NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

       
                I N T E R N A C I O N A L
   TERRORISMO ATACA EM AEROPORTO DE MOSCOU

Despachos procedentes de Moscou dão conta de explosão num dos aeroportos da grande metrópole da Europa Oriental. 31 pessoas morreram, masi de 100 ficaram feridas, algumas gravemente.Nenhuma organização ate agora assumiu a autoria do ocorrido. Mas as autoridades russas, afastando a hipótese de acidente, afirmam que houve "uma ação terrorista"( com certeza a ação de um "homem-bomba")  num compartimento de desembarque do areroporto onde os  passageiros retiram suas bagagens.
Moscou é uma enorme Região Cosmopolitana, possui vários aeroportos onde ocorrem conecções para várias partes do mundo. A grande cidade tem sido alvo de atentados terroristas em escolas, no metrô, nas estações de trem, nas imediações da sede do Parlamento e em outros locais de grande aglomeração da capital. Aviões já foram explodidos em pleno voo matando dezenas de passageiros.A Russia é uma federação de repúblicas na sua maioria de formação muçilmana. Da Chechênia islâmica que quer se tornar independente  vem a maior carga de problemas para o governo russo, mas as outras repúblicas muçulmanas que praticamente rodeiam o que restou da antiga União Soviética também têm sido responsabilizadas por ações violentas ocorridas na Russia.
As autoridades decretaram estado de alerta para toda a capital, pois organizações terroristas têm ameaçado levar o terror para as naões européias. Embora a Russia tenha sempre se colocado em defesa das nações árabes em suas reivindicações contra os Estados Unidos e Israel, as repúblicas muçilmanas que contituem a Federação Russa tem uma visão diferente em suas relações com Moscou; todas buscam o caminho da separação.




A CLASSE  MÉDIA  NORTE-AMERICANA
         CONSERVADORA E REACIONÁRIA
Ao assumir a presidência dos Estados Unidos Barack Obama encontrou um país esfacelado pela crise econômica mundial. Seu antessessor havia torrado bilhões de dólares com guerras no Oriente Médio  e mantinha a agenda de guerra como maneira de fazer continuar funcionando a econimia norte-americana. A política desastrada praticada por seu antecessor levou a economia do gigante para o buraco. O mal planejamento, a corrupção e a arrogância do então ocupante da Casa Branca produziram uma quebradeira na economia do Tio Sam que veio em forma de cascata. Um grande banco quebrou e arrastou consigo o restante do setor financeiro. A política habitacional da classe média foi a primeira a dá sinal de falência. Os cidadãos, endividados, deixavam de pagar suas hipotecas e os efeitos disso se fizeram sentir em todo o processo produtivo. Tentando cumprir promessas de campanha Obama procurou reformar as leis sociais dos Estados Unidos, notadamente no que tange à saúde. Agora, a classe média que se faz representar como peso decisório no Congresso americano busca derrubar as reformas da saúde que beneficiariam milhões de cidadãos daquele País. Não quer, a classe média americana, dividir um pouco de seus privilégios com as camadas mais pobres da população. Ninguém chiou quando Obama usando o dinheiro do tesouro tapou o rombo das hipotecas  imobiliárias que quebravam os bancos. E ficaram calados quando verbas do tesouro foram usadas para salvar instituições financeiras da falência. Isso era bom para a classe média, que dessa forma via asseguradas suas poupanças e o futuro de suas famílias.
A verdade é que a dívida interna norte-americana subiu ao espaço no governo Obama. Premido por interesses corporativos, o presidente americano tá tendo dificuldade para cumprir outras promessas de campanhas, como retirar as tropas americanas do Iraque e do Afeganistão. Guerra é coisa que faz bem a certos setores da economia americana. Mas casas para os mais pobres e sobretudo saúde para uma boa parcela da população sem assistência médcia, ah isso não pode não. Isso é socializar a economia. E os Estados Unidos são capitalistas e conservadores. Pelos déficits registrados no orçamento americano, em virtude da má gestão dos seus antesssores, o presidente americano está sendo apelidado pela classe média do País de Buraco Obama. E assim, a grande classe média norte-americana, maior parcela de consumidores do mundo ineiro, demonstra continuar conservadora e recionária.

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