SUPREMO MANTÉM PODERES DO CNJ
Finalmente, fruto da pressão popular, o Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou a liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio de Mello em ação de inconstitucionalidade movida pelo presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros. Fica assim restaurada a autonomia do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para investigar, processa e punir magistrados corruptos. O CNJ é o órgão de controle externo do Judiciário, embora composto por ministros, juízes e advogados. Louve-se, a bem da justiça, a postura do ministro Gilmar Mendes ( quem diria!) cujo arrazoado deu rumo a decisão do plenário do STF. Mendes afirmou enfaticamente, durante os debates em torno dos poderes do CNJ, que “Quando há demandas contra juízes as corregedorias estaduais nunca funcionam, pois ficam presas ao corporativismo de classe”. Os ministros Joaquim Barbosa e Cezar Peluso, este presidente da instituição, também tiveram papel fundamental importante na decisão da Suprema Corte.
TRANSPORTE PÚBLICO CADA VEZ PIOR
Mobilidade na Região Metropolitana do Recife fica cada vez mais difícil. A lentidão do trânsito cresce a cada dia, com a entrada de mais veículos em circulação. Em algumas artérias importantes das principais cidades da região as filas de carros já lembram o caos de São Paulo. E quando há chuvas, então, os moradores de Recife, Olinda e Jaboatão já ficam impressionados com o número de veículos enfileirados. As providências para o setor adotadas até agora pelas autoridades municipais não surtiram os efeitos desejados. A cidade inchou, e as ruas ficam cada vez mais estreitas para tantos carros. A ampliação de viadutos, principalmente o Capitão Temudo, não dá conta do trânsito em crescimento permanente. Na Cabanga, a alça que desvia o tráfego para a rua Imperial esbarra no estrangulamento de uma via estreita, ainda sem alternativas para se chegar à Avenida Sul. A Via Mangue, quando concluída, desafogará um pouco o trânsito; mas até quando? Há a necessidade urgente de se projetar novas avenidas, novos viadutos e introduzir o sistema de transporte sobre trilho nas regiões mais povoadas das cidades como alternativa ao transporte rodoviário, que já demonstrou estar superado.
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