HOLOCAUSTO... NUNCA MAIS
Há 67 anos terminava a Segunda Guerra Mundial. 1945 – com as
quedas sucessivas do Fascismo de Mussolini, do Nazismo de Hitler e do violento
Império Japonês, é um marco histórico da mais alta significação para a
Humanidade. Marca o fim de grupos políticos e ideológicos que tingiram de sangue
toda a civilização humana. A maior lição que se tira desse infausto período é o
HOLOCAUSTO,
um movimento de ódio étnico, ambição desmedida e segregação dos direitos do ser
humano, notadamente um direito básico e elementar, que é o de poder viver. Milhões
de judeus, ciganos e outras etnias – mas é justo frisar aqui o ódio nazista aos
judeus, um povo então sem pátria. Milhões de judeus foram aprisionados pelos
nazistas, obrigados a um trabalho que produzia armas e munições destinadas ao
próprio extermínio e ao de outros seres humanos. Esses prisioneiros judeus foram levados para Campos de Concentração,
prisões infectas e desumanas e onde sofreram todo tipo de castigo, humilhação e
dor. Nesses campos de concentração, milhões de judeus foram exterminados nas
câmaras de gás, tiveram seus corpos mutilados ou queimados nas fornalhas, e o
produto escorrido dessa combustão dos corpos dos miseráveis serviu para os
nazistas produzirem sabão para suprir suas necessidades.
Nos dias atuais novas ameaças pesam sobre a Humanidade. A
luta pelo controle do petróleo na região do golfo e os interesses políticos, econômicos
e religiosos chegaram a um impasse perigoso. Ditadores armados põem em alerta
os povos amantes da paz. Nações das mais diferentes formações étnicas estão
equipadas com armas nucleares e foguetes capazes de alcançar os principais
centros econômicos e sociais do mundo. A Organização das Nações Unidas (ONU),
dominada por forças antagônicas, se mostra incapaz de cumprir o papel para o
qual foi criada. Há um cheiro de pólvora na atmosfera social da Humanidade.
Essa pólvora aqui significa milhares de megatons de substâncias radiativas
armazenadas nas bombas atômicas e que podem destruir os centros mais populosos
e produtivos do mundo. Em todos os países, mesmo nos mais beligerantes, grupos
se articulam para desarmar essa bomba psicológica que pode se transformar
numa bomba real e perigosa para o futuro da Humanidade.
Esse movimento pela paz visa prevenir acontecimentos como os
praticados pelo Eixo cujos efeitos destacamos acima. É indispensável que as
organizações políticas, sociais, religiosas e instituições de toda espécie
continuem nessa campanha pela paz e vençam os interesses dos grupos
beligerantes. E que possamos sempre elevar nossos punhos, não para bater em
ninguém, mas para reafirmar a aspiração maior de todos os seres humanos amantes
da paz consubstanciada na expressão: HOLOCAUSTO, NUNCA MAIS.
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