * O CONGRESSO AINDA ESTÁ ARRISCO COM O PRESIDENTE.
Em Washington, o presidente dos Estados Unidos Barack Obama parace vir se fortalecendo junto à opinião pública norte-americana neste momento em meio a crise que se abate sobre a economia mundial, principlamene a de lá.

A Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos
Em dois dircursos incisivos, um deles bem contundente pronunciado nesta 2ª-feira, Obama criticou as agências de classificação de risco, principalmente a mais do que centenária Standard Poor,s por duvidarem da capacidade do governo amewricano para recuperar a credibiidade do País em honrar seus compromissos. Um vendaval começou a inquietar as autoridades econômicas desde a 6ª-feira quando a citada agência rebaixou a nota de credibiidade dos Estados Unidos e quase varreu o mercado financeiro mundial nesta 2ª-feira, com a espetacular queda das bolsas no mundo inteiro. A postura severa e otimista de Obama acalmou um pouco o mercado e deixou a agência de saia justa; as ações das grandes empresas americanas se valorizaram. O mercado financeiro americano reagiu bem às declarações de Obama eao que parece empurrou para cima o prestígio do presidente.
Barack Obama em discurso sobre a crise financeira neste início de semnaObama, apesar da perda de credibilidade sofrida nos últimos tempos, reapareceu diante do povo americano como o líder que pode conduzir os Estados Unidos nessa guerra para derrubar a crise econômica que inquieta o mundo capitalista.
Ao que tudo indica, as lideranças americanas ariram os olhos para o buraco negro que estava se formando no sistema político americano; a população americana, por sua vez, começa a entender que as agências de classificação de risco são aliadas dos grandes empreendedores americanos que incorporam o espírito do corporativismo econômico-financeiro hegemônico dos Estados Unidos. E que essa forma de avaliar o risco está se esgotando.
Ainda em Washington, o Congresso parece menos agressivo com o presidente. O Partido Democrata de Obama tem maioria no Senado, mas o Partido Republicano, de oposição, tem mais votos na Câmara dos Representantes. Mas as lideranças americanas mais em evidência, com os olhos voltados para as próximas eleições gerais do País, aqinda estão arriscas com o presidente da República. Dentro de alguns meses haverá novos turnos de negociação sobre o montante da dívida e a necessidade de aumentar a capacidade de endividamento dos Estados Unidos. Obama cedeu em alguns pontos e o Congresso em poucos outros, mas o estoque da dívida aponta para um tremendo déficit da balança norte-americana. As dívidas atingem estratosféricas somas de 13.5 trilhões de dólares, para um PIB de 14.3 trilhões.
Sede do Congresso dos Estados Unidos
Computadas as despesas secretas com as forças armadas, as guerras no Afegasnistão, no Iraque, a mobilização das frotas americanas da OTAN, o enfrentamento do terorismo interno e as ações de contenção dos humores no Oriente Médio, norte da África e parte da Ásia islâmina as despesas podem superar a receita americana. É por isso que os congressistas americanos querem que Obama faça profundos cortes de despesas, o que afetaria a área social, principalmente a saúde dos mais pobres, com o que o presidente não concorda. As próximas negociações entre o governo e os líderes do Congresso poderão ser cruciais para o prestígio de Obama.
CRISE EUROPÉIA CONTAMINA ESTADOS UNIDOS
A Europa da zona do Euro vive seus piores momentos desde que foi criada.Segundo estudiosos os problemas europeus contaminam os Estados Unidos e os países do euro sofrem reflexos da crise interna norte-americana, numa ação e ração própria de um mundo globalizado.
A situação de pânico que tomou conta da Europa há vários meses parece inalterada. Em Londres, o 1º-ministro David Cameron encurtou suas férias de verão e retornou à Capital para conduzir pessoalmente o Gabinete de Crise que é o ministério inglês. Nas ruas de Londres, manifestantes jovens entram no quarto dia de mobilização pretensamente contra a política de cortes orçamentários praticados pelo governo. Prédios, lojas, ônibus e edifícios outros ardem em chamas. As manifestações se espalham por outras cidades. A polícia britânica, fechada para divulgar informações e dura nas ações, parece impotente para conter a onda de vandalismo que destrói o patrimônio público e privado. Reforços chegam às cidades mais atingidas, e é possível que o governo lance mão das forças armadas para conter a crise.
É bom que seja dito que as manifestações aludidas têm caráter racista, pois os jovens que as realizam são ingleses e não africanos como se disse anteriormente. Os jovens, conforme fontes alternativas, se sentem prejudicados no mercado de trabalho perdendo espaço para trablhadores estrangeiros que aceitam ganhar menos e realizar trabalhos rudimentares; em represália, encapuzados, saqueiam lojas e mercados e incediam imóveis e outros bens pertencentes a estrangeiros, protestando conta a presença deles no País.

