NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Além dos sete municípios da Zona Seerana do Rio de Janeiro, há problemas de desabamentos de casas, desalojamento e desabrigo de pessoas, mortes, enchentes, dificuldades com a segurança de barragens e outras questões relacionadas com as chuvas em São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais. Como dissemos no tópico anterior, a aparente normalidade de algumas da cidades não esconde o perigo de recorrências da catástrofe da semana passada.Um equilibrado oficial do Corpo de Bombeiro do Rio disse anteontem que os trabalhos de normalização das atividades de algumas cidades levará "uns seis meses ainda". Até lá, não se sabe o que vai acontecer. Aliás, esse prazo pode se estender por mais tempo de vez que será necessário reconstruir pontes, centenas de moradias, recuparar a infraestrutura de saúde, educação, abastecimento, segurança, etc.
                                                           *************
O mais reprovável em toda essa tragédia é a notícia veiculada ontem, 4ª-feira, de que uma rede de monitoramento do tempo que poderia prever a catástrofe, armazenando dados e repassando informações para as autoridades locais, apesar de já instalada, não funciona porque ninguém assume a gestão do equipamento de alto custo de manutenção; o Estado empurra para o Município e este devolve para o estado a responsabilidade pela rede de prevenção de catástrofes. E foi nesse empurra-empurra de uma autoridade para outra que o sistema não transmitiu os dados que acumulou em seus sensores e o resultado foi o que se viu. Com a palavra o Ministério Público.
                                                        *************
Com a baixa das águas (coisa que pelomenos em Nova Fiburgo é temerária), é que o bicho vai pegar. É a fase das doenças de ocorrência após inundações. Leptospirose, Hepatite, dermatoses, verminoses e outras doenças mais empastelarão de doentes o precário serviço de saúde pública daquela área conflagrada da Zona Serrana do Rio. Será que as autoridades locais já estão preparadas para enfrentar essa avalanches que vivá com força desproporcional à capacidade instalada nessa área? Deus proteja principalmente as criancinhas e os idosos que ficaram sem casa, sem bens e agora sem saúde!

Nenhum comentário:

Postar um comentário