NAS COISAS SUPÉRFLUAS, LIBERDADE;

NAS COISAS NECESSÁRIAS, ORDEM;

EM TODAS AS COISAS, COMPREENSÃO.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

É ASSIM QUE VOU...
Eu moro na estrada, minha profissão é andar
Voo nas asas do pensamento, me alimento de etéreos manjares
Sou ligeiro como o vento,  tenho pressa em chegar
Miro um futuro de paz, em meio às guerras  das ruas
E ao rufar dos antigos tambores; não sei o que é bom ou ruim
Não vejo o Bem nem o Mal, vejo condutas repressivas
E cavalos alados a passar, canto como os passarinhos,
Sou inconstante como as andorinhas e cheiro feito gambá;
Nado como as capivaras, vivo nas nuvens cinzentas
E velejo nas ondas do bravo mar; de tanto ir, tenho os pés feridos
Das pedras do meu caminho, busco enfim uma luz,

Um ponto lá distante, indefinido; não sei como nem quando alcançar.




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