AMORES ESPEDAÇADOS
Caneca cheia de chope
Copo transborda de vinho
Prato com salsicha e farinha
Som da radiola de ficha
Fumaça de cigarro como figura
A embaçar o ambiente
Casais nas mesas se beijando
E o cheiro de bebida no ar.
No bar se afogam as lágrimas
De amores "eternos"
desfeitos.
Uma mistura macabra de dor,
Desesperanças e saudades...
Pobres criaturas ingênuas,
Que fazem do bar um álibi,
Para esquecerem as mágoas
No peito ainda arraigadas.
"Nos bares as mesas cheias
De tantas mentes vazias".
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