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terça-feira, 15 de março de 2011

         JAPÃO  EM ESFORÇO DE GUERRA
EMBORA NEGUEM A GRAVIDADE DA SITUAÇÃO NAS USINAS NUCLEARES, AUTORIDADES AGEM COMO NUM ESTADO DE GUERRA.

Cenário de devastação, medidas governanmentais que só ocorrem num esforço concentrado de estado de guerra, o Japão vive o pior momento de sua história desde a II Guerra Mundial, quando teve duas de suas cidades destroçadas por  duas bombas atômicas desnecessariamente jogada pelos Estados Unidos. A situação é aterradora, e quem pode procura deixar o País. Problemas  é que não tem voo disponível para uma demanda dessas. As listas de espera apontam para uma demora superior a 10 dias.
O que acontece na usina nuclear de Fukushima é algo ainda não inteiramente explicado pela autoridades japonesas. Todos os 4 reatores foram duramente atingidos, e o nível de radiação é extremamente preocupante. As explosões ocorridas nos reatores não estão sendo devidamente dimensionadas pelas autoridades e o intuito dessa contenção de informações de dados é não alarmar a população do grande País dos Samurais. Mas os experts em situações de riscos ambientais já estão com um pé atrás. Percebem que houve em Fukushima mais do que uma explosão "sem maiores consequências" seguida de incêndios nos reatores. A exlosão comum dispersa suas ondas em linha horizontal, enquanto uma explosão radioativa se propaga em linha vertical, em forma de cogumelo, e  projeta para baixo, num curto espaço de tempo, restos da massa explodida. E foi exatamente isso o que se viu na manhã de ontem num dos reatores da usina nuclear de Fukushima. Com certeza as varetas contendo combustível nuclear nesse reator explodiram devido ao hiperaquecimento interno das caixas onde estão as estruturas de processamento do combutível. O confinamento em suas residências das pessoas que num raio de mais de 20/30 quilómetros não deixaram suas casas e a evacuação em massa de populações em áreas de supostos riscos de contaminação indicam essa apreensão da comunidade internavional. Falta, por parte das autoridades japonesas, transfarência nas informações. É natural que isso aconteça num País de tradições seculares como o Japão.
A destruição de muitas cidades do Nordeste do Japão pela tsunami que se seguiu ao terremoto dessa sexta-feira mostra a fúria da Natureza em sua devastação incontrolável. É impossível dimensionar por enquanto o volume dessa devastação. Os tremores de magnitude até 6 continuam ocorrendo em quase todo o Japão. E não se sabe quanto tempo isso vai durar. O número de mortos nessas catástrofe é um item de informações desencontradas. Enquanto uma vila de pescadores de 17 mil habitantes tem mais da metade dos seus habitantes desaparecidos, corpos e mais corpos são encontrados nas praias japoneses todos os dias. Corpos também são diariamente resgatados dos escombros da catástrofe, embora como num milagre algumas pessoas sobrevivem durante dias em meio aos destroços deixados pela tsunami, como aconteceu hohe com uma criança arrancada dos braços da mãe pela fúria das águas e uma anciã de mais de 80 anos que resistiu ao frio e à fome durante vários dias misturada à lama e aos detritos que cobrem a maior parte da superfície das áreas atingidas pelas ondas gigantes.
Recuperar a economia que já vinha desgastada é tarefa que aguarda a capacidade se sobrevivência do povo japonês. Reconstruir a infraestrutura, reerguer as cidades ou as partes afetadas de outras talvez seja um trabalho difícil de se concretizar nos próximos anos. Remover todo o entulho, limpar as áreas destruídas, trazer as pessoas de volta às suas vilas e cidades exigirão vultosas verbas, que o Japão, abalado pela crise econômica mundial certamente não dispõe neste momento. Esse fenônemo natural, no qual o  homem não teve participação direta, é dificil de prever. Autoridades da União Européia já tomam providências para reverem o modelo de usinas nucleares instalados nessa comunidade. A China, a Rússia, a Índia, a Suíça, a Coréia do Norte e outros países, inclusive o Brasil, também já adotam medidas idênticas. Impedir terremotos e tsunami é impossível. Mas é viável planejar uma cidade, sobretudo em áreas de risco, onde catástrofes naturais não deixam em seu rastro de destruição montanhas de lixo, casas destruídas e arrastadas pelas ondas, carros empilhados uns sobre os outros ou em cima de edifícios, conteineres às centenas e aviões misturaos ao monturo.

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