Mulher deseperada pula de um edíficio em chamas em Londres (foto Wikipédia)
O governo tem que dá uma solução definitiva à crise econômico e de politica de imigração que enfrenta no momento, pois daqui a um ano Londres será sede das Olimíadas. Terá capacidade para issso?
Em Berlim, a premier Angela Merkel enfrenta as dificuldades de uma Alemanha unificada, com uma parte rica e outra pobre, e enfrenta o espírito conservador da parte ocidental para complementar a integração nacional.

Angela Merkel, premier alemã (foto Wikipédia)
Com as medidas de austeridades adotadas pelo governo e as limitações das importações de alimentos dos países vizinhos por razões sanitárias, além da questão das usinas nucleares mandadas desativar pela premier e uma série de problemas internos tem dificultado o trabalho de Merkel para equilibrar a balança de pagamento do País. Há insatisfação popular com manifestações e geves e as mensagens de advertência vindas dos países vizinhos, com seus problemas sociais, preocupam as autoridades financeiras de Berlim. Apesar disso, a Alemanha é o País mais estável dentre as grandes potências econômicas da Europa.
Já na França, o presidente Nicolas Sarcozy vem contabilizando êxitos desde que impantou as reformas trabalhstas e previdenciárias no País. Mas enfrenta sérias dificuldades em relação aos trabalhadores estrangeiros que executam as funções mais elementares do mercado, ganham pouco e por isso protestam nas ruas, muitas vezes com grande violência, dando lugar a uma brutal repressão do parato policial.
Na Grécia, apesar do silêncio da imprensa, as manifestações continuam com a costumeira violência. A população protesta contra as reformas importas pelo Banco Central da União Européia e implantadas pelo 1º-ministro George Papandreou. Essas reformas são pre-requisito para a liberação de recursos ao governo grego. As antigas cidades-estados, berço da cultura ocidental, são palco de manifestações populares que apesar da severa repressão popular
ainda são intensas e entram pela madrugada.
Atenas. A Grécia foi a primeira nação européia a sentir mais forte a crise econômica. A oposição acusa o governo de corrupção e aponta os pontos falhos da administração central; a população grita por melhores salários e condições de vida mais dignas. A Grécia se tornou um País pobre e sua moeda é altamente desvalorizada. E sua posição geográfica, lá nos confisn do Mediterrâneo, junto à Turqui e perto dos países mais pobres do Leste Europeu não favorece muito.
Imagem da Grécia Antiga (foto Wikipédia)
A situação dos países ricos europeus é difícil. Mas nada que se compare ao quadro econômico, político e institucional que se apresenta na Itália e na Espanha. Silvio Berlusconi, octagenário que se envolve com prospitutas e menores de idade, tenta driblar os escândalos que protagoniza desde que assumiu a chefia de governo na Itália, vai se enfraqeceno politicamente e perdendo a capacidade de se impor como autoridade do seu País. As finanças de lá vão mal e os trabalhadores já enfrentam as propostas de reformas propostas por Berlusconi. A nação parece se desunindo, e um governo enfraquecido como o de Berlusconi não passa para a população nenhuma garantia de poderá conduzir o País em meio a essa crise. A queda de Berlusconi é esperada pelos críticos internacionais. Mas o 1º-ministro é um homem poderoso, detentor das maiores riquezas do País, controlando e manipulando os meios de comunicação italianos.

José Luiz Zapatero, 1º-ministro espanhol (foto Wikipédia)
Em Madri, José Luiz Zapatero enfrenta dificuldades idênticas com manifestações de ruas, greves e incapacidade financeira para arcar com as despesas públicas. O 1º-ministro espanhol tem dificuldades para resolver a questão econimico-financeira de um País com problemas nas exportações cujos produtos agrículas continuam sendo rejeitados por seus principais importadores da União Europeia. E para
George Papandreou, 1ª-ministro grego (foto Wikipédia)
complicar a situação tanto da Itália quanto da Espanha, o Banco Central Europeu determinou que ajuda financeira para esses dois países só depois que seus governos implantarem as reformas exigidas para sanear as finanças internas. Quer dizer: arrocho econômico, cortes na área social, incluindo saúde e educação. E os governos desses países sabem que as crises internas serão agravads com protestos mais vigorosos. A Europa tá aquecida politicament e pode pegar fogo.


À direita, foto de Berlusconi; à esquerda, seu sítio onde ele realiza bacanais com menores e prostotutas
(fotos Wikipédia)
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